O tempo Vida !

O tempo Vida !
Não se troca um amor velho por um amor novo.Banners original do blog

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Belas Aves Exóticas





O lório arco-íris (Trichoglossus haematodus) é uma espécie de papagaio encontrada na Austrália, leste da Indonésia, Papua Nova Guiné, Nova Caledônia, Ilhas Salomão e Vanuatu. Na Austrália, é comum ao longo da costa leste. Seu habitat natural são florestas tropicais, florestas litorais e outras zonas florestais.
Várias aves tradicionalmente listadas como subespécies do lório arco-íris estão cada vez mais sendo consideradas espécies separadas. Pouca coisa distingue visualmente o macho da fêmea do lório, no entanto, para um observador atento à sua coloração e comportamento, o dimorfismo é facilmente perceptível.










Arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari), também conhecida como Arara Índigo, é um grande papagaio azul brasileiro membro de um grande grupo de papagaios neotropicais conhecido como araras.
A espécie foi descrita pela primeira vez por Charles Lucien Bonaparte em 1856. A arara-azul-de-lear tem 70 a 75 cm de comprimento e pesa cerca de 950 g. Suas penas são de um azul metálico com um toque fraco e muitas vezes pouco visível de verde, com uma mancha amarela no bico preto. Esta arara é rara

https://baudoluizinho.blogspot.com/2013/03/12-aves-exoticas-incriveis.html

terça-feira, 17 de abril de 2018

O MAÇARICO-DE-PAPO-VERMELHO




O maçarico-de-papo-vermelho (Calidris canutus) é uma espécie encontrada em todo o planeta. Ave migratória, percorre distâncias continentais todos os anos. Cada subespécie (existem seis) utiliza uma rota de migração diferente. Esta semana foi publicado um estudo realizado com a subespécie que migra entre a região norte da Rússia (onde se reproduz) e a costa oeste da África. Os resultados são preocupantes.

A neve está derretendo antes do previsto nas áreas de nidificação do maçarico-de-papo-vermelho. Cerca de duas semanas antes, em comparação com dados de 30 anos atrás. A diferença parece pequena, mas é suficiente para os filhotes de maçarico nascerem na época errada e perderem o período com maior quantidade de insetos, sua principal fonte de alimento. Como resultado os maçaricos não estão alcançando o tamanho adulto que alcançavam há três décadas. Seus bicos também estão menores.

Com a chegada do inverno na Rússia, os maçaricos voam para a África. Chegando lá os jovens maçaricos que não conseguiram atingir o tamanho ideal ficam em desvantagem. No litoral da África o alimento mais importante da dieta destas aves são mexilhões, que ficam enterrados no fundo da areia/lama. Apenas os maçaricos com bicos longos conseguem alcançá-los.

Muitos dos maçaricos mais nanicos, com bicos curtos, não sobrevivem. Esta é uma das prováveis causas do declínio nas populações de maçarico-de-papo-vermelho que tem sido observado nos últimos anos. Além disso, os pesquisadores preveem mudanças no formato do corpo dos maçaricos, devido às novas pressões de seleção. Na capa do post, a ave à esquerda representa um maçarico nos dias de hoje. A ave à direita é uma projeção de como serão os futuros maçaricos-de-papo-vermelho: menores e com bicos relativamente longos.




O estudo foi realizado por uma equipe internacional de pesquisadores e os resultados foram publicados na Science na última sexta-feira. Não é a primeira vez que o aquecimento global é apontado como causa para a redução do tamanho corporal de animais. Este fenômeno tem sido observado em um número cada vez maior de espécies.

 

Referências
Gardner, J.L., Peters, A, Kearney, M.R., Joseph, L., Heinsohn,

http://apassarinhologa.com.br/estas-aves-estao-encolhendo-por-causa-das-mudancas-climaticas/

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Aves em liberdade.



Normalmente os animais silvestres não são cuidados da forma adequada, já que ficam em espaços reduzidos e comem alimentos inapropriados, e pelo convívio com os seres humanos estão sujeitos a doenças que para os animais são fatais. Por outro lado, existe o risco de ataques e de transmissão de inúmeras doenças por parte desses animais em relação aos seres humanos.

Algumas estatísticas apontam que noventa por cento dos animais traficados morrem antes de chegar ao seu destino final, principalmente devido às condições inadequadas em que são transportados em ônibus e em carros particulares. “Em casos em que o Comando de Polícia Ambiental, averigua, após informações do Linha Verde, já verificamos que em sua maioria os animais não chegam vivos aos seus destinos, principalmente pelo mau tratamento recebido durante o transporte, que geralmente é feito de maneira irregular e em gaiolas muito pequenas”, explica o comandante Vidal, do CPAm.

Muitas vezes os animais ficam escondidos em caixotes ou em malas sem iluminação e ventilação, além de passarem dias sem tomar água ou ingerir qualquer alimento. O traficante muitas vezes faz o animal ingerir drogas ou bebidas alcoólicas, para fazê-lo parecer manso e torná-lo mais comerciável, e outras vezes ele o mutila ou cega. Os pássaros têm as asas cortadas para não poderem fugir e têm os olhos furados para não enxergarem a luz do sol e por conseqüência não cantarem, o que despertaria a atenção da fiscalização, ao passo que outros animais têm as suas garras e dentes serrados para se tornarem menos perigosos.

Na verdade, por conta da globalização e das altas cifras envolvidas o tráfico da fauna silvestre se modernizou e passou a adotar as mesmas estratégias e rotas do tráfico de drogas. Para se ter uma idéia, basta dizer que a arara-azul-de-lear custa sessenta mil dólares, um Melro chega a ser vendido por dois mil e quinhentos dólares. O valor dos pássaros é variável por conta da raridade de sua localização e pela qualidade do canto.

 O QUE PODEMOS FAZER ?

A luta em prol da preservação da nossa fauna e flora silvestres, já envolve, felizmente, um grande número de pessoas conscientizadas e de organizações. Para ajudar as autoridades e a própria natureza, o projeto Linha Verde, do Disque Denúncia, vem disponibilizando seus telefones 2253 1177 (capital) ou 0300 253 1177 (interior, custo de ligação local) a fim de que a população possa denunciar qualquer crime ambiental com a certeza do anonimato garantido. Denunciando guarda e comércio de animais silvestres, você contribui para que essas aves se mantenham em seus habitats naturais. O lugar deles é na natureza e não em gaiolas...

Pesquisas do google

sábado, 18 de novembro de 2017

CANÁRIOS BELGAS










Existem mais de 400 cores de canários reconhecidas no mundo. Mas é a amarela, da linhagem belga, a mais popular por aqui. A busca por novas e diferentes tonalidades e combinações é um dos principais objetivos de boa parte dos criadores, que também se interessam pela definição do porte do pássaro. Apresentação em exposições e melhoramento genético da raça são outras finalidades da criação comercial do canário, que ainda desperta a atenção pelo seu belo canto.

A origem do canário-belga é, obviamente, a Bélgica. No entanto, apenas a linhagem a que ele pertence é que veio de lá, pois os antepassados dos exemplares dessa e de outras variedades têm raízes nas ilhas Canárias, um arquipélago do Atlântico junto ao continente africano. Os canários-do-reino, por exemplo, são da mesma espécie do belga, mas ganharam essa denominação por que as aves costumavam chegar ao Brasil vindas do 'reino' de Portugal. Já o canário-da-terra, sim, faz parte de uma outra espécie, nativa do Brasil.

Pertencente à família dos Fringilídeos, o canário-belga mede entre 14 e 15 centímetros da ponta do bico à extremidade da cauda. A cabeça é pequena e estreita, as pernas longas, o peito arredondado e cheio. A plumagem é compacta e lisa, sem frisos. Como é um animal de origem estrangeira, a criação não precisa de autorização do Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis.


O canário não dá trabalho. Exige pouco espaço, e sua criação pode ser mantida na cidade ou em áreas rurais, servindo até como terapia para algumas pessoas. Entretanto, como é pequeno e frágil, demanda cuidados no manejo. Quando em grupo, os pássaros podem ser acomodados em viveiros; casais podem ficar em gaiolas separadas. As gaiolas mais recomendadas são as de arame galvanizado, que podem ser encontradas facilmente no varejo.

Apesar de vulneráveis a doenças respiratórias, os canários logo se curam se prontamente tratados com medicamentos vendidos em lojas especializadas. Mas é preciso separar o pássaro doente, no caso de enfermidades mais prolongadas. É recomendável manter limpo o local de criação e fora do alcance do sol e do vento. Para evitar acúmulo de sujeira e falta de ventilação, mantenha a posição da gaiola a dois centímetros da parede.

http://www.criadourobelasaves.com.br/canarios-belgas-as-mais-belas-aves-vc-encontra-aqui-no-criadouro-belas-aves





Araras Azuis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...