sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Lendas de Aves


Reflexão do Pavão com o Urubu


Tem um conto japonês milenar que é mais ou menos assim:
Em uma planície, viviam um Urubu e um Pavão. Certo dia, o Pavão refletiu:
-Sou a ave mais bonita do mundo animal, tenho uma plumagem colorida e exuberante, porém nem voar eu posso, de modo a mostrar minha beleza. Feliz é o Urubu que é livre para voar para onde o vento o levar.






O Urubu, por sua vez, também refletia no alto de uma árvore:
- Que infeliz ave sou eu, a mais feia de todo o reino animal e ainda tenho que voar e ser visto por todos, quem me dera ser belo e vistoso tal qual aquele Pavão.
Foi quando ambas as aves tiveram uma brilhante idéia em comum e se juntaram para discorrer sobre ela: cruzar-se seria ótimo para ambos, gerando um descendente que voasse como o Urubu e tivesse a graciosidade de um Pavão...
Então cruzaram... e daí nasceu o peru:





QUE É FEIO PRA CARANBA E NÃO VOA!!!



Moral da história: "Se tá ruim, nem vem com 'gambiarra' que só piora!"




FONTE DO TEXTO
http://route76.blogspot.com/2009_03_01_archive.html

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Pelicanos Curiosidades


Como os pelicanos aprendem a mergulhar para pegar peixes?
Nos Estados Unidos, o Pelecanus occidentalis carolinensis e o Pelecanus occidentalis californicus mergulham atrás de cardumes de peixes de alturas impressionantes ou flutuam na superfície da água para catar peixes e a água sai pela lateral de seu bico. Eles inclinam a cabeça para trás e engolem o peixe no próprio local. Para os pelicanos mais jovens, alguma experiência precoce no mergulho para "pescar" os peixes vem durante seu tempo no ninho, relativamente longo, quando passam da alimentação de pedaços semi-digeridos de peixe regurgitados pelos pais para a busca de seu próprio peixe no bico dos pais, até mesmo dentro da goela. Os filhotes podem mergulhar até a altura do ombro para que os pais vomitem o peixe. Os pelicanos são bem alimentados no ninho de nove a 11 semanas – nessa época, eles já possuem penas e estão prontos para viverem sozinhos. O índice de sucesso de cada mergulhada é altamente variável e depende da experiência. Pelecanus occidentalis californicus adultos trazem peixe em cerca de dois terços dos mergulhos, enquanto os mais jovens parecem ter bem mais dificuldade. Menos da metade sobrevive no primeiro ano após deixar o ninho.


Fonte do Texto e Imagem
http://tudolevaapericia.blogspot.com/

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Aves Migratórias





Mudança climática cria descompasso para aves migratórias


As mudanças climáticas estão criando um grande problema para as aves migratórias. Todos os anos, diversas espécies passam o inverno em áreas mais quentes do globo e voltam a sua origem na primavera para reproduzir. Um grupo de cientistas da Europa constatou que os pássaros, tentando seguir o adiantamento da primavera, chegam aos locais de reprodução antes do previsto e com isto, estão tendo mais dificuldade em encontrar parceiros para procriar e até mesmo encontrar comida. Eles alertam que o resultado esperado para este descompasso é uma provável diminuição das populações. O grupo analisou por 51 anos a migração de 117 espécies de pássaros e constatou que em média as aves chegaram uma semana mais cedo ao norte da Europa do que há anos atrás. Mas o adiantamento não se mostrou uma solução. O avanço na data de chegada para as áreas de reprodução, o que de fato ocorreu para a maioria das espécies, não foi totalmente compensado pela mudança climática e assim, acontece o descompasso.O período de abundância de alimento como insetos é curto em áreas como o Norte da Europa, ocorrendo uma incompatibilidade entre os animais e o ecossistema. De acordo com o estudo, o problema foi notado principalmente nos pássaros que passam a inverno na África subsaariana e nas espécies que viajam por longas distâncias.
foto 1: A ave migratória papa-moscas-preto (Ficedula hypoleuca) passam o inverno na África e voam para se reproduzir no norte da Europa
foto 2: O cuco-canoro (Cuculus canorus) percorre longas distâncias e em vez de construir seu próprio ninho, utiliza o de outras aves
foto 3:Andorinha-de-pescoço-vermelho (Hirundo rustica) encontrada tanto na província do Cabo, na áfrica do Sul, quanto no Norte da Europa
foto 4:Facilmente notado, o bando do andorinhão-preto (Apus apus) faz ruído por onde passa
foto 5:A laverca (Alauda arvensis) é conhecida por seu canto interminável
foto 6:Toutinegra-de-barrete-preto (Sylvia atricapilla) tem canto melodioso e faz migrações de curta distância
foto 7:O pisco-de-peito-ruivo (Erithacus rubecula) é monogâmica e territorialista, mas os passarinhos da escandinávia, migram para o sul da Europa no inverno
foto 8:O tentilhão (Fringilla coelebs) faz migração curta para o sul da Europa

Fonte: Último Segundo
Fonte da Minha Pesquisa e Imagens parcial
http://tudolevaapericia.blogspot.com/

terça-feira, 30 de novembro de 2010

O amor entre as aves!







Algumas espécies de aves reproduzem-se em cativeiro.
A Natureza com ajuda do homem e seus cuidados dão continuidade à fauna que devido ao clima e ocupação desordenada do meio ambiente que cada dia fica mais degradado.






Eis o resultado o ciclo da vida continua!





Imagens e Pesquisa.

http://vilafauna.blogspot.com/s

CRIAR À MÃO



Todas as pessoas que desejam uma ave como animal de estimação, quer uma ave mansa, criada à mão. Grande parte dos pequenos criadores querem começar a criar à mão após a primeira criação sem terem lido bastante sobre esse assunto.
Encontramos algumas informações na Internet, mas só os pontos principais, porque os pormenores ficam ocultos. Estou aqui para transmitir o que sei. Vou tentar não omitir nada, mas aviso desde já que uso o meu próprio método e não sou dono da razão absoluta, logo, outros criadores utilizarão modos diferentes e possivelmente com uma taxa de sucesso superior à minha.
Gostaria de lançar um apelo a todos os criadores experientes na arte de criar à mão, que também contribuíssem com um artigo sobre o seu próprio método aqui no portal.
Separação dos Pais
Em termos gerais, quando se pretende criar uma ave à mão, devemos separá-la dos pais por volta dos 8-10 dias, antes de abrirem os olhos. E já tendo um tamanho menos “frágil”, se é que poderei utilizar este termo. Não esquecer de deixar pelo menos uma ou duas crias (de preferência duas) para os pais biológicos criarem. Podemos criar à mão espécies diferentes em simultâneo.
Pergunta: Porquê aos 8-10 dias e não antes ou depois?
Resposta: Antes dos 8 dias é muito complicado criar, só quem tem muita experiência e condições atmosféricas (Temperatura e Umidade) especiais é que conseguem ter sucesso. Também é importante que os pais biológicos transmitam as enzimas e probióticos naturalmente, por isso a importância dos primeiros dias com os pais biológicos. Depois dos 10 dias, ou melhor, depois dos olhos abertos, eles já reconhecem os pais como sendo as aves e não nós, logo vão ter medo de nós, será menos fácil alimentá-los, mas muitos criadores utilizam este método (depois dos 15-20 dias), porque as aves já são um pouco mais resistentes, não precisam de ser alimentadas com tanta frequência.
Alojamento
Um dos grandes problemas de sobrevivência das crias quando afastadas dos pais biológicos é manter a temperatura adequada, juntamente com a humidade. Se já obteve criações de Agapornis, já viu com certeza que os ninhos que eles constroem ficam quentes e úmidos.
Existem Maternidade ou incubadoras preparadas especialmente para alojar os recém nascidos. Um método mais caseiro para alojar os recém nascidos é arranjar uma caixa forrada com algodão, pedaços de lã ou serradura. Depois papel absorvente por cima onde as aves (deve sempre criar mais do que uma de cada vez para se aquecer mutuamente) ficarão alojadas. Uma Luz de infra-vermelhos por cima para fazer calor (controle a distância através de um termómetro - mais perto mais calor, mais longe menos calor), essa temperatura deve rondar os 30º C (cuidado para não ficarem desidratados = luz Infra-vermelhos), deve tapar uma parte do caixa (fazer teto) para ficar mais escuro, de modo a que as aves não tenham luz direta (infra-vermelhos), mas não deixando perder temperatura.
Alimentação
Para que haja mais probabilidade de sobrevivência das crias, não devemos exagerar na quantidade de alimento de cada refeição, ou seja, devemos dar pequenas quantidades, várias vezes por dia. Com a experiência vai aperfeiçoando a quantidades certas.
Na primeira semana (entre os 10-18 dias de vida) a papa deve ser preparada mais líquida e a uma temperatura a rondar os 37,5º C a 38,5º C, se tiver que alimentar várias crias em simultâneo, deve ter cuidado para a papa permanecer sempre à mesma temperatura (método caseiro “banho-maria”).
Na 4ª Semana já pode ir engrossando a papa, mas sem exagerar. Eu utilizo para alimentar as minhas aves a papa para crias da Nutribird, existem outras marcas com excelentes qualidades na composição da mesma. Deve repetir a refeição sempre que o papo da ave se apresentar vazio “murcho”. Ter em atenção no manuseamento da ave durante a refeição. Limpar os restos de comida com um cotonete em água morna para não secar e obstruir nenhum canal (cuidado para não deixar fios de algodão na ave).
A papa preparada que sobrar deve ser deitada fora. Com o tempo irá conseguir preparar somente a papa necessária para alimentar as crias. A papa é dada em seringa ou colher dobrada, sendo o primeiro método, o mais fácil e o mais eficaz. A seringa de preferência deve ser jogada fora após cada utilização (seringas descartáveis) ou após cada utilização lavá-la bem e colocá-la alguns segundos em água a ferver. Alguns criadores por falta de tempo, só alimentam as crias 5x/dia no máximo na 3ª semana de vida e elas sobrevivem na mesma. Eu alimento no mínimo 6x/dia. A 3ª semana de vida (1ª semana alimentada por nós) é fundamental para a sua sobrevivência, logo não arrisco muito.
Exemplo da Alimentação manual
3ª Semana – alimentação – 6x ou 7x/dia
4ª Semana – alimentação – 5x ou 6x/dia
5ª Semana – alimentação – 4x/dia colocando comida e água à disposição
6ª Semana – alimentação – 3x/dia colocando comida e água à disposição
7ª Semana – alimentação – 2x/dia colocando comida e água à disposição
8ª Semana – alimentação – 1x/dia colocando comida e água à disposição
A ave efetuará o desmame sem problemas.
Higiene
Para evitar o risco de contaminação, é muito importante a limpeza do material que foi utilizado na preparação e fornecimento da papa, como tigelas, sondas e seringas.Pontos importantes na domesticação da ave
1. Durante as 6ª Semanas de vida só as agarre para alimentá-las, deixe as aves descansarem.
2. Cuidado com as diferenças de temperatura quando for alimentar a ave
3. A ave deve ser manuseada sempre com muito cuidado e carinho
4. Não esteja sempre com ela na mão, é preferível tirá-la da gaiola várias vezes por dia, mas pouco tempo de cada vez.
5. É necessário muita dedicação (tempo livre e paciência)
Resumo
Não é nada fácil criar à mão, porque é preciso muita dedicação. Só aconselho a quem tem muito tempo livre. E por vezes acontece o que menos desejamos, a morte de uma cria. Esta parte é a mais dolorosa e que nos faz pensar, se efectivamente, deveríamos ou não, deixar os pais biológicos criarem as suas crias?! Mas deparo-me por vezes, com crias mortas no ninho dos pais. Ao criar à mão estou a dar uma probabilidade maior de sobrevivência das crias. Os pais com menos crias no ninho, criam com uma taxa superior a 95%, e eu, ao criar algumas crias estou a diminuir a taxa de mortalidade das mesmas.
Espero com este artigo ter desmistificado a arte de criar à mão.

Cumprimentos Psittaciformes,
Luis Maximiano
Copyright &copia; por Corga dos Psitacideos Todos os direitos reservados.
ESTE TEXTO FOI INTEGRALMENTE RETIRADO DO SITE: http://www.psitacideos.com/modules.php?name=Content&pa=showpage&pid=22
Este post foi retirado do blog
e imagem de outro post.
http://vilafauna.blogspot.com/

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Udu


O udu foi eleito ave símbolo de Bonito. Bicho tímido, pra observar tem que estar atento. Felizmente não é tão tímido quanto o seu parente próximo da Mata Atlântica, a juruva-verde. Numa RPPN próxima, o Buraco das Araras, um verdadeiro espetáculo de araras voando. Lindo demais. O cerrado em volta ficou devendo outra visita, pois também tem muito bicho.

Araras Azuis

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