quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Garça-vaqueira"




 
 
 
 
 
Fonte: Aves do Pantanal





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Plumagem branca, em especial quando juvenil. No período reprodutivo desenvolve uma plumagem alaranjada no alto da cabeça, peito e costas. Essa coloração diferenciada permanece, embora esmaecida, na plumagem do adulto. Um pouco maior do que a garcinha (no fundo da segunda foto), mas se diferencia pelo bico amarelo, de formato mais cônico, pernas e pés totalmente negros. No auge do período reprodutivo, as pernas e pés ficam alaranjados por completo, diferente da garcinha que sempre mantém os pés amarelos em qualquer época do ano ou idade.É uma garça insetívora, caçando seu alimento longe da água e associada, principalmente, ao gado. No Pantanal pode ser vista junto a capivaras, quando essas estão caminhando fora d’água.Trata-se de uma espécie recém-chegada ao continente americano, vinda da África. No continente africano está sempre associada às manadas dos grandes herbívoros, apanhando gafanhotos e outros insetos espantados pelo deslocamento dos animais na savana. Atravessou o Atlântico há pelo menos 100 anos, com registros iniciais na região do Caribe. Espalhou-se rapidamente pelo continente e hoje ocupa todas as áreas abertas onde o gado esteja presente, ajudando a controlar gafanhotos e cigarrinhas nas pastagens. Em 1965 foi registrada pela primeira vez no Brasil, na Ilha de Marajó.Reproduz-se em colônias e, mesmo fora do período reprodutivo, é muito gregária, possuindo pousos noturnos de dezenas, centenas (rio São Lourenço, próximo à reserva) ou mesmo milhares de indivíduos. No final das tardes, começam a voar em grupos de retorno a esses pousos, algumas vezes cobrindo distâncias de algumas dezenas de quilômetros. Tanto esses pousos, como os ninhais reprodutivos, localizam-se em galhos sobre a água. Na região da reserva ainda não foi registrada reproduzindo-se. Em outros locais nidifica em colônias próprias ou associadas a outras garças, especialmente à garcinha. Ocorre em toda a RPPN, com maior freqüência nas vizinhanças de fazendas de gado do entorno.



http://passaredobrasileiro.blogspot.com/search/label/Garça-vaqueira


Garça-azul






Nome Científico: Egretta caerulea
Família: Ardeidae
Ordem: Ciconiiformes
Distribuição: Esta ave está em todo o litoral brasileiro, no Pantanal e também na Bacia Amazônica. Fora do Brasil é encontrada desde o Sul dos Estados Unidos e América Central até a Colômbia, Peru, Chile e Uruguai.
Habitat: Manguezais, lamaçais, alagados, rios e lagos, além da região costeira.
Alimentação: Invertebrados e peixes.
Reprodução: Os ninhos, em forma de plataforma, são construídos de gravetos, entre 1 e 3 metros acima da água. Quase sempre o território escolhido para isso são os mangues. A cada gestação são postos de 2 a 5 ovos azuis.
'Esta ave, conhecida como garça-morena (sobretudo no Pará), chega a medir até 52 cm de comprimento.

Em geral vive sozinha ou em grupos. Visualmente, quando adulta, tem uma plumagem cinzento-azulada (ou azul-ardósia), com a cabeça e pescoço em tons violáceos, e o bico, tarso e dedos, anegrados.

Na juventude a garça-azul, apesar do nome, é branca. Tem ainda um estágio de transição onde chega a ser "malhada". Só com um ano de idade é que ela fica parecida com os pais.

Ao contrário de outras garças, costuma ter movimentos mais lentos.



http://eptv.globo.com/terradagente/0,0,2,545;4,garca-azul.aspx

domingo, 18 de dezembro de 2011

Aves Raras

O projeto “Os mais raros do mundo” começou em 2010 para destacar os animais mais ameaçados do mundo e levantar fundos para sua conservação. A competição fotográfica lançada no mesmo ano somente para aves recebeu milhares de imagens e as ganhadoras farão parte do livro As aves mais raras do mundo que será lançado em 2012 pela editora WILDGuides e os recursos serão doados à Birdlife International. O projeto não tem registro fotográfico de 79 espécies, a lista e o envio de imagens podem ser acessados aqui. (texto e tradução Renata Nitta)

Categoria Criticamente ameaçado

1º Lugar

Kakapo Strigops habroptila (Clique para saber mais)
por Shane McInnes
É um papagaio grande, não voador da Nova Zelândia e uma das aves mais raras de todas, com apenas 124 indivíduos vivos atualmente. A principal razão para seu declínio é a predação por mamíferos introduzidos, especialmente gatos selvagens.



2º Lugar

Pato Mergulhão Mergus octosetaceus
por Sávio Freire Bruno
Este pato que se alimenta de peixes é restrito aos rios com corrente rápidas no Brasil central e nordeste da Argentina. Com menos de 250 indivíduos e em declínio, as maiores ameaças para sua sobrevivência são as mudanças na vazão hídrica e a poluição.


3º Lugar
Fragata da Ilha Christmas (Fregata andrewsi)
por David Boyle
Grande ave marinha cleptoparasita que se reproduz somente na Ilha Christmas no Oceano Índico. População adulta composta por 1220 casais e em declínio, a maioria em uma única colônia. Maiores ameaças: perda de árvores usadas para durante período reprodutivo, poluição de fosfatos usados em mineração, ciclones e provavelmente a introdução da formiga Anoplolepis gracilipes

4º Lugar
Corujinha da floresta (Athene blewitti)
por Dr Jayesh Joshi
Endêmica da região central da Índia, até sua redescoberta em 1997, era conhecida somente pelos sete espécimes coletados durante do século 19 em quatro lugares. Esta espécie tem um população muito pequena, extramamente fragmentada com menos de 250 indivíduos.


Categoria Em perigo

1º Lugar
Íbis do Japão (Nipponia nippon)
por Quan Min Li
Ave aquática de tamanho médio que antigamente se reproduzia na Rússia, no Japão e na China mas teve sua população severamente reduzida. Hoje se restringe à província de Shaanxi na região central da China, onde somente 250 indíduos sobrevivem mas a população está se aumente lentamente graças às ações de conservação. Por se alimentar de pequenos moluscos e crustáceos em plantações de arroz, a razão para o declínio populacional estão relacionadas com a susbtituição de plantação de arroz por trigo.


2º Lugar
Grou da Manchúria ou Grou japonês (Grus japonensis)
por Huajin Sun
Um grou de porte grande que ocorre na Rússia e China oriental e no Japão. Com uma população de 1700 indíduos adultos, está em declínio contínuo devido à degradação e conversão das áreas úmidas.


4º Lugar

Abetarda indiana Ardeotis nigriceps
por Csaba Barkóczi
Esta magnífica abetarda das pradarias áridas na Índia sofre com o contínuo declínio de sua população e hoje restam menos de 1000 indivíduos como resultado de caça e do desenvolvimento da agricultura.


Categoria Criticamente em perigo migratória

1º Lugar

Periquito de barriga laranja (Neophema chrysogaster)
por David Boyle
Pequeno papagaio que se reproduz em uma pequena área no sudoeste da Tasmânia e migra no inverno para a costa sudeste da Austrália. A população na natureza é provavelmente menos de 150 indvíduos e em declínio devido à perda de seu habitat de inverno, resultado do desenvolvimento urbano, industrial e da agricultura.


Veja mais AVISTAR 2010 - O concurso de fotos de aves brasileiras

Araras Azuis

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