domingo, 19 de fevereiro de 2017

Espécie Rolinha Fogo-Pagou








Nome Popular: Rolinha Fogo-Pagou, Rolinha-Cascavel ou Rolinha-Pedrês
Nome Científico: Scardafella squammata
Distribuição: Brasil
Família: Columbidae
Tamanho: 20 a 22 cm
Cores: plumagem com aspecto “pedrado” nos tons preto e branco
Tempo de Vida: 10 anos

De origem brasileira, esta curiosa ave é peculiar pelo som que produz quando bate suas asas, que se assemelha ao chacoalhar do rabo de uma cobra Cascavel. Mas as coincidências param por aí, pois ao contrário do réptil, a Rolinha Fogo-Pagou é muito dócil e tranquila.

O animal habita praticamente todas as regiões do País, mas pode ser vista com mais facilidade perto de fazendas e plantações por ser gramínea, ou seja, se alimenta de grãos e sementes. Muito carinhosa com seu parceiro, a ave geralmente é vista aos pares, ficando em pequenos grupos apenas para se alimentar.

Em cativeiro, a rolinha apresenta fácil reprodução, mas só pode ter seu sexo identificado por meio de observação de seu comportamento. Os machos são os únicos cantores e quando colocados dois exemplares juntos, eles brigam, o que não acontece com duas fêmeas. É importante lembrar que no período de reprodução os casais devem ser separados em gaiolas das demais aves do viveiro.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

AVES AMEAÇADAS







Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas em escala global é elaborada pela IUCN (sigla em inglês para União Internacional para Conservação da Natureza) e avalia o estado de conservação das espécies por mais de quatro décadas, com o objetivo de destacar os táxons ameaçados e promover a sua conservação. Essas informações tornam a tomada de decisão mais clara e objetiva, elevando-a de um nível local para global. A Lista Vermelha divide as espécies em categorias: Extinta (EX), Extinta na Natureza (EW), Criticamente ameaçada (CR), Em Perigo (EN), Vulnerável (VU), Quase Ameaçada (NT), Pouco Preocupante (LC) e Deficiente em Dados (DD).

Periquito-cara-suja (Pyrrhura griseipectus) - CR Foto: Ciro Albano
Periquito-cara-suja (Pyrrhura griseipectus) – CR
Foto: Ciro Albano
A BirdLife International é a autoridade em aves para a lista vermelha da IUCN, fornecendo a cada ano as categorias e documentação detalhada de todas as aves do mundo. O Brasil é o país com o maior número de espécies ameaçadas no mundo, com 166 espécies de aves globalmente ameaçadas de extinção, o que representa 12% das aves ameaçadas do planeta. A SAVE Brasil vem trabalhando com o desenvolvimento de ações conservacionistas no país para reverter este quadro. Até o momento 65 espécies de aves foram beneficiadas direta ou indiretamente pelos projetos da SAVE Brasil.

Para fazer uma busca por espécie, consulte o site da IUCN:

http://www.iucnredlist.org/

Para ver a lista das espécies brasileiras globalmente ameaçadas, clique aqui.

Além das aves consideradas globalmente ameaçadas, também há espécies, que apesar de não estarem em situação preocupante mundialmente, podem estar ameaçadas dentro do Brasil. Para saber quais são essas espécies consulte:

http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/fauna-brasileira/lista-de-especies.html

domingo, 11 de dezembro de 2016

AVES TERRESTRES



A maioria das aves terrestres da floresta são comedores de insetos e fugaz, embora quando caminham calmamente pela mata, não é incomum espantar os insetos. As florestas asiáticas são casas dos pavões e aves silvestres (no qual descendem de galinhas domésticas), além do conhecido pavão comum da Índia e Sri Lanka. O pavão comum vive grande parte do ano, em grandes bandos, mas no início da Primavera, no período reprodutivo, um único macho forma um harém com duas até cinco fêmeas. Apenas os machos têm pomposas plumagens elaboradas. O pavão verde tem é mais amplo em toda a região do Sudeste Asiático e é maior, com plumagem predominantemente verde e azul metálico.

Várias aves do Velho Mundo têm peculiares habitos na construção de ninhos incluindo o montículo construtor (megapodes) da parte oriental da Indonésia, Austrália e os bowerbirds da Nova Guiné e da Austrália. Megapodes são encontrados a leste da divisa do Wallace onde existem poucos mamíferos carnívoros terrestres. O montículo construtor são aves silvestres nomeado por casa dos enormes ninhos compostos de magotes de serapilheira (estes montes podem estar em uso há mais de 40 anos), no qual eles usam para construção para proteger seus ovos. Pares formam longas relacionamentos e trabalham muito para manter a temperatura da incubação correta, quase exata, adicionando e removendo folhas da pilha. Algumas espécies assumem suburbanas composto de magotes, enquanto outros ocupam as lixeiras da cidade. Algumas espécies ainda utilizam calor geotérmico para incubar os seus ovos. Bowerbirds têm também uma interessante técnica de construção de seus ninhos. Os machos bowerbirds constroem amostras de ninhos utilizando ervas e folhas e decoram as paredes com tintas coloridas de determinadas bagas e pedaços de carvão juntamente com saliva. O ninho e área ao redor são freqüentemente adornados com iridescente besouros, flores, penas, frutas, e outros objetos coloridos e brilhantes para atrair as fêmeas.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Aves raras




Aves raras são registradas por veterinário em Mogi das Cruzes
Entre as espécies estão o bicudinho-do-brejo-paulista e a araponga. 
Macuco se deixa observar por quase 30 minutos




Jefferson Renan de Araújo Leite é médico veterinário. Quando não está cuidando dos animais, tem por hábito observá-los e registrá-los com a câmera fotográfica. Aos finais de semana, o morador de Mogi das Cruzes (SP) divide com os amigos o prazer de contemplar a natureza.
Os registros renderam um grupo em uma rede social, onde Jefferson e os colegas compartilham a aventura de avistar novas espécies.
Para o Você no TG, o veterinário enviou as imagens do bicudinho-do-brejo-paulista (Formicivora paludicola), espécie recém-descoberta, mas já criticamente ameaçada, assim como a jacutinga (Aburria jacutinga) e a araponga (Procnias nudicollis), registradas no distrito de Taiaçupeba, em Mogi das Cruzes.
Duas imagens, porém, são especiais para ele: a do macuco (Tinamus solitarius) e a do caburé-acanelado (Aegolius harrisii). “O macuco ficou por quase 30 minutos próximo a mim e mais dois amigos. Deitamos no chão e começamos a fotografá-lo”, explica. “O caburé-acanelado foi flagrado após um acidente com o ninho e três filhotes, o que ocasionou uma mobilização para tentar salvá-los”, conta.



http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/vc-no-terra-da-gente/noticia/2016/01/aves-raras-sao-registradas-por-veterinario-em-mogi-das-cruzes.html










Montagem jefferson (Foto: Jefferson Renan de Araújo Leite )
Macuco, jacutinga, caburé-acanelado e bicudinho-do-brejo-paulista: histórias especiais
Faça como Jefferson Renan de Araújo Leite: envie vídeos e fotos para o Você no TG.

Araras Azuis

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