sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Preservando...


É sempre positivo unir as vozes em favor da riqueza natural que o Brasil encerra. A protecção do meio ambiente e da fauna do ecossistema deveria ser a prioridade de qualquer país.
Que a voz da razão a todos apele nesta cruzada.
No pantanal está cada vez mais difícil encontrar esta bela ave do gênero psitacídeas que inclui três espécies de arara.
A arara-azul é a de maior tamanho de sua espécies podendo atingir até 1 metro. Sua plumagem é bastante uniforme no tom do azul celeste, com o bico maior que das demais, predominantemente preto e detalhe amarelado na sua mandíbula.
Infelizmente todas as espécies de araras-azuis estão em perigo de extinção no pantanal e nas demais regiões do Brasil, a caça desleal feita pelo homem e a devastação de áreas nativas estão contribuindo para que nos próximos anos não tenha mais nenhuma linda arara desta livre na natureza.
Portanto se algum dia lhe oferecerem um filhote de arara para você comprar, lembre-se que em poucos anos ela não existirá mais livre na natureza e aproveite para denunciar estes caçadores clandestinos ao IBAMA.Eu em especial adoro estas aves.Já fiz outros posts anteriormente e sempre volto a insistir que precisamos preservar.

Google pesquisas e Imagens

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Características Gerais: Aves


Características Gerais:

Cordados, vertebrados, bípides, craniados, amniotas, alantoidianos, deuterostômios, celomados, homeotérmicos e possuem penas.

As aves e os mamíferos são homeotérmicos, isto é, mantém a temperatura do corpo constante. Mecanismo termorregulador: redução do diâmetro dos vasos sangüíneos superficiais (menor irradiação de calor - controle do SNC), tremores, pêlos, penas, camada adiposa, suor, etc.

São vertebrados que, em geral, possuem os membros anteriores transformados em asas para voar. Assim sendo, conquistaram o meio terrestre e o meio aéreo. As adaptações para o vôo incluem, além das asas: penas, membrana nictitante, cerebelo desenvolvido, sacos aéreos, esterno com quilha, músculo peitoral desenvolvido, ossos pneumáticos, esqueleto rígido (coluna vertebral, cinturas pélvica e escapular fundidas).

São animais dióicos, ovíparos com casca calcária. A reprodução é sexuada, com fecundação interna. A união dos gametas ocorre no oviduto, antes da formação da clara e casca do ovo.

A pele é seca, sem glândulas, com exceção da glândula uropigiana que existe em muitas espécies. Esta glândula produz secreção que impermeabiliza as penas.

O tubo digestivo tem como particularidades: o bico sem dentes, o papo, a moela e termina na cloaca. Não possuem bexiga e a excreção é o ácido úrico, eliminado junto com as fezes.

A respiração é sempre pulmonar e o aparelho respiratório está associado ao órgão do canto ou siringe.

Na circulação, que é dupla e fechada, o coração apresenta duas aurículas ou átrios e dois ventrículos. Não há mistura de sangue venoso e arterial no coração (dupla e completa). A artéria aorta que sai do ventrículo esquerdo tem uma curvatura (crossa) para a direita, ao contrário dos mamíferos que têm esta curvatura para a esquerda.

Para proteção dos olhos, possuem sob as pálpebras a membrana nictitante.

O principal avanço das aves em relação aos répteis reside em sua capacidade de controlar a temperatura do corpo, mantendo-a constante, independente de variações ambientais: são vertebrados homeotérmicos. A homeotermia garante às aves fácil adaptação aos mais variados ambientes terrestres, tornando possível sua larga distribuição geográfica. Além disso, a capacidade de voar permitiu a exploração do meio aéreo, ampliando sua distribuição a praticamente todas as regiões da Terra.

Presença de ossos pneumáticos: os ossos dos vertebrados geralmente são ocupados por algum tipo de tecido, como tecido adiposo (gordura) ou tecido hematopoético (produtor de células do sangue). Muitos ossos das aves, entretanto, são ocos e cheios de ar. Essa substituição de um tecido qualquer por ar evita um acréscimo na massa do animal, o que diminui o gasto de energia ao voar.

Presença de sacos aéreos: os sacos aéreos aumentam a eficiência da renovação do ar presente nos pulmões, garantindo uma oferta de oxigênio elevada, compatível com uma atividade tão dispendiosa em termos energéticos como o vôo.

As vias reprodutoras, urinárias e digestivas das aves abrem-se na cloaca, o que também observa-se nos répteis. Nessas espécies, a fecundação faz-se pela sobreposição da cloaca do macho sobre a cloaca da fêmea, o que permite a penetração dos espermatozóides no interior do sistema reprodutor feminino.

À fecundação, geralmente segue-se o choco (ou incubação), período de cuidados intensivos com os ovos, mantidos aquecidos pelo próprio calor do corpo.

Os ovos das aves, à semelhança dos ovos dos répteis, possuem uma casca calcária resistente e porosa. Os anexos embrionários típicos dos répteis também estão presentes nos ovos de aves: âmnio, cório, alantóide e saco vitelínico, este último bastante rico em vitelo, a gema do ovo. A clara, cujo nome correto á albúmen, é acrescida ao ovo durante sua passagem pelo oviduto, via de saída do sistema reprodutor feminino.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Perdidos...


Esta ave inteligente se perdeu com a brincadeira de alguem;Achei legal e engraçado.


Fonte you tube videos

Araras Azuis

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