segunda-feira, 20 de março de 2017

GLOSSARIO ORNITOLOGICO

GLOSSARIO ORNITOLOGICO
Este glossário com termos ornitológicos encontra-se em constante atualização

ALELOS –
                 Genes em que se designam os caracteres.

AMOSAICADO - Canário nevado com tendência a apresentar marcação de mosaico.

ANEL - Abraçadeira inviolável para controle de criação, o mesmo que anilha.

ANILHA - Abraçadeira inviolável para controle de criação, o mesmo que anel.

AUTOSSOMAL - Mutação independente do sexo dos indivíduos do casal.

AVE PRONTA - Ave apta para iniciar o período de reprodução.

BARBAS - Os filamentos localizados de um e de outro lado do raque das penas.

BÁRBULAS - Cada um dos pequenos filamentos laterais das barbas das penas.

BASTÕES - Localização das melaninas negra e marrom na plumagem do canário.

CANÁRIO BORRADO – Canário com manchas pretas nos lipocrómicos e manchas brancas nos melânicos.

CANÁRIO COM FATOR – Canários com lipocromo vermelho.

CANÁRIO NORMAL – Denominação dada ao canário clássico.

CANÁRIO SIMÉTRICO – Canário malhado possuidor de desenhos simétricos de vários padrões.

CAROTENO - Pigmento de cor laranja ou vermelha.

CAROTENOIDES - Grupo de pigmentos solúveis em gordura, semelhante ao caroteno, tais pigmentos tem sua cor variando do amarelo ao vermelho.

CATEGORIA - Forma pela qual o lipocromo é distribuído na plumagem.

CLOACA - Orifício comum à reprodução e eliminação de fezes, urina e ovos.

CONSANGUINIDADE - Parentesco de sangue.

COR DE FUNDO - Termo utilizado para descrever a presença ou ausência de lipocromo

CROMOSSOMAS - Filamentos encontrados nas células, que carregam os genes, responsáveis pelas informações genéticas de um ser vivo.

CROSSING-OVER – processo da meiose onde os cromossomas se dividem entre si.

DESPIGMENTAÇÃO - Ausência de pequena proporção de certo pigmento.

DILUIÇÃO - Forma pela quais as melaninas se apresentam em sua intensidade mínima.

DIMORFISMO SEXUAL - São as diferenças entre machos e fêmeas, visualizadas com uma simples observação dos pássaros.

DOMINANTE - Pássaro de caracteres dominantes às demais cores de fundo.

DORSO - Parte posterior das costas.

ENVOLTURA - Define as melaninas dispersas na plumagem do canário, que não estão presentes nos bastões e estrias.

ENZIMAS - São catalisadores de natureza protéica produzida por células vivas.

EPISTÁCIA - Fenômeno pelo qual, um par de genes impõem suas características, inibindo as características de outros.

ESPÉCIE – Conjunto de indivíduos semelhantes no aspecto morfológico, capazes de se
reproduzir, gerando descendentes férteis

ESTRIAS - Localização das melaninas negra e marrom na plumagem do canário.

EUMELANINA - Coloração negra ou marrom que se deposita na plumagem, formando os desenhos (estrias).

EUMELANINA MARROM - Pigmento marrom no centro das penas.

EUMELANINA NEGRA - Pigmento preto no centro das penas.

FATOR - Elemento que concorre para o resultado de uma mutação.

FATOR AZUL – Grande inibidor de feomelanina sendo o principal responsável pelo brilho dos canários.

FATOR LETAL - Os fatores intenso e branco dominante acasalados entre si, morte de 25% dos embriões.

FAUNA SILVESTRE EXÓTICA - Conjunto de espécies animais silvestres introduzidas em uma área onde não existem naturalmente.

FAUNA SILVESTRE NATIVA - Conjunto de espécies silvestres que ocorrem naturalmente em determinada área.

FENÓTIPO - características genéticas observadas externamente em um canário

FEOMELANINA - Pigmento marrom que se depositas nas extremidades das penas

FLANCO - Cada uma das duas regiões abdominais, direita e esquerda.

GENES - Uma parte de um cromossoma que resulta em certa característica.

GENÓTIPO - Conjunto de genes que contém a informação genética completa para se construir um individuo.

HABITAT - Lugar natural onde um organismo vive.

HARMONIA - Pontuação atribuída aos quartetos, pelo mínimo de diferenças entre os pássaros.

HETEROZIGOTO - Chamamos ao pássaro totalmente portador de alguma mutação não puro.

HIBRIDAÇÃO - É a introdução de um gene de uma espécie, em outra, através de
cruzamentos entre aves diferentes.

HÍBRIDO - Pássaro resultante do cruzamento de espécies distintas. Um exemplo é
o cruzamento do canário com o Cardenalito da Venezuela para obtenção do fator vermelho.

HOMOZIGOTO - Pássaro de genes alelos idênticos, pássaro que não porta nenhuma mutação totalmente puro.

INO - Terminologia aos canários albinos, lutinos e rubinos (canários com olhos vermelho, sem eumelanina negra).

INTENSO - Denominação ao canário com lipocromo amarelo ou vermelho, atingindo toda a extensão das penas.

LINHA CLARA – Grupo de canários lipocrómicos caracterizada pela ausência total de melanina.

LINHA ESCURA – Grupo de canários melânicos caracterizada pela presença de melaninas.

LINHAGEM - Conjunto de pássaros com consanguinidade controlada.

LIPOCRÓMICO - Todo exemplar que tenha a subplumagem branca. Para conferir, devemos soprar e observar a parte das penas próximo a pele.

LIPOCROMO - Define a cor amarela ou vermelha dos canários

LIPOCROMO DOURADO - Lipocromo indesejado, na qual a cor amarela aparece como gema de ovo.

LIPOCROMO LAVRADO - Lipocromo indesejado, na qual a cor amarela aparece muito diluída e fosca.

LUTINOS - Canários amarelos de olhos vermelhos.

MELÂNICO CLASSICO – Cor básica da linha escura.

MELÂNICOS – Todo exemplar de subplumagem negra, podendo variar desde o bege claro até ao negro, passando por várias tonalidades de marrom.

MELÂNICOS ADJUNTOS – Exemplares que apresentam alguma mutação.

MOSAICO - É um canário com Dimorfismo sexual onde o depósito de lipocromo é restrito em áreas específicas da plumagem; máscara facial, ombros, uropígio e peito, fêmeas e machos são julgados separadamente.

MOSAIQUISMO - Região de localização de lipocromo nos canários mosaicos

MUDA - Época obrigatória de renovação de plumagem.

MUTAÇÃO - Constituição hereditária com aparecimento de caráter inexistente nas gerações anteriores, pode ser ligada ao sexo ou autossomais.

NEVADO - Lipocromo apenas na metade da pena

NÉVOA OU NEVADISMO - Parte branca, da extremidade das penas, dos canários nevados.

OVO CHEIO - Ovo fecundado

OVO CLARO - Ovo que não foi fecundado

OVOSCOPIA - Ato de examinar ovos em fecundação (sétimo dia) para verificar se estão fecundados.

OXIDAÇÃO - Forma pela quais as melaninas se apresentam em sua intensidade máxima

PASSE-PARTOUT – Canário verde portador de todas as mutações.

PENUGEM - Primeiras penas que surgem num pássaro.

PIGMENTAÇÃO - Coloração através de substâncias.

PINTO - Canário sem origem definida.

PIO - O mesmo que pinto

QUISTOS - Pela impossibilidade da pena romper a pele e atingir seu desenvolvimento, fazendo com que ela e algumas vizinhas fiquem abaixo da pele, formações de bolas (caroços).

RECESSIVO - É o fator responsável pela ausência absoluta de carotenóide com inibição total do depósito de lipocromo

REMIGES - Penas grandes das asas.

RETRIZES - Penas grandes da cauda.

ROLLER – Diz-se do Canário Harz, de canto melodioso clássico, originário da Alemanha, este canário tem canto mais baixo que os demais, tendo como único item para concurso, o canto.

RUBINOS - Canários de plumagem e olhos vermelhos.

SCHIMELL - Manifestação indesejável de nevadismo em algumas regiões da plumagem dos canários. Característica essa que apresenta desvantagem para efeito de concurso.

SEXO-LIGADA - Denominação à transmissão de uma mutação no cromossoma "X", só o macho porta.

SIRINGE - Órgão interno do pássaro responsável pelo canto.

SUBPLUMAGEM - São as penugens constituídas de penas finas, sedosas, rachões mole e barbas soltas.

TETRIZES - Penas que recobrem todo o corpo do canário.

TIPO - Avaliação da quantidade de melanina no canário. Subdivide-se em Eumelanina e Feomelanina (estrias, bico, pés e unhas)

UROPÍGIO - Região do corpo do pássaro, localizado junto à cauda, onde estão localizados o par de glândulas uropígias.

VARIEDADE – Termo usado na planilha




PS: - Tirado do Blogue do Sr. Armindo Tavares

Fonte:http://tsilva-canariosapm.blogspot.com.br/
Imagem do google

Ema













Nome Científico: Rhea americana
Família: Rheidae
Ordem: Struthioniformes
Distribuição: A família Rheidae é endêmica da América do Sul. A Ema é avistada, portanto, no Sul do Pará, Nordeste (em direção ao Maranhão), Vale do São Francisco, Sul e Centro-Oeste do Brasil. Nos países vizinhos é encontrada no Paraguai, Bolívia, Argentina e Uruguai.
Habitat: Campos, pampas, plantações, cerrados, savanas de cupins e varjões com buritirana, no Sudeste do Pará. Também é avistada em campos litorâneos, próximo à orla marítima.
Alimentação: Onívora, alimenta-se de folhas verdes, frutos e sementes, além de insetos e pequenos invertebrados. Uma curiosidade: costuma ingerir pedrinhas para ajudar na trituração dos alimentos.
Reprodução: Em geral o ninho é feito no chão. Ele é compartilhado por todas as fêmeas do macho (o número pode variar entre 2 e 12 emas). O número de ovos, em geral, fica entre 10 e 12 unidades a cada ninhada. O pai é quem cuida dos ovos, que eclodem todos de uma vez. A partir daí, a tarefa de cuidar dos filhotes é dividida entre os casais. Mas ao macho fica destinada a tarefa da proteção (sobretudo em função dos ataques de lagartos).
Maior ave das Américas - chega a medir entre 1,34 e 1,70 metros, e a pesar de 34,4 kg (macho) a 32 kg (a fêmea) - a Ema é um animal extremamente campestre, que vive em grandes grupos familiares (que podem ter de 6 a 60 indivíduos).



Mas por conta da perda de seu habitat (para culturas de soja, trigo e milho) e também devido à caça, ela teve um forte declínio de sua população em três regiões do Brasil: Nordeste, Sudeste e Sul. Felizmente, no Centro-Oeste e no Pantanal, a ema convive bem com os fazendeiros de gado (uma vez que limpa o pasto de pragas).
Na natureza essa ave pode atravessar rios a nado quando perseguida ou mesmo correr a 60 km/h em ziguezague. Apesar desse comportamento arredio, costuma ser criada facilmente em cativeiro.
A exemplo das Seriemas, têm plumagem mimética (quando sua cor adquire a configuração do meio em que vivem). Os machos se diferenciam por ter a base do pescoço, o peito anterior e a parte mediana do dorso anterior nas cores negras.


http://animal-planet-brasil.blogspot.com.br/2010/07/ema.html

Pintassilgo Americano (Carduelis tristis):




Origem: Canadá, Estados Unidos.
Esperança de Vida: ?
Nome Científico: Carduelis tristis.
Família: Fringilidae.
Gênero: Carduelis.
Tamanho: 11 para 13cm.
Diâmetro da Anilha: 2,5mm.
Ninho: Taça.



Inverno
O ano todo
Verão

Temperamento:
É uma ave social podendo junta-la à outras aves em um viveiro comunitário, podendo apresentar um comportamento territorialista somente na época reprodutiva, mas essa agressividade dura pouco tempo.

Descrição:
O pintassilgo americano mede entre 11 e 13cm de comprimento e com uma envergadura entre asas de 19 a 22cm. Pesa entre 11 e 20 gramas. O bico é pequeno, cônico e rosado a maior parte do ano, mas torna-se alaranjado na muda da primavera, em ambos os sexos. A forma e o tamanho do bico ajudam-no na extração de sementes de cardos, girassóis e outras plantas que compõem o seu regime alimentar. O dimorfismo sexual que afeta a cor da plumagem é mais notório depois da muda da primavera, quando o macho se cobre de cores vivas para atrair a fêmea.

Alojamento:
Pode criar pintassilgos num viveiro espaçoso ao ar livre ou num viveiro ou gaiola em recinto fechado. É importante que o alojamento possua plantas em abundância, para que as aves se sintam mais confortáveis. As plantas perenes são as mais apropriadas.

Alimentação:
O pintassilgo americano é granívoro e está bem adaptado para o consumo de sementes, sendo elas o alpiste, aveia, nabão, painço nacional, perila e senha, devendo-se complementar a dieta com frutas como maçã e pera, legumes como jiló, maxixe, milho, pepino e verduras como agrião, alface, almeirão, brócolis, chicória, couve, espinafre, mostarda e rúcula, além da farinhada de ovo e alimento vivo como tenébrio, não esquecendo também da areia mineralizada e do osso de siba.

Estado de Conservação na Natureza:


http://hobbydospassaros.blogspot.com.br/2015/07/pintassilgo-americano-carduelis-tristis.html

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Espécie Rolinha Fogo-Pagou








Nome Popular: Rolinha Fogo-Pagou, Rolinha-Cascavel ou Rolinha-Pedrês
Nome Científico: Scardafella squammata
Distribuição: Brasil
Família: Columbidae
Tamanho: 20 a 22 cm
Cores: plumagem com aspecto “pedrado” nos tons preto e branco
Tempo de Vida: 10 anos

De origem brasileira, esta curiosa ave é peculiar pelo som que produz quando bate suas asas, que se assemelha ao chacoalhar do rabo de uma cobra Cascavel. Mas as coincidências param por aí, pois ao contrário do réptil, a Rolinha Fogo-Pagou é muito dócil e tranquila.

O animal habita praticamente todas as regiões do País, mas pode ser vista com mais facilidade perto de fazendas e plantações por ser gramínea, ou seja, se alimenta de grãos e sementes. Muito carinhosa com seu parceiro, a ave geralmente é vista aos pares, ficando em pequenos grupos apenas para se alimentar.

Em cativeiro, a rolinha apresenta fácil reprodução, mas só pode ter seu sexo identificado por meio de observação de seu comportamento. Os machos são os únicos cantores e quando colocados dois exemplares juntos, eles brigam, o que não acontece com duas fêmeas. É importante lembrar que no período de reprodução os casais devem ser separados em gaiolas das demais aves do viveiro.

Araras Azuis

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