sábado, 7 de novembro de 2009

Cordon Bleu

DISTINÇÃO ENTRE OS SEXOS
Os machos desta espécie possuem uma mancha vermelha na face e uma cor azul, geralmente mais brilhante do que a das fêmeas.

CARACTERÍSTICAS SOCIAIS
O cordon bleu, de um modo geral, tem um bom convívio com as outras aves. No entanto, durante a época de gestação, podem ser intolerantes, ou mesmo agressivos, relativamente a outras aves da mesma espécie. Para impedir que lutem é aconselhável que em cada gaiola apenas se mantenha um casal.

ALOJAMENTO ADEQUADO
O cordon bleu tanto podem ser criados num viveiro ao ar livre como num viveiro em recinto fechado, repletos de plantas. Temporariamente, também podem viver numa gaiola.

TEMPERATURA AMBIENTE
O cordon bleu não são aves muito sensíveis, mas o abrigo noturno deve proteger da geada, durante os meses de inverno.

ALIMENTAÇÃO
Deve dar-se a estas aves uma mistura de semente para aves tropicais de pequeno porte, com um suplemento de sementes de ervas e milho painço italiano. Também apreciam comer pequenos pedaços de alimentos verdes.
De um modo geral, fora da época de gestação, esta alimentação deve ser suficiente, porém, ao logo da época de gestação, necessitam de proteínas animais suplementares na forma de alimentos à base de ovos.
Especialmente as crias devem alimentar-se regularmente de alimentos vivos, tais como mosquitos da fruta e moscas verdes. Como se verifica com todas as aves graminívoras, o cordon bleu necessitam de areia.

ATIVIDADE
O cordon bleu são aves muito ativas que parecem estar sempre muito ocupadas, movendo-se por todos os espaços do viveiro. Normalmente, vasculham e debicam o chão do viveiro em busca de alimento. Durante o tempo quente, apreciam um bom banho.

Uma tina de cerâmica colocada numa plataforma ou no chão do viveiro serve perfeitamente esta finalidade. Após algumas horas, retire a tina para evitar que as aves bebam a água suja. Os machos cantam, especialmente quando cortejam as fêmeas.
Pesquisas via internet
Imagens google

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Tiziu


No período reprodutivo (novembro a fevereiro) o macho é um cantor incansável, estabelecendo um território e poleiros favoritos.
A partir desses poleiros, expostos, emite o canto pousado ou, mais comumente, levanta vôo na vertical e torna a pousar no mesmo local.
Nesses vôos, aparece em destaque a grande área branca da superfície inferior da asa, contrastando com o negro azulado da plumagem.
O brilho azulado surge como reflexo do sol, não sendo visível em dias nublados ou na sombra (foto).
A fêmea é toda parda, com o peito e barriga finamente riscados de negro e as costas mais escuras.
Ao contrário dos coleiros, com quem associa-se e é difícil de separar no primeiro momento, possui o bico mais pontudo e delicado do que aqueles.
Após o período reprodutivo, o macho faz uma muda das penas do corpo e torna-se semelhante à fêmea. Antes da próxima etapa reprodutiva, passa por nova muda e readquire a plumagem brilhante. Entretanto, quando está parecido com a fêmea, muitas vezes pode ser identificado pelo ventre com bolas escuras, correspondendo à cor do centro da pena.
Pesquisas e imagens do google

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Japu, & Chopim

Um Chopim, Japu, Xexéu, Pássaro-preto ou Vira-bosta (Molothrus bonariensis) Ttodo preto, o macho distinguindo-se por ter um reflexo metálico azulado. É migratório, desaparecendo na época de inverno e reaparecendo no verão. É uma ave parasita, ou seja, tem o hábito de não fazer seu próprio ninho, preferindo por seus ovos no ninho de outras aves, para que estas criem seus filhotes. Por isto costuma-se às vezes usar seu nome como um adjetivo. Dá-se o nome de chopim a uma pessoa folgada, que deixa de fazer suas obrigações para que outros o façam. Sempre é visto aos bandos, que pousam sobre os gramados e ali vão andando procurando sementes e insetos.
Texto de Luiz Fernando Figueiredo, retirado do endereço www.ib.usp.br/ceo/avparq/molbon.htm
Chopim (Molothrus bonariensis)
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Família: Icteridae
Nome científico: Molothrus bonariensis
Nome vulgar: Chopim
Das 5 espécies do gênero, apenas Molothrus badius não é parasita de ninhos. M. bonariensis e M. ater parasitam, respectivamente, cerca de 176 e 216 espécies de aves, pertencentes a várias famílias; suas distribuições geográficas estão em plena expansão. As outras duas, M. rufoaxillaris e M. aeneus parasitam principalmente espécies da mesma família, Icteridade. O parasitismo consiste na postura de ovos no ninho do hospedeiro, cuja fêmea encarrega-se de incubar os ovos e criar os filhotes "adotivos".
Alimentação: insetos e sementes.
Nidificação: esta espécie não constrói ninho e a fêmea põe 4 ou 5 ovos por postura, sendo 1 no ninho de cada hospedeiro
Texto de Pesquisas Internte
Imagem google

Tachã


Também conhecido por Inhuma poca, Chajá, Anhuma do pantanal e Tachã do sul. De coloração pardo-acinzentada escura, com algumas manchas brancas, cabeçuda e topetuda. O pescoço é contornado por uma gola negra realçada por uma segunda penugem branca. A face superior da asa é negra, com grande área branca visível durante o vôo, a face inferior da asa é totalmente branca. Região perioftálmica, anel nu ao redor do pescoço (nem sempre visível), pernas são vermelhas. Não há dimorfismo sexual, as fêmeas são menores que os machos. As patas são curtas e fortes e os três dedos da frente estão unidos por uma membrana interdigital. Altura média de 80 cm e peso em torno de 4kg. É monogâmica e territorialista, constrói ninhos isolados flutuantes ou nos bancos de rios, que podem ser reaproveitados de ano para ano. As posturas são em geral de 2 a 7 ovos brancos e sarapintados que são incubados por 40 a 45 dias. Os juvenis recebem os cuidados parentais de ambos os progenitores durante 3 a 4 meses. Os filhotes nascem com plumagem densa, marrom-amarelada, por volta dos 5 meses completam a plumagem e podem voar. Forma grandes bandos para pernoitar nos banhados
Pequisas do google
e imagens

Rolinha


Fogo-apagou, Rolinha-cascavel .


é

A plumagem é única, pelo padrão pedrês (em algumas partes do Brasil é chamada rolinha-pedrês). Cauda mais longa do que as outras rolinhas, mantida um pouco em pé ao andar no chão. No vôo, aparecem penas avermelhadas das asas, e áreas brancas na asa e cauda. O ruído de saída do vôo parece um chocalho, daí o nome rolinha-cascavel. Macho e fêmea, idênticos, cuidam da construção do ninho e dos dois ovos. Alimentam os filhotes com uma mistura de sementes regurgitadas e um líquido branco, produzido por glândulas no esôfago. É chamado de “leite-de-pombo”, sendo muito rico em nutrientes e um dos responsáveis pela rápida saída dos filhotes do ninho. O choco dura cerca de duas semanas e o filhote voa com 12 dias de idade.


rolinha caldo-de-feijao
Pelo que constatei, a espécie das fotos é a Rolinha caldo-de-feijão ou Rolinha roxa ("Columbina talpacoti"), de cor amarronzada, vista geralmente em bandos, catando grãos no solo nú - na época da reprodução, separam-se aos casais.

Pesquisas do google e Imagens


Aprendendo com os Gansos


Quando os gansos selvagens voam em formação "V", eles o fazem a uma velocidade 70% maior do que se estivessem voando sozinhos. (É que à medida que cada pássaro bate suas asas, é criada uma "sustentação’’ para o pássaro que o segue).

Quando o ganso que está no ápice do "V" fica cansado, ele (ou ela) passa para trás da formação e outro ganso voa para a posição de ponta.

Durante o vôo, os gansos da retaguarda grasnam para encorajar aqueles que vão a frente a manterem suas velocidades.

Os gansos acompanham os fracos. Quando um deles fica doente ou ferido ou é abatido, no mínimo outro ganso sai da formação e segue-o na descida, para ajudá-lo e protegê-lo. Ele permanece na sua companhia até que ele possa voar novamente. Então ele vai em busca de uma outra formação ou se integra ao próprio grupo.

Sendo parte de uma equipe, nós também podemos utilizar adequadamente os recursos disponíveis, para que o fruto do nosso trabalho ganhe em qualidade.

Se tivermos senso de comunidade como os gansos, saberemos revezar-nos na execução das tarefas difíceis compartilhando uma direção comum.

Da próxima vez, ao ver uma formação de gansos voando, lembre-se que é uma recompensa, um desafio e um privilégio fazer parte de uma equipe.

Pesquisas internet
Imagem google

Perdiz: Aves Europeias
















perdiz

Distribuição
 As perdizes desta espécie podem ser encontradas no sul da Europa, Portugal, Espanha, França e Itália para além destas zonas, também ocorre nas ilhas britânicas.
Em Portugal encontra-se distribuída por todo o território continental, podendo ser encontrada no meio da vegetação rasteira, em bandos de cerca de 10/15 indivíduos.
Os locais onde mais facilmente se encontra são o Alentejo e o Nordeste Transmontano.
Protecção
 Dado ser uma das espécies cinergéticas mais procuradas pelos caçadores, necessita de períodos de recuperação bem definidos e de zonas protegidas, para não colocar em risco a sua sobrevivência.
Esta pequena ave não é, por natureza, muito boa a voar, necessitando de bastante espaço para correr, fazendo depois pequenos voos rasantes, a baixa altura, para chegar a locais onde a vegetação seja mais densa e se sinta mais protegida dos predadores.
A sua carne é muito procurada para efeitos culinários, sendo assim desde os tempos da monarquia, onde era muito apreciada e a sua confecção bastante cuidada.
Alimentação
 Muito resistente, alimenta-se de sementes e minhocas que encontra enquanto raspa com as suas patas.
Reprodução
 São aves muito territoralistas, tendo o macho do grupo de afastar outros machos, durante a época da reprodução.A Perdizpõe em média 12 ovos, que demoram cerca de 23 dias a eclodir, nascendo depois os perdigotos, que nessa fase são essencialmente insectívoros.
Tamanho
 As perdizes podem atingir os 35.cm.


Fonte: bicharada.net

Perdiz: ave de carne muito apreciada, encontrada no Brasil e em vários outros países.
Nome comum a diferentes aves de várias partes do mundo. A Perdizbrasileira vive nos cerrados e caatingas das regiões ao sul do rio Amazonas. Tem cor avermelhada com tons amarelos, penas dorsais com listras pretas e garganta esbranquiçada. No entanto, ela não é considerada uma verdadeira Perdiz.
Um grupo de aves do hemisfério Norte é considerado pelos cientistas como o de perdizes verdadeiras. A ave típica desse grupo é a chamada Perdiz-húngara. As maiores perdizes-húngaras alcançam cerca de 30 cm de comprimento. A parte superior do corpo é cinza, com manchas castanhas e negras. A Perdizalimenta-se de grãos, sementes, brotos macios e insetos. Nidifica no chão. A fêmea põe de oito a 20 ovos.
Fonte: www.klickeducacao.com.br

Tapiranga


Nome Científico: Ramphocelus bresilius. Nome Comum: Sangue-de-boi, Tiê-fogo, Tapiranga. Habitat: Capoeira baixa, restinga, plantações. Características: 19,0cm de comprimento, 31g (macho).
Uma das mais espetaculares aves do mundo. A soberba plumagem rubro-negra do macho só é adquirida no segundo ano de vida. Distintivo importante do gênero, e que ocorre exclusivamente no sexo masculino, é a calosidade branca reluzente da base da mandíbula. Hábito alimentar Frugívoro. Água Filtrada, renovada diariamente, em bebedouro limpo.
Frutas, legumes e verduras Frutas: maçã, mamão, laranja, goiaba, caqui, banana e frutas de época.
Legumes: cenoura ou beterraba. Verduras: escarola, serralha, couve.
Ração Diariamente: ração peletizada comercial para sabiás.
Alguns criadores fornecem ração para cães filhotes triturada, de maneira que se formem partículas de diversos tamanhos. Mistura branca Deve ser adicionada diariamente às frutas batidas no liquidificador, às quais darão sabor, corpo e consistência ao alimento a ser servido

Fontes de Pesquisa
www.fazendavisconde.com.br

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Don-fafe

Com 17 centímetros de comprimento o dom-fafe é o membro maior da família dos fringilideos
Possuí uma grande cabeça com um bico bastante forte ideal para quebrar sementes.
É uma ave sociável que se desloca em pequenos grupos procurando bagas e sementes.


O Dom-Fafe encontra-se espalhado desde a Europa até aos confins da Ásia.Mede entre 14 a 17 cm aproximadamente.O Macho distingue-se da fêmea pelo vistoso peito de uma cor rosa avermelhada.Dão-se bem com aves de outra espécie,especialmente espécies canoras.
Imagem google
Texto de pesquisas internet

domingo, 1 de novembro de 2009

Aves :


Toda a gente quer compreender a pintura. Porque não há nenhum esforço para compreender a canção dos pássaros? (Pablo Picasso)

Uma ave não canta por ter uma resposta, canta porque tem uma canção. (Provérbio chinês)

Araras Azuis

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