quinta-feira, 2 de junho de 2011

ROSEICOLLIS


Os machos se abrigam nos ninhos , porém só alguns dos mais velinhos transportam o material para a sua construção. O material para confecção do ninho pode ser palha de milho, sabugueiro, tiras de papel e folhas de palmeira. Além disso quando são frescas fornecem umidade ao ninho. Esta umidade é fundamental para os ovos, pois facilitam a eclosão.

A postura se dá após 8 dias da cópula e a fêmea bota entre 4 e 7 ovos e o tempo de incubação é de 23 dias. Os ovos começam a ser chocados a partir do 3º ovo na maioria das vezes. Os filhotes nascem pelados e sobrevivem até seu 2º dia com o alimento já existente em seu papo e só começam a ser alimentados pela mãe a partir do 2º dia de vida permanecendo no ninho por até 6 semanas. A sua alimentação é tarefa da fêmea nas primeiras 3 semanas de vida, que por sua vez é alimentada pelo macho que regurgita o alimento para o bico desta. Após este período a alimentação dos filhotes é feita pelo casal mas predominantemente pelo macho. Mesmo após a saída dos filhotes do ninho o macho continua durante o período de aprendizagem dos filhotes a alimentá-los no bico, bem como a defendê-los de outros pássaros se estiverem em colônias.

Os filhotes são um pouco mais claros que os pais e a base do bico é negra e vai clareando com a idade, só adquirindo a sua cor definitiva a quando da muda de penas.
É a espécie com maior número de mutações, sendo a mais recente o opalino.

Mutações

Dominantes: Arlequim Dominante.
Parcialmente Dominantes: Violeta e Fator escuro.
Sex-linked: Ino (lutino/cremino),Palido (Canela Australiano),Canela Americano e Opalino.
Recessivas: Aqua (Azul),Cara Laranja, Turquoise ( Cara Branca), Golden Cherry Americano (Asa rendada verde),Silver Cherry Americano (Asa rendada azul), Suffused (Golden Cherry Japonês), Amarelo Australiano (Arlequim Recessivo), Fulvo Pálido (Fulvo Oriental) e Fulvo Bronze (Fulvo Ocidental).


Fonte

http://avesdobugio.blogspot.com/

Fischers




Há alguns anos, esta espécie tem aumentado consideravelmente seu número de mutações. Isto se deve principalmente ao maior número de criadores interessando-se por esta espécie de agapornis. de popularidade graças ás novas muta ções que foram aparecendo.
Medem aproximadamente 16cme não apresenta dimorfismo sexual, salvo as mutações ligadas ao sexo, onde as diferenciamos pela cor.
Apesar de não ser a espécie mais fácil de se reproduzir, reproduzem-se facilmente, construindo um ninho bastante elaborado com a colaboração do macho e da fêmea.
A fêmea bota de 4 a 7 ovos e o período de incubação é de 23 dias como nos roseicollis. Os filhotes começam a sair do ninho com aproximadamente 45 dias.

Mutações

Dominantes – Arlequim Dominante e Slaty.
Parcialmente Dominantes – Violeta, Factor escuro e Golden Cherry (Edged ,Richard).
Recessivas – Azul , Ino (lutino / Albino) diluído, Amarelo de Olhos Pretos, Branco de Olhos Pretos, Arlequim Recessivo.


http://avesdobugio.blogspot.com/2011/02/motv-6-avixira-2010.html

Caturras


origem: Austrália
data de origem: Kerr, 1792
esperança de vida: 15 a 20 anos
nome científico: Nymphicus hollandicus
família: Cacatuidae
tamanho: 30 para 34 cm

História

A Caturra foi descoberta em 1792 na Austrália. Esta ave habita a região interior do país e pode ser encontrada em zonas áridas ou semi-áridas, mas perto de rios. Foi exportada para a Europa na mesma altura que o Periquito, por volta dos anos 40 do século XIX.

O nome científico da Caturra tem raízes curiosas. O género Nymphicus atribuído a esta ave reflecte o encanto que os exploradores europeus sentiram quando a descobriram pela primeira vez. Nymphicus significa, traduzido à letra, pequena ninfa. A espécie hollandicus vem de Nova Holanda, o nome dado pelos exploradores à Austrália.

A classificação desta ave é bastante discutida e testes de DNA acabaram por retirá-la da família dos Psitáceos para categorizá-la como um membro da família das Catatuas, Cacatuidae. Entre as características que mais aproximam a Caturra das Catatuas está a crista eréctil e penas na base do bico.

As primeiras mutações desta espécie apareceram mais tardiamente. Em meados do século XX surgiram as mutações Pied e Lutino. Seguiram-se a cinnamon, pearl, cabeça branca e silver.

No seu país natal, a Caturra é vista como uma praga. Com uma população elevada, atacam os campos de sementes para se alimentaram. No resto do mundo são bastante cobiçadas, sobretudo as mutações mais raras que podem atingir um preço considerável no mercado de aves. A Caturra é uma das aves de estimação mais populares, rivalizando com o Periquito e o Canário.

Temperamento

A Caturra é um animal dócil, alegre e pouco barulhento. É uma das aves mais rápidas da Austrália, tendo um voo directo e ágil.

Pacífico, é ideal para aviários comunitários e partilha o espaço com outras aves mais pequenas e frágeis sem causar problemas. Mesmo alojada sozinha revela-se bastante afectuosa com o dono.

É conveniente arranjar um exemplar jovem e criado à mão se pretender que a Caturra interaja com humanos.

As Caturras podem-se mostrar algo nervosas em relação ao dono enquanto jovens, mas acalmam rapidamente, tornando-se dóceis. O canto prolongado dos machos torna-os mais populares do que as fêmeas como animal de estimação. Mas até aos três meses é difícil identificar os sexos visualmente, por isso se preferir um dos sexos em particular tem de fazer um teste de DNA.

Bastante gregárias, as caturras convivem bastante com indivíduos da mesma espécie se lhes for dada essa oportunidade. Geralmente acasalam para a vida com o mesmo parceiro e em estado selvagem são vistas a voar em grupo ou em pares.

Brincalhonas e activas, as caturras adoram trepar, roer e interagir com o dono. São capazes de imitar a voz humanas ou outros sons, apesar de terem um vocabulário mais limitado do que os papagaios.

Crista

A Caturra expressa o seu estado emocional através da crista. A crista mantida em baixo, significa que a ave está apreensiva. A Caturra consegue elevar a crista mantendo-a quase na vertical. Uma ligeira elevação, é a posição neutral da crista. Indica que a ave está relaxada. Uma elevação mais pronunciada indica excitação.

Aparência Geral

A Caturra é predominantemente cizenta com a zona das patas mais clara e zonas brancas nas asas. Na região das orelhas esta ave tem uma mancha redonda de cor laranja. Na cabeça, apresenta uma máscara amarela que varia em intensidade e tamanho. Nos machos, o amarelo é vivo e mais amplo, enquanto as fêmeas têm cores mais pálidas. Para distinguir os sexos, o método mais seguro é observar as penas interiores da cauda: as do macho são pretas, enquanto as das fêmeas são acastanhadas e com padrão. As aves jovens são similares às fêmeas adultas. Até aos três meses, apenas é possível distinguir os sexos através de testes de DNA.

Um dos traços mais distintos da Caturra é a crista. A Caturra pode subir ou baixar a crista quando deseja. Esta é geralmente indicadora da disposição da ave.

Alojamento

A Caturra é uma ave activa que necessita de algum espaço para se movimentar. O seu bico não é tão destrutivo como o da maioria dos papagaios, por isso a gaiola ou aviário não necessita de ser tão resistente. As gaiolas devem permitir que a Caturra exiba a crista sem a danificar e que abra complemente as asas sem que toque num dos lados. As medidas mínimas para uma gaiola são 60 cm x 60 cm. Com este tipo de alojamento, a Caturra deve ser retirada da gaiola frequentemente para interagir e exercitar-se.

Um aviário para um casal de Caturras deverá ter 180 x 90 x 180 cm. Nestes casos entende-se que o tempo fora do aviário será nulo ou mínimo.

A Caturra é um animal bastante resistente, mas se for alojado no exterior, deverá ter abrigos e zonas exteriores protegidas de correntes de ar. Em locais mais frios, pode necessitar de um aquecedor.

Brinquedos, troncos ou locais de poiso são obrigatórios. Baloiços e banheira são sempre bem-vindos.

Existem rações comerciais preparadas para Caturras. Idênticas às rações de periquitos, estas podem também ser uma boa opção.

Alimentação

Entre as sementes base da alimentação da Caturra estão o milho painço, aveia descascada, sementes de girassol e cânhamo. Para complementar, a Caturra aprecia também vegetais e fruta. A maçã é uma boa guloseima.

O osso de calcário deve estar sempre disponível.

O mais preocupante problema de saúde encontrado nas Caturra é o stress, provocado pela solidão ou mudanças súbitas. As Caturras em stress arrancam as penas. Entre as Caturras mais sensíveis, estão as caturras lutino, onde este problema é mais comum. Também nesta mutação é preciso particular atenção à zona atrás da crista, onde a manifestação de uma zona sem penas é comum e indesejável. A zona careca não é provocada pelo arrancar de penas da Caturra, uma vez que ela não tem acesso a essa área, mas é considerado um defeito da ave.

Mutações

Lutino – Esta é uma das mais cobiçadas mutações de Caturras. Desenvolvida em 1950s pela norte-americana Moon, as caturras lutino ficaram inicialmente conhecidas como “Moonbeams”, que significa luar. O corpo das aves é despojado do cinzento característico que é substituído por branco ou amarelo. A cabeça mantém a cor amarela e as orelhas permanecem laranjas. Diferenciar os sexos pode ser complicado, mas as fêmeas apresentam um padrão na cauda.

Cara branca (White faced) – Os machos apresentam a cabeça de cor branca, em vez do tradicional amarelo. As fêmeas apresentam a cabeça acizentada.

Cinnamon (Canela) – O cinzento adquire uma tonalidade acastanhada. As restantes cores mantém-se.

Albino - Sem capacidade de produzirem pigmentação, estas aves são branco puro de olhos vermelhos. Não é possível distinguir os sexos visualmente.

Pearl (Pérola) – Esta mutação surgiu em 1967 na Alemanha. O centro das penas torna-se mais claro do que as extremidades. Pode ser combinado com várias cores base.

Pied – Padrão que intercala zonas de penas mais claras com zonas mais escuras.


Fonte
http://avesdobugio.blogspot.com

terça-feira, 31 de maio de 2011

Re-Editando

Quando dá coceira só podemos...Coçar!

Caburé-Acanelado


Caburé-acanelado (Aegolius harrissii), espécie rara localizada inicialmente através do canto.


Achei esta Imagem muito bela
http://octaviosalles.wordpress.com/

Passarinheiros...Extinção nunca!


Acho que todo passarinheiro quando vai explorar alguma área sempre tem a esperança de encontrar alguma espécie rara. Seja num fundão da Amazônia, seja no parque perto de casa. Mas o que exatamente é uma espécie rara? Acho que ela pode ser definida por 2 fatores:

1 – Quando realmente há poucos indivíduos da espécie (seja globalmente ou naquela região).

2 – Quando ela é muito arisca ou de hábitos reclusos.

Ou ainda uma terceira opção, a mais difícil de todas, uma combinação dos 2. Talvez esse seja o caso do enigmático tietê-de-coroa (Calyptura cristata), considerado umas das 10 aves mais raras do mundo e encontrada somente em uma pequena área de Mata Atlântica (até onde se sabe), mais ou menos do litoral norte de SP à Serra dos Órgãos no RJ. A população dessa ave realmente deve ser bem pequena, e pra piorar ela é minúscula (8 cm), com certeza não possui voz identificável a distância e vive no alto das árvores.

Fonte
http://octaviosalles.wordpress.com/2009/12/27/a-real-chance-de-achar-uma-especie-rara/

Araras Azuis

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