terça-feira, 6 de junho de 2017

Calopsitas.

Tipos e Raças



Lutina:

   Ave branca apresenta ausência de melanina, por essa razão o bico e pés são rosados e olhos avermelhados. A sua coloração vai desde uma coloração no corpo quase branca até um amarelo forte.  Existe ainda a combinação do lutino com outras mutações, surgindo então Lutino-Pérola, Lutino-Arlequim, Lutino-Canela, etc. Algumas ave lutinas e albinas apresentam uma falha de penas logo abaixo do topete, que é uma herança de falha genética.  




 Cinza:

A variedade original, encontrada na natureza, tem o corpo cinza com as bordas das asas brancas. A crista do macho é amarela sobre uma cabeça amarela e, na fêmea, cinza amarelado com a cabeça cinza. Ambos têm as "bochechas" formadas por uma mancha vermelha, circular, em cada lateral da cara, de tom mais suave na fêmea. A cauda é totalmente negra no macho e na fêmea intercala negro com amarelo na parte de baixo.
No macho adulto, a cabeça é amarela, com duas manchas circulares laterais (bochechas) de cor vermelha, crista amarela, corpo revestido com penas de cor cinza, com o dorso mais escuro, bordas das asas brancas e cauda negra.
A fêmea adulta apresenta a mesma coloração dos filhotes. O corpo é de cor cinza, cabeça também cinza com as bochechas de cor vermelha mais suave, crista cinza-amarelada, bordas das asas brancas e face interior da cauda estriada de amarelo e preto, com penas laterais externas amarelas. Em ambos os sexos, os olhos são marrons, o bico cinza escuro e as pernas e pés, cinza escurecido.

Perola:


Surgiu pela primeira vez na Alemanha Ocidental em 1967. É uma mutação que afeta as penas individualmente (há uma falta de melanina no centro de cada pena, individualmente), fazendo com que haja uma falta de coloração uniforme, resultando em penas com coloração em forma de "concha". São aves extremamente vistosas, sendo que o padrão básico pode variar bastante. De modo geral, mostram as duas manchas laterais à cabeça, as faces são amarelas salpicadas de cinza, e a crista amarela riscada de cinza. As penas das costas exibem um padrão “escamado”, resultante da ausência de melanina no seu centro, podendo a cor desta parte das penas variar do branco ao amarelo. As penas das asas são cinza, com faixas amarelas. A cauda é amarela, e o peito e a barriga, listrados de amarelo e cinza. As fêmeas carregam o perolado nas costas, asas, nuca e cabeça, com uma concentração maior nas costas. Os machos adultos podem perder totalmente o perolado, principalmente na cabeça e na nuca.


   Arlequim:
É a mutação mais antiga, surgida nos EUA em 1949. Mutação que causa alteração ou disrupção da coloração normal em áreas randômicas. Esse padrão é extremamente variável, podendo apresentar aves bastantes semelhantes ao normal até aquelas com poucas áreas de cor cinza, predominando o amarelo claro e apenas algumas penas de coloração cinza. A cabeça exibe um amarelo forte, bochechas vermelhas e crista amarela. Idealmente, uma arlequim deve mostrar 75% de penas com ausência de melanina e 25% com presença. Um arlequim puro possui, idealmente, uma máscara “limpa”, livre de manchas cinzas, uma cauda limpa e asas de vôos com um balanço igual de marcas, com simetria perfeita. Nesse padrão, é virtualmente impossível a distinção de sexo (uma vez que a marcação arlequim obscurece as diferenças de plumagem), só sendo possível no caso em que a fêmea apresente barras na parte inferior do rabo. São reconhecidas quatro classificações de arlequim: claro (ou light, com 75% ou mais de melanina), escuro (ou heavy, com apenas 25% de melanina), reverso (ou reverse, com marcações apenas nas asas de vôos, tendoo restante do corpo sem melanina) e limpo (ou clear, um pássaro totalmente amarelo ou branco; é também chamado de lutino com olhos pretos).
 Canela:

Também conhecida como Isabelino, surgiu pela primeira vez na Bélgica, em 1960. As aves são semelhantes ao padrão normal, com exceção da alteração na coloração da melanina, produzindo uma coloração marrom-claro (ou canela). Também as pernas e os olhos são de coloração mais clara. Os machos adultos são um pouco mais escuros que as fêmeas (em razão da maior presença de melanina). Algumas fêmeas podem ter mais amarelo na face do que os machos, além de apresentarem o barramento típico sob as asas da cauda.





         
  Cara branca: 
O padrão Cara Branca surgiu na Holanda por volta de 1969. No final da década de 1970 passou a ser produzido na Alemanha e Inglaterra. Essa mutação causa perda do pigmento psitacina (que confere tons amarelo e laranja), causando a falta da pigmentação laranja e amarela nas bochechas e no corpo. A fêmea tem o corpo cinza, bordas das asas brancas e face interior da cauda com estrias pretas e brancas não apresentando a “bochecha”, tornando a face inteiramente cinza. O macho segue um padrão parecido com o normal, porém com a face totalmente branca e as cores cinzas com um tom mais escuro, crista cinza e bordas das asas brancas.




Fulvo:
Surgidos em 1971, nos EUA. Semelhante ao canela (também há mudança da coloração da melanina de preto para marrom), mas aqui também ocorre uma diminuição da densidade da melanina, fazendo com que pareçam um canela pálido. O amarelo é mais pronunciado (principalmente embaixo do corpo e crista), olhos são vermelhos e peito é de coloração mostarda ou creme. As fêmeas costumam ser mais bonitas que os machos, por apresentarem cores mais brilhantes. Os sexos são praticamente iguais, tornando-se mais difícil a identificação.







Ave inteiramente branca, com os olhos vermelhos e pés rosados, com ausência total de qualquer pigmentação (na realidade, resultam da combinacao de duas mutações: lutino e cara branca). As fêmeas são mais fáceis de ser encontradas, por ser um padrão com herança ligada ao sexo.





Cara Amarela: 

surgida na Europa na década de 80. Ainda não há notícia de sua existência no Brasil. Os primeiros exemplares deste padrão chegaram aos EUA por volta de 1992. São em tudo semelhantes aos demais padrões, diferindo apenas na cor das bochechas, que, ao invés de serem vermelhas, mostram-se amarelas. A principal diferença entre os sexos é o amarelo da bochecha, que é mais forte no macho. Há três formas dessa mutação (como ocorre com o padrão prata): a dominante simples-fator, a dominante duplo-fator e a recessiva.
                                                                                               


Pastel:

Apesar de conferir a mesma coloração, o padrão Pastel não deve ser confundido com o cara amarela. Essa é uma mutação sutil, que promove um tom mais brando de todas as cores. Também é um padrão de origem bastante recente (1989), tendo surgido possivelmente na Inglaterra. Externamente é em tudo semelhante ao cara amarela, mas tem herança genética autossômica recessiva, o que facilita e acelera as combinações entre os padrões, principalmente com aqueles de herança ligada ao sexo. É dominante apenas para o padrão cara branca. Também aqui ocorre duas formas: fator-simples e fator-duplo.




http://gustavotudosobrecalopsita.blogspot.com.br/p/tipos-e-racas.html

sábado, 3 de junho de 2017

PINGUINS


Os pinguins são aves de mar, mergulhadoras e excelentes nadadoras. 

Existem 18 espécies no mundo, 13 das quais com populações bastante reduzidas pelas mudanças climáticas e 5 já consideradas em risco de extinção.

1. O pinguim "brasileiro"
O pinguim que chega ao litoral brasileiro é o pinguim-de-magalhães (Spheniscus magellanicus) e também povoa águas da Argentina e do Chile. O pinguim-de-magalhães habita águas temperadas procurando alimentos nas correntes frias que margeiam as costas, desde o estreito de Magalhães a oeste ou a este. Esta é uma espécie que atinge até os 75 cm de altura e 6 kg de peso.



O pinguim-de-magalhães é o único que chega à costa brasileira, com correntes frias ou por acidentes ambientais (óleo e tempestades)

2. A casa dos pinguins
Pinguins existem só no hemisfério sul, da Antártida até as Ilhas Galápagos, onde habita a única espécie de pinguins de regiões mais quentes

3. Fiéis até a morte
Pinguins são monogâmicos e fiéis a seus parceiros e, só trocam de par quando um deles morre ou é infértil.

4. Hábitos alimentares
Pinguins são animais carnívoros que comem peixes, crustáceos e lulas. Algumas espécies também se alimentam de plâncton. E comem bastante: um pinguim adulto, de grande porte, pode engolir até 30 peixes por mergulho.

5. Aves estranhas
Pinguins, apesar de serem aves, são grandes nadadores e mergulhadores, e não voam. Para resistirem aos mergulhos e à água, os pinguins impermeabilizam suas penas com uma secreção oleosa que retiram de sua cloaca e espalham pelo corpo, com a ajuda do bico.


6. Campeões de apneia
Mas, pinguins não respiram debaixo d’água onde podem ficar, em apneia, por até 15 minutos. Seus ovos são chocados em praias rochosas e são os machos que cuidam dos filhotes recém nascidos enquanto as fêmeas saem para se alimentar.

7. Campeões de natação
Pinguins voam nadando, esta é a verdade, e podem atingir até 40 km por hora, em seus mergulhos. No entanto, suas asas não foram feitas para sustentar seu corpo no ar. Pinguins também correm velozmente, se for necessário, apesar do jeito de “joão bobo” que seu corpo aparenta.

8. Fada e Imperador
O pinguim-imperador (Aptenodytes forsteri) é a maior espécie de pinguins que ainda existem, atingindo quase 1 metro de altura e 40 quilos de peso. O menor pinguim é o pinguim-fada (Eudyptula minor) que não chega a 1 kg de peso. Na antiguidade existiu uma espécie de pinguins que atingia mais de 2 metros de altura porém já está extinta.

9. Ótima visão subaquática
Pinguins enxergam muito bem debaixo d’água, melhor do que na superfície e, por isso, conseguem pescar peixes mesmo em águas escuras e turvas.

10. Um mergulho profundo
O pinguim-imperador pode mergulhar até 300 metros de profundidade, onde quase não chega nenhuma luminosidade dos raios solares.

https://www.greenme.com.br/informar-se/animais/4984-pinguins

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Aves Migratórias no Pantanal





A maioria dos brasileiros conhece ou pelo menos já ouviu falar do tuiuiú, ave símbolo do Pantanal, muito presente nas planícies alagáveis e lagoas da região.  Mas certamente pouca gente já ouviu falar da coscoroba. O tuiuiú e a coscoroba são algumas das espécies que integram a publicação Aves Migratórias no Pantanal.

Editada pelo WWF-Brasil com o apoio do WWF-Canadá, a publicação apresenta uma lista de espécies, com belas fotos, informações sobre o seu habitat, ocorrência e características.  É um guia para quem quer conhecer a riqueza das aves do Pantanal.
A publicação é o resultado de um estudo denominado Distribuição de Aves Limícolas Neárticas e outras Espécies Aquáticas do Pantanal realizado em 1996 pelos pesquisadores brasileiros Paulo Antas e Inês Serrano, em parceira com os canadenses Richard Guy Morrison e R. Ken Ross. Os pesquisadores fizeram um registro das aves encontradas nas salinas, alagados, planícies e planaltos do Pantanal.

Entre as espécies estudadas, está a coscoroba que, embora de nome um pouco estranho, é uma ave bela e graciosa que em muito lembra um cisne. Outros pássaros de nomes curiosos como o trinta-reis-anão, socó-boi, cabeça seca e curicaca também integram o guia.
Em razão da importância do trabalho dos pesquisadores, o WWF-Brasil –instituição que atua com projetos de conservação na região desde 1998 por meio do programa Pantanal para Sempre – decidiu apoiar a sua publicação, tornando-a acessível ao público.

                                                       Uma pausa para o descanso


Também conhecido como Reino das Águas – com grandes áreas alagadas durante quase todo o período das chuvas – o Pantanal possui uma rica biodiversidade de animais e plantas, sendo 656 só de espécies de pássaros.
Devido às características ambientais e localização geográfica, o Pantanal está na rota de aves migratórias que encontram na região as condições ideais para viver e se reproduzir. Por isso, é um dos melhores lugares para a observação de pássaros no Brasil.


http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=16580
Imagens do google

sexta-feira, 7 de abril de 2017

AVES SILVESTRES CARDEAL (Paroaria coronata)



O cardeal não necessita de maiores apresentações, tendo em vista que é habitante comum do sul e sudoeste do Rio Grande do Sul, sendo famoso pela plumagem do "babador" e cabeça de um vermelho vivo, coroada com uma crista bem definida e brilhante. Estas cores contrastam com as partes inferiores e "colar" brancos e com o dorso cinzento, o que faz dele um pássaro fácil de ser visto e identificado. Quando imaturo, a cabeça é de cor laranja-amarronzada, em vez de vermelha. O cardeal vive em campos abertos com árvores. Poucas fazendas, dentro de sua área de distribuição, estão sem, ao menos, uma família destes cantores alegre.

http://culturaecienciadobrasil.blogspot.com.br/2009/02/aves-silvestres-do-rs-parte-ix.html

Araras Azuis

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