sábado, 26 de setembro de 2009

Ave Canora


Um pássaro quase careca descoberto no Laos é a primeira nova espécie de ave canora (distinta pelo canto) registrada na Ásia nos últimos 100 anos, informou a WCS (Wildlife Conservation Society) na quarta-feira.

O pássaro foi identificado por cientistas da WCS e da Universidade de Melbourne, segundo um comunicado divulgado pela WCS.

A descoberta foi publicada na edição de julho da revista "Forktail", especializada em pássaros orientais.

"Este estudo descreve uma nova espécie canora asiática pela primeira vez em 100 anos", escreveram os cientistas, que viram o animal pela primeira vez em picos rochosos da província de Savannakhet, no Laos, no fim do ano passado.

A ave, batizada de búlbulo de cara pelada, não é completamente careca, mas apresenta uma fina linha de penas parecidas com cabelo no centro da parte superior da cabeça, como um topete. Seu rosto rosado não tem penugem e seus olhos são rodeados por uma coloração azul, descreve a WCS.

"Sua aparente preferência por habitats inóspitos ajuda a explicar por que um pássaro tão extraordinário, de hábitos notáveis e canto distinto permaneceu desconhecido por tanto tempo", estima Iain Woxvold, cientista da Universidade de Melbourne que integrava a equipe de pesquisadores responsável pela descoberta.

Os picos rochosos são um dos ecossistemas menos estudados do sudeste asiático, destaca o artigo publicado na "Forktail".

Fonte de Pesquisas
http://www.clicrn.com.br

Starfinsh




O Starfinsh (nome popular inglês) ou Diamant à Queue Rouge (nome popular francês) é um gracioso passarinho que vive do Norte ao Nordeste da Austrália, principalmente próximo a rios e riachos e em regiões ricas em paisagens arbustivas. Esse tipo de vegetação é predileta da espécie para a construção de seus ninhos.

Em estado selvagem, o ninho do Starfinsh costuma ser esférico, e o pássaro gosta de fazê-lo entre os arbustos. No seu habitat ele vive em pequenos grupos, e se alimenta de grãos. Bastante dócil, essa espécie que mede de 10 a 11 cm é muito sociável e pode ser criada facilmente em viveiros. Aliás, no Brasil ele só existe em cativeiro.

Essa ave é dona de uma pelagem lindíssima. Sua cabeça é matizada por um forte vermelho carmesim, "salpicada" por pequenas manchas brancas até a altura da garganta, próximo às asas. Seu corpo é verde-oliva, e a cauda de um vinho "sóbrio e charmoso". A parte de trás das asas é verde acinzentado, e o bico, vermelho.

O Starfinsh é um passarinho calmo e meigo. Tranqüilo, é ideal para pessoas que tenham o mesmo temperamento. Canta baixo e não é dos mais barulhentos.

O Starfinsh não é exigente nem chato, vivendo bem numa gaiola pequena. Não se esqueça, porém, de dispensar-lhe o mínimo de condições de higiene.

Limpe com uma escova as grades, poleiros e o fundo da gaiola, lembrando-se também de forrá-lo com papel. Água fresquinha para beber e para os banhos gostosos (em vasilhas distintas) também são indispensáveis.


Pesquisas via internet
Imagens google


Manon: Aves Asiáticas

INSTINTO MATERNAL

Nenhum pássaro chega perto do instinto maternal do Manon. A fêmea fica tão atenta cuidando dos filhotes, que qualquer um pode abrir a gaiola e assistir ao espetáculo que ela dá, tanto para chocar os ovos,como para alimentar os filhotes depois de nascidos.

Manon

Muitos criadores de outras espécies, costumam comprar um Manon para auxiliá-los na procriação de outras espécies, pois algumas não chocam e também jogam seus ovos fora do ninho, como o Diamante de Gould, o Bico-de-Lacre e outros. A Manon neste caso, é uma excelente ama-seca. Cuida tão bem dos seus filhotes, como de outros pássaros menos dedicados.

Imagem e texto via internet

Mainá: Aves Asiáticas


COMPANHEIRO ESPERTO E FALANTE

Alegre e hábil imitador da fala, o Mainá é um pássaro de estimação especial.

As imitações que o Mainá faz da fala humana são tão perfeitas que podem ser facilmente confundidas com ela. Talentoso, tem um impressionante controle sobre a extensão, tom e volume dos sons que reproduz. Faz várias vozes e repete, com a precisão de um gravador, as inflexões do interlocutor. Gosta de introduzir ou omitir palavras nas frases que aprende. Seu fascínio por atuações para audiências - quanto maiores mais parece se deleitar em mostrar o repertório inteiro -, faz com que crie situações divertidas, às vezes constrangedoras, atribuídas ao seu senso de humor. Mesmo quando não treinado a imitar sons, o Mainá encanta e diverte. Inteligente e animado, é um companheiro alegre, ativo e curioso. Torna-se manso a ponto de comer na mão e, mais que isto, de brincar conosco. Fica no ombro, deita na palma da mão, sobe no dedo. Apesar de pouco conhecido no Brasil, com tantas qualidades, é forte candidato a conquistar espaço entre os amantes das aves de estimação.
Origem

De origem asiática, a maioria dos Mainás se reproduz na natureza com fartura. Vive em países como a Índia, Malásia, Vietnã, Indonésia e Tailândia, onde há uma indústria de coletores. Por esta razão sua criação comercial em cativeiro ainda é pequena, e poucas pessoas sabem reproduzi-la.



O Mainá bem treinado é um companheiro agradável, capaz de oferecer anos de entretenimento. Não grita como araras e papagaios. Mas, se recebe treinamento inadequado, pode incomodar as pessoas à uma boa distância com seus berros. Nesse caso, re-treinar é muito difícil, sendo recomendado usá-lo somente na reprodução.

Fontes de pesquisa:
http://familiapet.uol.com.br
Imagens do google

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

birdwatching





A arte de observar os pássaros ou Birdwatching é um esporte ainda pouco conhecido, mas que vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil. Nosso país, rico em espécies, é um dos mais procurados para essa prática, inclusive por turistas estrangeiros, além dos apreciadores da natureza.

As Cataratas do Iguaçu são um dos melhores locais no território brasileiro para a observação de todos os tipos de aves, desde araras azuis e até animais raros, típicos de lá. Por conta disso, empresas já organizam passeios de jipe pela região em parceria com hotéis e oferecem equipamento completo para isso: binóculo, telescópio, guia de aves e gravador com os sons emitidos pelas aves.

Os amantes das aves também podem praticar o birdwatching nos Parques Estaduais da Cantareira e da Ilha do Cardoso, na Estação Ecológica Juréia-Itatins e no Horto Florestal de Ubatuba, todos no estado de São Paulo. No Rio de Janeiro, o esporte pode ser praticado no
Parque Nacional de Itatiaia e no da Tijuca

Fonte de Pesquisas
http:/panodajangada.
Diego Duarte

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

???????


O amor me faz acreditar que há esperança.
Que mudanças virão.
Que há de soprar um vento novo.
Que virá da montanha.
Que virá do mar.
Do interior de tudo que vive.
E faz brotar em mim um sorriso.
Todas as noites.
Todas as manhãs.
E faz calar o grito.
Dos sonhos.
Despertos.
Aflitos.
E esse amor tem um rosto.
Um sorriso. É quente. É liso.
Foge da palavra como o passarinho do visgo.
Se esconde no alto.
Despista.
Recolhe o melhor de si.
Negocia.
E espera.
Como a ave que bica a fruta sem ser vista.

[ Osmar Moreira ]
Fonte pesquisa: oam.blog.uol.com.

BAVETTE


SOCIÁVEL E COLORIDO

Com a aparência chamativa, o Bavette é uma boa opção para a criação doméstica.

No importante Campeonato Brasileiro de Aves deste ano, promovido pela Federação Ornitológica do Brasil, em São Paulo, um Bavette Cauda Longa foi o primeiro colocado entre as melhores aves classificadas num total de 730 concorrentes. Os grandes trunfos para a vitória foram o belo porte, babadouro grande, as cores e as demais marcações muito bem definidas.


As formas delicadas e tons suaves em contraste com o intenso colorido das marcações e do bico, são algumas das qualidades do Bavette que atraem apreciadores mundo afora. Sociável, esse pássaro acostuma-se bem a quem trata dele e não é do tipo que se debate na gaiola à menor aproximação. O babadouro (em francês, bavette) que lhe valeu o nome, na verdade só aparece em duas das suas três espécies: no Bavette Cauda Longa e no Cauda Curta. Mas há uma terceira espécie que, em vez de babadouro, tem máscara. É o Bavette Mascarado. Existem ainda dez subespécies e mutações. O mais popular dos Bavettes é uma subespécie, o Hecki Grassfinch. Tem colorido mais intenso que os demais, um vistoso bico vermelho e pertence à variedade Cauda Longa, a mais dócil das três.

Um atrativo à parte dessa ave é a forma de expressão sonora, notável pela sua diversidade. O canto é exclusivo dos machos e pouco expressivo para os nossos ouvidos, mas funciona bem na hora de acasalar: o pretendente canta e pronto, a conquista está feita. Já o macho e a fêmea produzem um assobio de "alerta" bastante alto, que usam para avisar quando alguém se aproxima, seja um predador, um estranho ou o próprio dono. Emitem também uma "saudação" sonora ao se encontrarem com outro Bavette, rápida e inarticulada, acompanhada por um aceno da cabeça.





Pesquisas e Imagens via internet







Aves Europeias: Abetarda



Uma ave grande e assustada
A abetarda é uma ave grande, mas com único meio de defesa: o vôo. Por causa disso, ela é extremamente esquiva e assustadiça. A menor mudança em seu ambiente familiar provoca sua suspeita, e até mesmo simples pedra revirada pode torná-la cautelosa. Nunca se arrisca. Prefere correr, levantar vôo e ir para longe bem depressa. A abetarda passa seu tempo escondida entre as plantações de cereais e nas estepes da Europa oriental, Norte da África e Espanha. No inverno é encontrada também na Austrália, na Índia, no sul e no centro da África. Mas esconder-se, no caso da abetarda, não é fácil, pois é uma das maiores aves. Os machos podem chegar a mais de 90 cm de comprimento e 16 quilos de peso.

A abetarda vive em bandos de cerca de 20 indivíduos, alimentando-se plantas, sementes e insetos. Em fevereiro, começa a estação de acasalamento e o comportamento dessa ave muda muito: os grupos se desfazem e as aves andam sem rumo, até o início da época em que vão para o campo construir ninhos. Estranhamente, quando nascem os filhotes, essa ave cautelosa passa a atrair os intrusos. É seu jeito de afastá-los do ninho e assim proteger os filhotes.



Sabia que...

O nome abetarda significa ave lenta e pesada que tarda em levantar voo.



Fonte: www.felipex.com.br"
Imagem do google

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Curiosidades sobre aves


Os olhos das aves são ao lado da cabeça para que vejam rapidamente um possível predador.

O pica-pau pode dar cem bicadas por minuto numa árvore.
A cabeça do pica-pau tem pequenas bolsas de ar que amortecem o impacto das batidas no crânio.

O passarinho consegue sair do ovo porque ele nasce com um dentinho especial para quebrar a casca. Demora dois dias para ele quebrá-la. Depois disso ele perde esse dentinho.

Os pássaros fazem uma formação em V no céu para economizar energia. Aqueles que estão na frente reduzem a resistência do ar para os outros. Quando o líder se cansa, ele é substituído por outro mais descansado.

O beija-flor bate as asas noventa vezes por segundo, quatro vezes mais rápido que uma libélula. Ele voa de frente, de costas e até de ponta-cabeça. Procura néctar em 2 mil flores todos os dias.

Ao nascer, o galo canta bem alto para avisar o galinheiro que continua vivo e no comando. O “cocoricó” tem a função de assustar qualquer desafiante. É o jeito que ele encontrou para controlar seu território. Geralmente, o galinheiro tem um único galo, pois só um sobrevive á disputa pela liderança.

Num único dia, uma andorinha come 2 mil moscas.

Os cisnes entrelaçam os pescoços quando estão namorando ou brigando.

A avestruz pode medir 1,80 a 2,50 metros de altura – o mesmo tamanho de um camelo.

A avestruz é uma ave corredora que vive na África. Faz 80km/h. Outras aves que não voam: ema, pingüim e casuar.

O maior ovo é o da avestruz, que mede de quinze a vinte centímetros, pesa 1,2 quilo, o equivalente a duas dúzias de ovos de galinha. O menor ovo é o do beija-flor que pesa 1,2 centímetro.

O vocabulário do papagaio nunca chega a ter mais do que vinte palavras.

Lá vem a cegonha
Uma cegonha passa trinta dias chocando seus ovos. Ela bota de três a cinco ovos por vez. “Esperar a cegonha” é uma expressão bem conhecida e que usamos quando queremos dizer que um bebê está a caminho.

Alguns simbolismos das aves:

  • Águia – Representa coragem e resistência.
  • Cegonha – Traz boa sorte.
  • Coruja – Símbolo de sabedoria.
  • Corvo – |Consegue prever a morte e as pragas.
  • Fênix – Representa uma nova vida. Diz uma lenda egípcia que é um pássaro místico que morreu queimado e renasceu de suas próprias cinzas quinhentos anos depois.
  • Garça – Símbolo de vida longa.
  • Pomba – Simboliza a paz e o amor.

Algumas aves têm nomes diferentes conforme o país.

Texto e imagens de Pesquisas internete


Corujas




RAPINANTE CURIOSO E MANSO

De temperamento tímido, quietas e discretas, as corujas ficam mansas no cativeiro, principalmente se riadas desde filhotes. Pousam na mão do dono e aceitam alimentos dados por ele.As corujas, mochos e caborés estão colocados na ordem dos Strigiformes, rapinantes noturnos que chamam a atenção por causa da cabeça grande, aparentemente maior por causa da plumagem, grandes olhos fixos, posicionados para diante, à maneira do ser humano (ao contrário dos outros pássaros que têm os olhos dos lados da cabeça), ouvidos desenvolvidos que são mais aguçados que os das outras aves e plumagem macia, de penas fofas e soltas.

A cor da plumagem vai desde o branco amarelado até o preto, passando pelo cinza e pelo marrom. Estas cores têm a sua utilidade: ajudam no mimetismo, quando, de dia, a coruja se confunde com os troncos das árvores e dorme sossegada, invisível para os outros pássaros que a atacariam imediatamente se a vissem, pois a coruja ataca também a eles e aos seus filhotes.

As Strigiformes estão divididas em duas famílias e 126 espécies. Destas, 18 existem no Brasil. Estão espalhadas pelo mundo todo: há a coruja das neves, branca, que vive no Pólo Norte, e a coruja das Filipinas, que é pescadora. Entre nós, são mais populares a suindara ou coruja igrejeira, que gosta de nidificar nas torres de igreja ou em casas abandonadas; o caboré do campo ou coruja buraqueira, que aproveita os buracos de cupim para morar e nidificar; a coruja do mato, orelhuda, e o caboré.

No norte, a coruja é considerada, mais do que no sul, uma ave de mau agouro. Mas muita gente pensa diferentemente. "Se são chamadas de agourentas, é porque eram consideradas os pássaros das bruxas. Mas os gregos consideravam a coruja como a ave da sabedoria. Isso de azar é pura crendice popular".


A divisão diurna da coruja é igual a dos outros pássaros: ao contrário do que se pensa, ela não é cega durante o dia. Ela tem um campo de visão maior que o das outras aves. Sua pupila se dilata para aproveitar ao máximo a luz, pois ela não enxerga melhor à noite.

Depois do entardecer a coruja sai à caça. Tudo o que se move e faz barulho chama sua atenção. Ataca outros pássaros, gafanhotos, grilos, ratos, camundongos, vive da caça. Na natureza é útil e necessária para o equilíbrio da ecologia: caça animais que são pragas nas plantações. Se colocada num silo de trigo, uma coruja sozinha acabará com todos os ratos que se aproximarem.

Seus inimigos mortais são os gaviões, as cobras, os gatos do mato. Mas apesar do seu ar parado, a coruja é muito esperta para escapar deles. E, além de esperta, atenta: ela tem uma particularidade interessante, é capaz de virar a cabeça num ângulo de 180º e de esticar o pescoço para cima. Sua cabeça não se move, mesmo que movamos o seu corpo, quando ela está prestando atenção a alguma coisa.



Imagem google

Pesquisas internet


Corujas


Por que a coruja é o símbolo da sabedoria?
Ela possui olhos adaptados para enxergar no escuro e seu olhar, para os gregos, parecia simbolizar a racionalidade.

Na mitologia grega, a coruja era a mascote da deusa Atena, geralmente relacionada à Lua. Ave noturna, ela possui os olhos adaptados para localizar suas presas sob a fraca luminosidade do luar, não suportando, por isso mesmo, a luz do Sol. Para os antigos gregos, esse olhar tornou as corujas símbolo do conhecimento racional, em oposição ao conhecimento intuitivo. O primeiro tipo de conhecimento vem da reflexão racional sobre os fatos, enquanto a intuição vem da percepção simples e imediata das coisas. Ora, como as corujas se orientam pela reflexão (da luz solar na Lua) e não pela percepção direta (da luz solar), os gregos as associaram ao conhecimento, fruto da reflexão e as sabedoria.
Imagem google
Textos via internete

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Aves da Antártica: skuas


Um dos principais predadores dos pingüins são as skuas que atacam os seus ninhos, "roubando" ovos e filhotes. Os ninhos vazios permanecem ocupados pelos pais, contribuindo para a proteção da colônia, revelando um elevado caráter de proteção de grupo. Assim procedendo, evitam que ninhos mais do interior da colônia sejam predados pelas skuas. No mar, são predados por algumas espécies de focas, que atacam tanto os filhotes quanto os adultos.




A skua, Catharacta skua, ou gaivota rapineira, é também uma das aves mais características da Antártica. Possui bico forte em forma de gancho e plumagem escura. Essas aves são bastante agressivas e defendem seu território contra todos os invasores, inclusive o homem, lançando-se em vôo rasante sobre ele. Possuem uma atração especial por ovos e pequenos filhotes de pingüins. As skuas vivem em casais e seus ninhos são covas construídas nos musgos, onde põem de um a dois ovos de um verde cinza-oliva com manchas escuras. Seus filhotes são de cor marrom acinzentado claro. Uma característica interessante dessas aves é que elas podem migrar para o Ártico, durante o inverno antártico. Em 1979, uma skua polar, anilhada para estudo, próxima à estação americana Palmer, foi encontrada seis meses depois por esquimós na Groenlândia, tendo percorrido 14 mil quilômetros.


Testo de pesquisas via internete
Imagens google

Aves da Antártica


Na Antártica, existe uma pequena variedade de aves se comparadas, por exemplo, com as aves da Amazônia. Em contrapartida, as aves antárticas apresentam-se em quantidades muito superiores. Podem-se encontrar mais de 2 milhões de albatrozes de uma única espécie, reunidos num mesmo local, na época de procriação, ou mesmo colônias de pingüins com 1,5 milhões de indivíduos.

O reduzido número de espécies de aves deve-se à cadeia alimentar bastante simplificada, com poucas opções alimentares e a pouca disponibilidade de locais adequados à reprodução. O rigor do clima não é o fator principal para o reduzido número de espécies, já que existem imensas populações de aves de uma determinada espécie que, evidentemente, estão adaptadas às condições alimentares e de procriação disponíveis nas regiões antárticas.




Texto de pesquisas e imagens via internet

Araras Azuis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...