O tempo Vida !

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"É preciso quebrar a concha para conseguir a pérola".





segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Bico-de-lacre


O Bico-de-lacre-comum (Estrilda astrild L.) também conhecido pelo nome de Bico-de-lacre-de-santa-helena pertence à: Classe: Aves; Ordem: Passeriformes; Família: Passeridae; Género : Estrilda; espécie : Estrilda astrild.
Esta pequena ave, originária da África subsariana, foi introduzida em Portugal nos anos 70 do século passado e com grande sucesso, existindo já em Portugal uma numerosa população.


Habitat: Esta ave adapta-se com facilidade a diversos ambientes, incluindo ambientes

próximos das habitações, suportando mesmo a situação de cativeiro. Em liberdade é frequentemente avistada em bandos (como de algum modo, as fotos 1 e 3, supra, documentam);
Alimentação: A espécie é granívora, alimentando-se de sementes, embora possa também comer insectos uma vez por outra;
Reprodução: Cada postura vai de 3 a 5 ovos e a incubação dura entre 11 a 13 dias. Após a eclosão dos ovos, os filhotes permanecem no ninho durante cerca de 3 semanas;
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante", segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza.
As imagens foram colhidas na Lagoa de Santo André (Santiago do Cacém)
(Ampliar as imagens, clicando sobre elas)

Pesquisas internte
Imagem google

sábado, 28 de novembro de 2009

Abibe:ou Abibe-comum


O Abibe, ou Abibe-comum ( Vanellus vanellus L.) é uma ave pertencente à Ordem: Ciconiiformes; Família: Charadriidae; Género: Vanellus; Espécie: Vanellus vanellus.
O abibe é muito abundante no sul de Portugal e em particular no Alentejo, durante o Outono e o Inverno, podendo ser avistado na proximidade de zonas húmidas, em terras lavradas e em campos de pastagens. Durante a época da reprodução (na Primavera) é menos frequente, pois a ave raramente nidifica no nosso país.
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco preocupante"




Fonte pesquisas e Imagens
http://obiologoamador.blogspot.com/

Cartaxo-comum (Saxicola torquatus)





Embora a espécie do Cartaxo-comum (Saxicola torquatus L.) já tenha sido objeto de uma anterior mensagem, dedica-se-lhe uma nova, visto que a imagem anteriormente publicada não abonava grandemente a favor do seu autor, nem da ave, diga-se, em abono da verdade. Aproveita-se, entretanto, para publicar não só imagens do macho (fotos 1, 2 e 3 ) mas também da fêmea (fotos 4, 5, e 6)), que diferem bastante entre si.





Imagens do google

Chasco






O Chasco-cinzento (Oenanthe oenanthe L.) é um animal pertencente à:
Classe: Aves;
Ordem: Passeriformes;
Família: Muscicapidae; Género: Oenanthe; Espécie: Oenanthe oenanthe.
Habitat: A espécie distribui-se por toda a zona temperada do hemisfério norte, onde nidifica, mas migra para África durante o inverno. Em Portugal nidifica nas zonas altas do centro e norte do país, mas durante a migração para África, no Outono, o chasco-cinzento pode ser avistado no restante território, sobretudo em descampados;
Alimentação: O Chasco-cinzento é uma ave insectívora;
Reprodução: Nidifica em zonas rochosas abertas, fazendo o ninho em cavidades das rochas e em tocas de coelhos abandonadas;
Estatuto de conservação da espécie : "Pouco preocupante".
(As imagens forma colhidas junto ao Santuário do Cristo-Rei, em Almada)

Fonte de pesquisas
http://obiologoamador.blogspot.com/2008_12_01_archive.html

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Meu amor!




Meu amor canta com um gorgear
Assovia daqui e eu de lá
Pousa no pé de manga
E eu no de cajá
Canta canta meu passarinho
Vem ouvir o meu cantar
(Mary Cely)
Imagem do google

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Caracteristicas das aves


As aves (latim científico: Aves) constituem uma classe de animais vertebrados, bípedes, homeotérmicos, ovíparos, caracterizados principalmente por possuírem penas, apêndices locomotores anteriores modificados em asas, bico córneo e ossos pneumáticos. São reconhecidas aproximadamente 9.000 espécies de aves no mundo.
As aves compreendem um grupo muito grande e bonito de animais. Chamam a atenção pela beleza e pelo canto. São os únicos animais que possuem penas. A conquista do vôo permitiu a estes animais habitarem locais de difícil acesso e até impossível para outras espécies. Apresentam outra grande adaptação à vida terrestre, a homeotermia, que é a manutenção da temperatura corporal, regulada pelo próprio metabolismo. O estudo das aves é chamado Ornitologia.As aves evoluíram a partir dos répteis e muitas modificações ocorreram para que elas conquistassem todo esse modo de vida. Os ovos passaram a se desenvolver fora do corpo da fêmea, aparecimento de penas, os membros anteriores deram origem à asas, a excreção nitrogenada é o ácido úrico, num composto pastoso para economizar água, perda da bexiga, endotermia, separação da circulação venosa e arterial, sacos aéreos que ajudam na diminuição da densidade e dissipam calor, corpo aerodinâmico e elaboração da voz e da audição.





Tegumento

A pele é delgada, flexível e frouxamente presa à musculatura subjacente. Não possuem glândulas, com exceção da glândula uropigiana, que fica próxima à base da cauda, onde a ave passa o bico, recolhendo a secreção e passa nas penas para impermeabilizar e também evitar que o bico fique quebradiço.As penas são leves e flexíveis. Crescem a partir dos folículos que estão na pele, formam uma isolação térmica e protegem a pele, além de terem uma enorme importância no vôo. Existem vários tipos de pena como: penas de contorno, plumas, filoplumas, cerdas e plumas pulverulentas. Durante o crescimento da ave, os pigmentos são depositados nas penas, resultando na coloração destas. O conjunto de todas as penas é chamado plumagem. O processo de troca das penas é chamado de muda.

Esqueleto
Os ossos das aves precisam ser leves e delicados para o vôo e muitos possuem cavidades para a diminuição do peso, são chamados ossos pneumáticos. No esterno possuem a quilha ou carena, local onde os músculos peitorais se inserem, estes são responsáveis pelos batimentos da asa.




Musculatura
Para maior agilidade destes animais, assim como nos mamíferos, os músculos dos membros são aumentados. Os músculos peitorais das aves são responsáveis pelo movimento da asa durante o vôo e se inserem na quilha.Como as pernas e patas não possuem penas, elas possuem poucos músculos para evitar a perda de calor e garantir uma forma mais aerodinâmica.

Digestão















A língua das aves é pequena, pontiaguda e possui um revestimento córneo. O formato do bico é adaptado à dieta de cada espécie e não possui dentes.O sistema digestório é formado por boca, uma faringe curta, esôfago tubular que se dilata no papo, local onde o alimento fica armazenado e é umedecido. O estômago é dividido em proventrículo, que secreta enzimas, e ventrículo ou moela, onde o alimento é triturado pelos movimentos dos músculos. O intestino delgado termina no reto, há dois cecos, a cloaca e o ânus. A cloaca é a saída dos aparelhos reprodutor e excretor.



Circulação
A circulação é fechada e o coração tem 2 átrios e 2 ventrículos completamente separados, persistindo o arco aórtico sistêmico direito. Não há mistura entre sangue venoso e sangue arterial e isso é muito importante na regulação da temperatura. As hemácias são ovais e nucleadas.

Respiração
Os pulmões das aves são compactos e muito eficientes. Estão ligados à estruturas muito importantes chamadas sacos aéreos, que trabalham para a diminuição da densidade da ave durante o vôo. Na base da traquéia há uma estrutura chamada siringe, com músculos vocais, responsáveis pelo canto.

Excreção
As aves possuem rins metanéfricos e a principal excreta nitrogenada é o ácido úrico. A urina é pastosa, para a economia de água.
Sistema Nervoso
O cérebro de uma ave é proporcionalmente maior que o cérebro de um réptil e possuem 12 pares de nervos cranianos.
Reprodução
As aves são dióicas, com fecundação interna, vivíparas e com desenvolvimento direto. A fecundação ocorre geralmente na região superior do oviduto, as glândulas da parte posterior secretam as membranas da casca quando o ovo está pronto para a postura.



Pesquisas..http://biologia2h.blogspot.com

Veja mais sobre as aves: http://web.educom.pt/pr1305/

Diversidades.Aves


Os poemas são como pássaros, nascem para ser livres, chegam e vão sem saber onde vão pousar. O amor não é uma gaiola é, antes de tudo, o galho da árvore ou as pedras dos rios onde esses pássaros pousam e descansam. Enquanto pousam, inebriam a alma de quem estiver por perto com a beleza de seu canto. E, por viverem livres e pousarem onde lhes é mais agradável, por vezes resolvem ficar onde encontram o aconchego da natureza e onde as árvores lhes oferecem galhos mais altos e segurança para a formação dos seus ninhos, por isso ali ficam e repousam...
Eu gosto de pensar que o amor é assim, um lugar agradável e confortável, não uma prisão para onde você volta por terem domado seu espírito...

Pesquisas de net sem autor definido
Imagem do google

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

O papa-formiga-barrado


O Papa-formiga-barrado é um Passeriforme da família Thamnophilidae. Conhecido também como Choca-zebrada e Papa-formigas-de-cabeça-preta.

Características
Mede cerca de 18 cm de comprimento. O macho tem coloração preta estriada de branco, apresentando ainda boné preto e a fêmea é marrom, com a parte superior do corpo estriada de bege e boné castanho.

Alimentação
É visto normalmente aos pares, alimentando-se de insetos grandes na vegetação densa (especialmente emaranhados de cipós). Às vezes acompanha bandos mistos de sub-bosque, porém raramente segue formigas-de-correição.

Reprodução
Os ninhos são em formato de xícara, feitos de material vegetal trançado. Põe 2 ovos branco-amarelados, pontilhados de marrom escuro e lilás.






Hábitos
Habita capoeiras, bordas e clareiras com cipós nas florestas, beiradas de igarapés ou locais onde houve queda de árvores. Varia de incomum a comum em diferentes áreas.



Autor: Kurazo M. Okada Aguiar
Local: Araguari - Porto Grande/AP
Feita em: 13/08/2009
Autor da foto acima
Imagens do google
Texto de pesquisas internet sem fonte definida

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Colhereiros




Platalea ajaja
Classificação: Ordem Ciconiiformes, Família Threskiornithidae
Nome em inglês: roseate spoonbill
Tamanho: 87cm
Voz: grunhidos e grasnados

Vive em praias lamacentas e em manguezais. Aos bandos, procura alimento em pontos de pouca profundidade, mergulhando e sacudindo a "colher" do bico lateralmente, peneirando a água; apanha pequenos peixes, moluscos e crustáceos, cracas e principalmente larvas.

Bibliografia

Sick, H. 1997. Ornitologia Brasileira. Volume Único, Editora Nova Fronteira.

Fonte: www.informaves.hpg.ig.com.br

Colhereiro
Este mês de Setembro escolhi como ave do mês uma curiosa ave a que chamamos de colhereiro. O seu nome deve-se principalmente à ponta do seu bico, que tem a forma de uma espátula (daí o nome espanhol, 'espátula', pois realmente não se parece nada com uma colher).



Comecemos pela classificação e características físicas:

Classificação Taxonómica
Reino: Animalia (animais)
Filo: Chordata (Cordados)
Classe: Aves (aves)
Ordem: Ciconiiformes (aves com formato de cegonha)
Família: Treskiornithidae (íbis e colhereiros)
Género: Platalea (colhereiros)
Espécie: leucorodia (colhereiro-comum - Platalea leucorodia)

O colherereiro é, de modo geral, fácil de identificar. A sua cor é principalmente branca, com pescoço comprido, ganhando algumas manchas de outras cores muito ténues na época nupcial. As patas e o bico são pretos. Durante a época nupcial, ganha um penacho branco na cabeça como as garças e a 'espátula' do bico fica com a ponta amarela, o que com um telescópio é bem fácil de ver. De forma geral, quando voa também é inconfundível.







A silhueta branca com patas e bico pretas chama a atenção para uma garça-branca, mas se olharmos paro bico, mesmo em voo é fácil perceber que tem uma forma estranha. Os juvenis apresentam as pontas das asas pretas.

Os colhereiros comem um pouco de tudo, incluindo vegetais, rãs e na sua maioria insectos e larvas que apanha realizando movimentos ceifantes (um comportamento característico deles) com o bico nas lamas ou em águas muito pouco profundas. Os colhereiros, tal como as garças com que por vezes convivem, fazem ninhos em colónias nas copa de árvores próximas de zonas aquáticas, chegando a constituir por vezes plataformas de ninhos unidas.

Em Abril, põem normalmente cerca de 4 ovos manchados, que são incubados durante 25 dias, atingindo a cria a emancipação aos 50 dias. Por causa deste modo de nidificação os colhereiros gostam de todo tipo de zonas húmidas de baixa altitude e junto à costa, e quando é para nidificarem, zonas húmidas com árvores de tamanho considerável.

O colhereiro é uma ave de distribuição bastante alargada. A sua área de nidificação abrange a parte mais a leste do Sul e Interior da Europa, estando apenas ausente na Europa do Norte, e estende-se pela Ásia Central e Índia até à China (mas quase três quartos da população mundial reproduzem-se na Europa). Para invernar migra para áreas do Norte de África.

O colhereiro é uma daquelas aves que em Portugal são observáveis todo o ano, não porque são residentes, mas porque existem tanto populações nidificantes (das poucas da Europa Ocidental) como invernantes (que invernam a norte do habitual). Como nidificante, existem algumas colónias no Escaroupim, Paúl do Boquilobo e até na Ria Formosa (Ludo e Sapal de Castro Marim). O melhor sítio para observar uma colónia de colhereiros é mesmo Escaroupim, um antigo porto de pesca avieiro no Tejo, do lado de Salvaterra de Magos, à frente do qual está um pequeno mouchão densamente povoado por vegetação. Mas a vegetação não é a única coisa. Aqui vive a mais diversa colónia de ciconiiformes em conjunto de Portugal, em que convivem dezenas de garças de várias espécies, íbis-pretas e colhereiros. Por outro lado as populações invernantes são mais numerosas, sendo a Lagoa de Santo André, os Estuários do Tejo e do Sado e a Ria Formosa os melhores locais para os ver. Ocasionalmente os colhereiros ocorrem em açudes do interior alentejano. Eu próprio só vi colhereiros três vezes: no Zambujal, no Estuário do Sado; na Ponta da Erva, no Estuário do Tejo e na Barroca d'Alva, no Estuário do Tejo (tudo indivíduos invernantes, mais provavelmente).

O colhereiro está classificado como 'Vulnerável' em Portugal, contudo as populações da Europa Ocidental estão a enfrentar um ligeiro aumento, contrariamente ao grande declínio que ocorre no resto do mundo. As colónias desta espécie, tal como as de garças, são extremamente sensíveis à perturbação humana (lembre-se o caso do Açude da Murta), devendo-se sempre evitar aproximações nestas zonas. Todas as populações de colhereiros se encontram seriamente afectadas pela má gestão das zonas húmidas, com destaque para o Estuário do Tejo, a Ria Formosa e o Paúl do Boquilobo. Neste último caso, eu considero que as pessoas não podem proteger certas espécies se não as conhecerem, e por isso acho bastante útil a criação de observatórios camuflados que permitissem a observação das colónias de aves sem as perturbar, entrando assim na Área de Protecção Total apenas de modo controlado. Por outro lado, existem zonas importantes para a espécie que não beneficiam de um estatuto de área protegida, caso da colónia de Pero Pião, perto de Évora, ou da Ria de Aveiro, da Lagoa dos Salgados e da Ria de Alvor.

Por fim, menciono as outras espécies de colhereiros do mesmo género:

Colhereiro-africano (Platalea alba)
Este colhereiro em vez de apresentar as patas e o bico pretos apresenta-os vermelhos, habita em zonas húmidas do interior africano e terras baixas de Madagáscar, por toda a África a sul do paralelo 17º N (tirando as regiões áridas).

Colhereiro-australiano - (Platalea regia)
Muito parecido com o colhereiro-comum mas habita as zonas húmidas da Austrália.

Colhereiro-asiático - (Platalea minor)
Também muito parecido como colhereiro-comum mas com populações seriamente ameaçadas nas costas da China e da Coreia.

Colhereiro-de-bico-amarelo - (Platalea flavipes)
Também vive na Austrália, mas prefere zonas húmidas interiores e tem o bico com uma cor amarelada






Fonte: ninhodeobservacoes.blogspot.com
Imagem do google

domingo, 22 de novembro de 2009

Carcará



Passando por uma cidade do interior da Bahia me deparei com uma cena curiosa. Um vendedor ambulante com casal de gaviões. Carcará não me contive e tirei umas fotos .
Ele os cria em viveiro, mas sai com eles para tomar Sol.
Com 5 meses de idade com aproximadamente 2 kg
Nome científico: Polyborus plancus
Classe: Aves
Ordem: Falconiformes
Família: Falconidae

O Gavião Carcará é uma ave altiva, imponente e forte, conhecida por sua excepcional visão e coragem, longa raio de ação e controle do território onde habita.

Musica


Carcará

(João do Vale e José Cândido)

Carcará
Pega, mata e come
Carcará
Num vai morrer de fome
Carcará
Mais coragem do que homem
Carcará
Pega, mata e come
Carcará
Lá no sertão
É um bicho que avoa que nem avião
É um pássaro malvado
Tem o bico volteado que nem gavião
Carcará
Quando vê roça queimada
Sai voando, cantando,
Carcará
Vai fazer sua caçada
Carcará come inté cobra queimada
Mas quando chega o tempo da invernada
No sertão não tem mais roça queimada
Carcará mesmo assim num passa fome
Os burrego que nasce na baixada

Estribilho
Carcará é malvado, é valentão
É a águia de lá do meu sertão
Os burrego novinho num pode andá
Ele puxa no bico inté matá
Carcará
Pega, mata e come!



Imagem do google

Grow Coroado




CARACTERÍSTICAS FÍSICAS:

Grow Coroado são pássaros providos de pernas longas, com asas bastante longas, compridas. Os gritos ressonantes deles são produzidos pelas traquéias, e às vezes também pelas cavidades do esterno. O Grow Coroado sempre voam com os pescoços estendidos diretamente para frente.

DISTRIBUIÇÃO e HÁBITAT:

São achados Grows ao longo do mundo menos na América do Sul, nas Ilhas do Pacífico e Nova Zelândia. Grow Coroado são achados na África.

COMPORTAMENTO:

A maioria dos Grow Coroado é fortemente gregária. Eles migram no inverno em bandos grandes. Grow Coroado migram pelo ar normalmente alto em uma formação de V. Eles freqüentemente voam a altitudes consideráveis, segundo notícias tão alto quanto 3 a 4 quilômetros. As cerimônias de dança do Grow Coroado são espetaculares.

Estes pássaros caminham ao redor um ao outro com passos rápidos. Alternadamente, eles saltam alto no ar. Estas artimanhas freqüentemente são entremeadas com movimentos de alongamento das asas.
Os pássaros apanham gravetos ou pedaços de grama nos bicos, lança-os no ar, e apunhala-os com os bicos dando a seus pares. Ambos os sexos fazem estas artimanhas, e os pássaros imaturos dançam freqüentemente como ativamente fazem os adultos.
O dançar às vezes uma parte integrante de namoro, os pássaros se viciam nisto ao longo do ano e alguns acreditam que é mais uma expressão de exuberância e vivacidade que uma exibição sexual, muitos fazem seu galanteios para os seres humanos, o que é maravilhoso, pois a dança desta ave exuberante diante de seus olhos em sua frente é de apaixonar.

www.fazendavisconde.com.br

sábado, 21 de novembro de 2009

Tuiuiú: Jaburu


Considerado o símbolo do Pantanal, o Tuiuiú é a maior ave voadora da planície pantaneira. É uma cegonha; como tal, voa com seu pescoço e pernas esticados, ao contrário das garças e seus pescoços encolhidos durante o vôo. Com até 1,60m de altura e 2,80m de envergadura (medida de uma ponta da asa aberta à outra), utiliza-se, principalmente, das correntes de ar quente ascendentes para voar. Nesses vôos, destaca-se pelas penas brancas da cauda e asa, em contraste com o pescoço, cabeça, bico e pés negros, além do seu maior tamanho, em relação às outras aves na mesma corrente de ar.
Esses deslocamentos podem ser de poucos até centenas de quilômetros. Percorre as distâncias maiores quando as condições locais alteram-se, devido à flutuação natural do ciclo de águas, fazendo escassear as fontes de alimento.
Alimenta-se de peixes e caramujos, embora também coma insetos e pequenos vertebrados terrestres, de forma ocasional. O seu período de reprodução coincide com a baixa das águas, momento em que muitos peixes ficam presos nas lagoas baías e corixos, facilitando sua pesca. Nesta época, o mussum (Symbranchus marmoratum) e a traíra (Hoplias malabaricus) são as principais presas levadas aos filhotes, bem como o grande caramujo aquático pulmonado (Pomacea).
Os ninhos do tuiuiú são as maiores estruturas construídas por aves no Pantanal.

Pesquisa de Texto e imagens do google

Patativa


Canto melodioso e triste. O belo canto da Patativa tem tantos admiradores que, no Brasil, ele já foi citado em música, verso e prosa. Na natureza, o macho (foto) usa o canto melodioso para demarcar seu território.

Hoje, no Brasil, a maioria dos criadores de pássaros tem como objetivo a reprodução das espécies. Porém, até 1967, quando era permitido o comércio dos pássaros brasileiros e esses não eram tão raros, sendo facilmente encontráveis na natureza, os passarinheiros mantinham apenas machos, que em geral têm uma plumagem mais bonita e são bons cantores. Um dos pássaros mais procurados nessa época foi a Patativa, devido à sua beleza, ao seu porte, à sua maneira de pousar e, principalmente, devido ao seu canto.

O canto da Patativa, melodioso e triste, é tão atraente que o nome deste pássaro virou apelido de alguns cantores nordestinos. Devido a ele a Patativa já foi citada em uma música famosa de Vicente Celestino, no romance “Ubirajara”, de José de Alencar, e no poema “As primaveras”, de Casimiro de Abreu.

A Patativa vive nos campos, vegetações ribeirinhas e baixadas, ocorrendo também na Argentina e Paraguai. Durante o inverno, época em que vive em grupos, a Patativa é dificilmente vista, pois fica escondida realizando a troca de suas penas. A partir de setembro anda em casais, e seu canto pode ser percebido ao longe.

Fonte de Pesquisa
planetabird.wordpress.com/

Gaivina-preta


Migrador de passagem pouco comum em Portugal, a Gaivina-preta nidifica um pouco por toda a Europa, embora as suas populações tenham sofrido um declínio acentuado nos últimos anos, fruto da degradação que as zonas húmidas têm sofrido.

CARACTERÍSTICAS E IDENTIFICAÇÃO

A Gaivina-preta (Chlidonias niger) é uma ave de pequenas dimensões, com cerca de 24 cm de comprimento e 64 a 68 cm de envergadura; é mais pequena que a maioria das Andorinhas-do-mar do género Sterna, apenas ligeiramente maior que a Andorinha-do-mar-anã (Sterna albifrons). No que diz respeito às restantes espécies de gaivina, é mais pequena e mais elegante que a Gaivina-de-faces-brancas (Chlidonias hybridus) e do tamanho aproximado, embora menos robusta que a Gaivina-d’asa-branca (Chlidonias leucopterus).

As aves adultas em plumagem nupcial possuem a cabeça, o pescoço e parte da barriga pretos. O dorso e as coberturas das asas são cinzento-escuro e as penas infra-caudais são brancas.
Texto de pesquisas e Imagens do Google

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Gralha Azul


A gralha azul (Cyanocorax caeruleus) é uma ave passeriforme da família dos corvídeos, com aproximadamente 40 cm de comprimento, de coloração geral azul vivo e preta na cabeça, na parte frontal do pescoço e na superior do peito. Machos e fêmeas tem a mesma plumagem e aparência embora as fêmeas em geral sejam menores.

Embora se diga que seu habitat é a floresta de araucárias do sul do Brasil, por força da dieta desta ave que também se alimenta de insetos, frutos e pequenos invertebrados, ela não tem dependência estrita destas florestas e sua área de distribuição abrange desde o sul do Estado do Rio de Janeiro para o sul, até o Estado do Rio Grande do Sul, sendo frequente na Mata atlântica da Serra do Mar.

As gralhas azuis são aves muito inteligentes só suplantadas pelos psitacídeos. Sua comunicação é bastante complexa consta de pelo menos 14 termos vocais (gritos) bem distintos e significantes. Gregárias, as gralhas azuis formam bandos de 4 a 15 indivíduos hierarquicamente bem organizados, inclusive com divisão de clãs, bandos estes que se mantêm estáveis por até duas gerações.

http//: brbioestudo.blogspot.com/

Tiê-sangue: sangue-de-boi



O Tiê-sangue (Ramphocelus bresilius), também conhecido como Sangue-de-Boi é uma ave sul-americana passeriforme da família dos traupídeos reconhecida pela beleza de sua plumagem vermelha.

Distribuição
O tië-sangue é encontrado na porção oriental do Brasil, da Paraíba até Santa Catarina. Vive em áres desmatadas ou em campos sujos, capoeiras baixas e restingas. Esse bicho é muito lindo e é raramente encontrado(no caso visto por alguém tão facilmente). Esse animalzinho pequenino é um dos bichos á beira da extinção,isso por causa do desmatamento de seu habitat natural então ele tem que dar um jeito de se virar,morando em areas desmatadas.

Aparência
A plumagem do macho é de um vermelho-vivo, que lhe deu origem ao nome. Parte das asas e da cauda são pretas. A espécie apresenta dimorfismo sexual, sendo a plumagem da fêmea é menos vistosa, de cor parda.

Dieta
O tiê-sangue é frugívoro, tendo predileção pelos frutos da embaúba. Como as árvores do gênero Cecropia são bastante comuns em áreas em recuperação, bem como em locais próximos a cursos ou reservas de água, o Tiê-Sangue, apesar de não raro ser vítima de contrabando, não encontra-se imediatamente ameaçado de extinção

Imagem e texto
Pesquisas Internet

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

AVES....


Tão simples!... Fôssemos aves
e a vida era só voar
por céus de tintas suaves
que ninguém sabe pintar.



Fôssemos bichos do monte
em vez de sermos pastores:
tínhamos vinho nas fontes
e o prato-cheio das flores.


Fôssemos nós os ribeiros
tagarelas das quebradas,
não os tristes marinheiros
do mar das águas salgadas.


Fôssemos nós a candeia
de alumiar aos serões,
sem o mêdo da alcateia
e das rondas dos ladrões.


Fôssemos nós, meus amigos!
os gordos cachos das vinhas,
em vez de pobres mendigos
que pedem pelas alminhas.



Fôssemos como o pinheiro
tão assisado e plebeu:
que as pinhas são mealheiro
onde tem sempe de seu!



Fôssemos antes o foo
dalguma braza esquecida,
em vez de andarmos no jôgo
de luz e trevas da vida.


Fôssemos nós como as cabras,
as afilhadas da terra,
em vez destas feras bravas
com sêde e fome de guerra.


Fôssemos linho e frescura
para as arcas do bragal,
em vez desta carne impura
sempre em pecado mortal.


Fôssemos nós a vidraça
que é tão fiel para a luz,
em vez de sermos da raça
que pregou Cristo na cruz.


Fôssemos nós pedras mudas,
rudes, sem eira nem beira,
em vez de sermos o Judas
que se enforcou na figueira...

... Felicidade! ... Afinal,
fôssemos nós naturais
e limpos de todo o mal,
não era preciso mais!...


In "Caminhos" 1933

Poemas e Imagem disponibilizada internet

Canção da Felicidade



Felicidade, felicidade,

Ai quem ma dera na minha mão!...

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Flamingo Rosa (soneto)

Flamingo rosa, minha alegria
Regressas sempre p’la tardinha
Trazes beleza e simpatia
À natureza amiguinha

Minha ave de lindas cores
Que bonito é esse porte
Tua pena macia, como flores
Tornam meu coração bem forte

Ó flamingo, flamingo rosa
Doce afago de minha alma
fazes minha vida amorosa

Ofereces-me um fiel amor
Da tua plumagem de cor calma
A meu coração cheio de ardor

De: fernando Ramos
18.7.2006

imagem do google

A Morte-A dor de uma Perda!

Aconteceu numa praça, no Japão.
Não se sabe como o pássaro morreu.
Ele estava ali no asfalto, inerte, sem vida.

Seria um fato corriqueiro, mas o fotógrafo fez a grande diferença.



A Solidariedade
Segundo o relato do fotógrafo, uma outra ave permanecia próxima àquele corpo sem vida e ficara ali durante horas. Chamando pelo companheiro, ela pulava de galho em galho, sem temer os que se aproximavam, inclusive sem temer ao fotógrafo que se colocava bem próximo.


A Solicitação
Ela cantou num tom triste. Ela voou até o corpinho inerte, posou como querendo levantá-lo e alçou vôo até um jardim próximo. O fotógrafo entendeu o que ela pedia e, assim, foi até o meio da rua, retirou a ave morta e a colocou no canteiro indicado.
Só então a ave solidária levantou vôo e, atrás dela, todo o bando.




A Despedida

As fotos traduzem a seqüência dos fatos e a beleza de sentimentos no reino animal.




Uma Questão de Amor e Carinho

Segundo o relato de testemunhas, dezenas de aves, antes de partirem, sobrevoaram o corpinho do companheiro morto. As fotos mostram quanta verdade existiu naquele momento de dor e respeito.


Um Grito de Dor e Lamento
Aquela ave que fez toda a cerimônia de despedida, quando o bando já ia alto, inesperadamente voltou ao corpo inerte no chão e, num grito de não aceitação da morte, tenta novamente chamar o companheiro à vida. Desesperada, mas com amor e carinho, ela se despede do companheiro, revelando o seu sentimento de dor.



Mas, agora, me respondam: Serão os animais realmente os irracionais?

Creio que inrracional somos nós que agimos com total deprezo para com o outro ser humano(A.D).dono do Blog

Fonte da Pesquisa

http://www.clubedocriador.co



Papagaio Inteligente

Papagaio perdido diz seu nome e endereço


papagaio_africanoUm papagaio doméstico que tinha se perdido no Japão foi devolvido a sua casa pela polícia depois de conseguir comunicar o nome de seu dono e onde ele vivia. As autoridades da Província de Chiba (centro) capturaram no dia 6 de maio um papagaio cinza africano que foi levado posteriormente a uma clínica veterinária.

O papagaio repetia incessantemente o nome “Nakamura Yosuke-kun”, que recebeu de seu dono, Yoshio Nakamura, e o endereço onde vivia, incluindo o número da residência, segundo as autoridades policiais que cuidaram do caso. Os responsáveis da clínica veterinária informaram à polícia no último dia 19 de Maio que o papagaio tinha fornecido esses dados e, pouco depois, as autoridades localizaram Nakamura e lhe devolveram seu animal de estimação. O papagaio cinza africano é uma das espécies de aves mais inteligentes do mundo e é bastante utilizado por pesquisadores.

Pesquisas via Internete

Lenda do Biguá


LENDA DO BIGUÁ

Entre os índios guaranis é conhecida uma lenda sobre o Biguá. Conta-se que era um índio muito forte e jovem que vivia feliz com sua bela esposa chamada Yerutí, em sua choça, nas proximidades de um grande rio.
Entretanto, a beleza da jovem despertou a cobiça de Capiberá, outro guerreiro índio, possuidor de uma índole muito má.
Aproveitando-se da ausência de Biguá, que havia saído para pescar, raptou Yerutí e levou-a para bem longe, amarrada em uma canoa.
Ao retornar, não encontrando sua amada esposa, foi avisado que seu desaparecimento era obra de Capiberá. Desesperado, parte em busca de seu inimigo. Perseguido por Biguá, Capiberá foi alcançado e morto. Entretanto, sua frustração foi intensa, quando sua companheira não foi encontrada.
Partiu imediatamente, buscando-a por todos os lugares que conhecia. Gritou em altos brados o nome de Yerutí, às margens do rio, no interior da selva, mas somente o eco devolvia seu angustioso chamado.
Vencido pelo cansaço e pela falta de esperança de encontrar sua esposa com vida, jogou-se nas águas profundas do rio, porque suspeitava que justamente ali teria perecido a bela Yerutí. Buscou-a mergulhando profundamente no rio, na selva, mas só o eco devolvia o seu angustioso chamado. Vencido pelo cansaço, começava acreditar que havia perecido sua amada Yerutí.
Depois de algum tempo, seus irmãos da tribo avistaram uma ave negra que voava insistentemente sobre a choça que haviam morado o feliz casal, para em seguida embrenhar-se na selva e se jogar nas águas do inquieto rio.
Ao consultarem o feiticeiro, esse garantiu que o tal pássaro era Mbiguá que transformado em ave seguia buscando sua doce companheira.
Esta é uma linda lenda que nos fala sobre o amor das aves. Os pássaros, sem dúvida, amam como nós e talvez com mais ternura e devotamento.
Em algumas espécies, os casais nunca se separam, pois grande é a intimidade que os une. Todos que conhecem o comportamento das aves na natureza, sabem que não estou poetizando.
Se um se separa do outro distraidamente e desse torna-se oculto, o que dá falta do companheiro trata de perguntar por onde ela anda. Logo se comunicam e, embora não se vejam, cada qual fica tranqüilo, mas nunca antes de repetir a "pergunta" e receber, infalivelmente a "resposta".
Caso algum desalmado caçador venha abater um dos cônjuges, podemos observar uma cena pungente. O viúvo lança seu apelo lamentoso, chama inquieto o seu par, corre por todos os cantos, não tem mais sossego nem cuidado com sua pessoa, não mais se esconde, como que suplicando ao caçador que o mate também, pois sua vida não tem mais sentido.


Rosane Volpatto
Fonte: www.rosanevolpatto.trd.br

domingo, 15 de novembro de 2009

Rola-verde


A Rola Verde que é uma generalização residente na reprodução das aves tropicais da Ásia meridional da Índia e Sri Lanka Leste à Indonésia e do norte e leste da Austrália.
A Rola é também conhecida pelos nomes de Green Green-winged Dove e pombo.
Esmeralda é uma Rola atarracada, médias Rolas, tipicamente de 23 a 28 centímetros de comprimento.
As costas e asas são brilhante verde esmeralda.
As penas de voo e cauda são pretas, e as grandes barras pretas e brancas espectáculo na parte inferior das costas em fuga.
A cabeça e underparts são vínica rosa escuro, fading ao acinzentado na parte inferior barriga.
Os olhos são marrom escuro, o projeto vermelho brilhante e pernas e pés ruivo.
O macho tem uma mancha branca na ponta dos ombros e uma coroa cinzenta, o que a mulher carece.
Fêmeas tendem a ter uma Browner tez cinzenta com uma marca no ombro.
As aves jovens assemelham-se as fêmeas mas têm marrom vieiras em seu corpo e na plumagem das asas.‏

Pesquisas e Imagens do google

sábado, 14 de novembro de 2009

Falcão Ave em extinçao


As principais características desta esplenderosa espécie são que esta espécie é uma ave de rapina diurna de médio porte, como também prefere habitats em zonas montanhosas ou costeiras, mas pode também ser encontrado em grandes cidades.
Em Portugal, é uma espécie de passagem (Outono – Inverno), sendo muito rara.
O falcão peregrino mede entre 38 e 53 cm de comprimento e pesa entre 0,6 – 1,5 Kg, sendo as fêmeas maiores e mais pesadas que os machos.
Este demonstra ser o animal mais rápido do mundo, com velocidade de mergulho que chega a atingir 320 Km/h.

Pesquisas via google.


sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Pombas


POMBA AMARGOSA
(Columba Specioza)



POMBA LOPHOTES
(Ociphaps Lophotes)





POMBA APUNHALADA
(Gallicolumba Luzonica)

Imagemn do google

Íbis-de crista

Ibis é considerado uma ave de sorte na China, mas está ameaçado de extinção

A população do íbis-de-crista, uma das aves aquáticas em maior perigo de extinção, chegou a mil espécimes em liberdade na China, o que renovou as esperanças sobre sua sobrevivência. Em 1981, ela estava reduzida a apenas sete.
Segundo publica hoje o site Chinanews, em 2006, o número de aves da espécie subiu 22% em relação a 2005, de acordo com o Departamento Florestal Estatal. A ave é apelidada na China de "tesouro de Oriente" e é considerada como portadora de boa sorte.
O habitat do íbis-de-crista ("Nipponia Nippon", também conhecido como íbis-do-Japão), de cara vermelha e plumas branco-rosadas, se reduz atualmente ao nordeste da China. A espécie desapareceu da Rússia, Coréia do Norte e Japão.

Fonte de Pesquisas.
http: noticias.terra.com.br

Nove cores



Outra ave famosa da família dos faisões é o faisão monal do Himalaia.
Que é o pássaro nacional do Nepal.
Esta ave é descrita como "um pássaro com autoconfiança, sem medo de abrir suas plumas na frente das pessoas e com o bico empinado".
Ele também é conhecido como "o pássaro das nove cores".
Ativistas estão preocupados com a extinção dessa espécie

Imagem de pesquisas internet.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Marreco-Pequim


Na China esta raça é muito apreciada e se chama "Shichinyatze" (marreco de 10 libras) ou "Paitayatze"(marreco branco grande). Desse país foi levada para a Inglaterra e Estados Unidos, respectivamente em 1872 e 73. A Alemanha também se tornou logo um grande criador. Nesses três países formaram-se variedades um pouco diversas. O Pequim alemão‚ mais erguido (posição de pingüim) que o americano e tem o pescoço e o bico mais curtos e grossos. A variedade inglesa tem uma cor mais amarelada e o corpo mais curto e largo.

Descrição

Peso - 4Kg no adulto, 3,5 na fêmea e no jovem e 3 na fêmea jovem.
Plumagem espessa, cor branca de leite. Qualquer pena colorida constitui defeito.

Cabeça grande, cheia arredondada, nunca achatada ou elevada bruscamente na inserção do bico. O bico é de tamanho médio, ligeiramente convexo, largo, amarelo alaranjado, livre de preto, notadamente no jovem, com a extremidade (pinça ou unha) branca. Os olhos são grandes, colocados profundamente, de cor azul plúmbeo escuro.
Pescoço um pouco mais comprido no macho, médio na fêmea, levado para a frente, arqueado.
Asas pequenas, fechadas junto ao corpo, não devendo cruzarem-se.

Dorso comprido, largo, com ligeira depressão na espádua, um pouco inclinado de diante para trás na variedade americana.
Corpo comprido, profundo, ligeiramente levantado na frente e caindo para a parte posterior, de forma que o ventre quase toque o solo, comparável a um bote bojudo, apoiado na pôpa e com a prôa levantada.
Peito amplo, profundo, proeminente, quilha direita para a frente, a prumo.
Cauda curta, bem erguida, as plumas do macho ásperas e sólidas, enroladas, na fêmea, mais delicadas, curtas e não enroladas.
Coxas e Canelas curtas e fortes, colocadas bem atrás. Dedos direitos, As canelas e os dedos são amarelo-avermelhados.
Defeitos - Constituem defeitos graves, o corpo e pescoço caídos, corpo fino, peito chato, parte posterior do corpo pontiaguda, pescoço fino e arqueado como de cisne, cabeça chata, bico comprido, de colher ou manchado de preto, plumagem sedosa ou de outra cor que o branco, corpo curto no adulto.

Fonte de Pesquisas:http://www.agrov.com
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