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"É preciso quebrar a concha para conseguir a pérola".





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domingo, 26 de junho de 2011

Pássaros que cantam...







Pássaros das cidades cantam mais para compensar o ruído

Os pássaros urbanos cantam mais tempo para assim conseguirem compensar os efeitos negativos do ruído das cidades, principalmente do trânsito, concluiu um estudo espanhol publicado na revista “Behavioral Ecology”.

Os investigadores estudaram os comportamentos das milheirinhas (Serinus serinus), uma das espécies de aves mais abundantes em Portugal, na região de Toledo.

“Estas aves podem gastar até mais 60 por cento do seu tempo a cantar a níveis de 70 decibéis. Mas, a partir desse nível, começam a cantar menos, provavelmente porque dedicar mais tempo ao canto pode interferir em coisas tão importantes como estar atento aos predadores”, explica o investigador Mario Díaz, do CSIC (Conselho Superior de Investigações Científicas), em comunicado.

Segundo o estudo, os pássaros mudam os comportamentos rapidamente em função dos diferentes níveis de ruído. “Se é fim-de-semana, as aves cantam menos porque, geralmente, se registam menores níveis de ruído”, explicou Diáz ao jornal “El Mundo”. Além disso, o seu canto é mais agudo nas cidades do que em zonas menos urbanas. E quanto maior o nível de ruído, mais as aves cantam de noite.

“Quase todas as previsões [sobre como as espécies respondem às alterações do ambiente] são bastante catastrofistas porque, no geral, não contemplam a flexibilidade dos organismos às mudanças no seu ambiente. O nosso trabalho mostra que as espécies podem compensar estas variações através de comportamentos flexíveis. Mas só até certo ponto”, explica Diáz no comunicado publicado no site do CSIC.

O canto das milheirinhas, espécie de origem mediterrânica, serve para sinalizar território e dissuadir possíveis adversários e para atrair fêmeas.

Helena Geraldes


http://aves.team-forum.net/t4333-passaros-das-cidades-cantam-mais-para-compensar-o-ruido

terça-feira, 19 de abril de 2011

Pássaros e suas curiosidades



Pássaros que vivem em climas quentes tem bico maior Se o tucano-toco tivesse evoluído na fria Irlanda, seu enorme bico teria sido muito menor. Pelo menos essa é a conclusão de um grupo de pesquisadores, que afirmam que troca de calor pode ser adicionada a dieta e atração sexual como importantes fatores responsáveis pelo tamanho do bico de pássaros.


No ano passado, Glenn Tattersall, da Universidade Brock, em Ontário, Canadá, descobriu que tucanos-toco perdem até 60% de sua temperatura corporal pelo bico.
Agora, Tattersall e Matthew Symonds, da Universidade de Melbourne, Austrália, compararam o tamanho do bico de 214 espécies de pássaros com as temperaturas mínimas anuais de seus habitats naturais. "De tucanos, a papagaios, a tetrazes, a pinguins, espécies de habitats mais frios têm bicos menores", diz Symonds.



Eles isolaram a influência da temperatura ao estudar somente bicos de fêmeas e ao comparar espécies com dietas similares vivendo em climas diferentes.

A temperatura explicou 16% da variação no tamanho de bicos. Para gaivotas e pinguins, a temperatura explicou 66% e 43% da variação, respectivamente.

O estudo foi publicado no periódico "The American Naturalist".


Fonte:
Folha
http://ani-mais.blogspot.com/2010/07/passaros-que-vivem-em-climas-quentes.html

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Pássaros que arrancam as penas




Por que a minha ave está arrancando as suas próprias penas?

O seu pássaro começou a arrancar as próprias penas e às vezes até grita de dor? O que fazer?

As aves normalmente se orgulham das suas penas, essa agressão pode ter mais de uma causa:

Nutricional
ela está sentindo falta de vitaminas e nutrientes. Por exemplo, na época da muda (troca das penas) elas sentem necessidade de injerir mais proteínas, vitaminas e minerais, carboidratos e até mesmo gorduras, o que consiste em algo mais do que apenas ração e água;

Stress
ela está se sentindo muito só e quer atenção, ou não está se adaptando com o novo pássaro da casa. Pode também estar sentindo falta de espaço na gaiola ou falta de claridade e de plantas.

Preste atenção a estes detalhes, na mudança da rotina do animal, tente melhorar a sua alimentação, dê-lhe mais atenção e consulte o seu veterinário de confiança para que ela seja examinada.

Uma ave bem cuidada e feliz orgulha-se das suas penas e mantém-nas bem cuidadas. Isso é posse responsável!

Fonte do texto
Imagem google
http://www.g6-team.net/f969/aves-o-que-deve-saber-102775/

Por que os pássaros geralmente não levam choque em fios elétricos?



Curiosamente, os pássaros conseguem pousar sobre fios elétricos, encapados ou não, sem levar choque. Aparentemente causa grande espanto quando analisado, pois quando um fio desencapado é tocado libera grande descarga elétrica. Com os pássaros é diferente.

A distância entre as patas dos pássaros é bem curta, não é suficiente para gerar um potencial elétrico entre dois pontos (DDP). O choque, dessa forma, somente acontece quando a corrente elétrica entra por um determinado local e sai por outro, ou seja, fecha o ciclo da eletricidade que é a condução de energia. A eletricidade liberada no pássaro não lhe provocará uma descarga elétrica porque ele não estará encostado em nenhum objeto a não ser o fio, porém, se o pássaro desequilibrar e encostar-se a outro objeto, ele receberá a corrente elétrica.

Se uma pessoa, por descuido ou curiosidade, pegar um fio com as duas mãos para testar a distância geradora de potencial elétrico, com certeza levará um choque, pois a distância de um braço ao outro é o bastante para gerar o DDP.



http://www.g6-team.net/f969/aves-o-que-deve-saber-102775/

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Liberdade

Sua vida era segura e tranqüila. Tranqüilidade e segurança: Coisas que todos desejam. Barco ancorado não naufraga. Avião em hangar não cai. Para viver em segurança as pessoas constroem gaiolas e passam a viver dentro delas. Dentro das gaiolas não há perigos. Só há monotonia. Todo dia a mesma coisa. Tudo o que acontece todo dia do mesmo jeito é chato. Esse é o preço da segurança: A Chatice. Dentro da gaiola não há muito que fazer, seja ela feita com arames de ferro ou com deveres. Os sonhos de aventuras selvagens aparecem, mas, logo que vêem os arames, morrem. Alguns, malvados, furam os olhos dos pássaros engaiolados. Dizem que pássaro de olho furado canta mais bonito. Talvez, cegos, eles se esqueçam de que estão presos numa gaiola. Mas, mesmo que não estivessem, de que lhes adiantaria ter asas para voar se não têm olhos para ver? Sua cegueira é a sua gaiola.
O nosso amigo, passarinho engaiolado, bem se lembrava do dia em que, enganado pelo alpiste tentador, saboroso, entrou no alçapão. Alçapões são assim: Têm sempre uma coisa apetitosa dentro. Mas basta que a coisa apetitosa seja bicada para que a porta se feche para sempre, até que a morte a abra...
Do seu pequeno espaço ele olhava os outros passarinhos. Os bem-te-vis, atrás dos bichinhos; os sanhaços, entrando mamões adentro; os beija-flores, com seu mágico bater de asas; os urubus, em seus vôos tranqüilos na fundura do céu; as rolinhas, arrulhando, fazendo amor; as pombas, voando como flechas.
Ele queria ser como os outros pássaros, livres... Ah! Se aquela maldita porta se abrisse... Isso era tudo o que ele desejava. Pois não é que, para surpresa sua, um dia o seu dono esqueceu a porta da gaiola aberta? Ele poderia agora realizar todos os seus sonhos. Estava livre, livre, livre! Saiu. Voou para o galho mais próximo.
O
lhou para baixo. Puxa! Como era alto! Sentiu um pouco de tontura. Estava acostumado com o chão da gaiola, bem pertinho. Teve medo de cair. Agachou se no galho, para ter mais firmeza. Viu uma outra árvore mais distante. Teve vontade de ir até lá. Perguntou-se se suas asas agüentariam. Elas não estavam acostumadas. O melhor seria não abusar, logo no primeiro dia. Agarrou-se mais firmemente ainda. Nesse momento um insetinho passou voando bem na frente do seu bico. Chegara a hora. Esticou o pescoço o mais que pôde, mas o insetinho não era bobo. Sumiu mostrando a língua.
Ei, você!" - era uma passarinha. "Vamos voar juntos até o quintal do vizinho? Há uma linda pimenteira, carregadinha de pimentas vermelhas. Deliciosas. Só é preciso prestar atenção no gato que anda por lá..." Só o nome "gato" já lhe deu um arrepio. Disse para a passarinha que não gostava de pimentas. A passarinha procurou outro companheiro. Ele preferiu ficar com fome. Chegou o fim da tarde e, com ele, a tristeza do crepúsculo. A noite se aproximava. Onde iria dormir? Lembrou-se do prego amigo, na parede da cozinha, onde a sua gaiola ficava dependurada. Teve saudades dele. Teria de dormir num galho de árvore, sem proteção. Gatos sobem em árvores? Eles enxergam no escuro? E era preciso não esquecer os gambás. E tinha de pensar nos meninos com os seus estilingues, no dia seguinte. Tremeu de medo. Nunca imaginara que a liberdade fosse tão complicada. Somente podem gozar a liberdade aqueles que têm coragem. Ele não tinha.
T
eve saudades da gaiola. Voltou. Felizmente a porta ainda estava aberta. Entrou. Pulou para o poleiro. Adormeceu agradecido a Deus pela felicidade da gaiola. É muito mais simples não ser livre. Nesse momento chegou o dono. Vendo a porta aberta, disse:


"Passarinho bobo. Não viu que a porta estava aberta. Deve estar meio cego. Pois passarinho de verdade não fica em gaiola. Gosta mesmo é de voar..."


Partes de um texto de Rubem Alves
Fonte de pesquisas do google texto e imagem

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Malhação penosa


Veja as dicas de exercícios para deixar as aves sempre ativas e livres do estresse do confinamento

Malhar faz bem, inclusive para as aves. Muito inteligentes, nossas amigas de penas precisam de estimulação mental prara ficar sempre em forma. Para isso, brinquedinhos especiais ou mesmo improvisados podem e devem ser oferecidos para que elas distraiam o bico e exercitem a cuca.




Aves da espécie psistacídeos - cacatuas, papagaios, araras, maritacas, tucanos, agapórnis, calopstitas, entre outras - , são as que mais precisam dessa estimulação mental. “Elas têm bico curvado e o utilizam como apoio, tanto para pegar alimentos quanto para se movimentar no viveiro ou nos galhos das árvores”, explica o adestrador de aves e criador Eduardo Augusto Melo Dias.
Os brinquedos que as aves mais gostam vão desde os mais simples, como chapinhas de refrigerantes, argolas e balanço de madeira e arame, aos mais sofisticados, em forma de playground, encontrados nas lojas de animais. “Os psistacídeos gostam muito de se pendrar em brinquedos em que possam dar giros, cambalhotas, subir e descer á vontade”, ensina. Os brinquedos não devem ter pontas afiadas, que possam causar danos ao bico, boca e olhos, nem partes pequenas, que possam ser ingeridas.



Os pássaros de canto, como curió, trinca-ferro, currupião e canário-belga, não precisam se exercitar com brinquedos por usarem o canto como forma de se manter ocupados. “Aves canoras fazem exercício durante o canto, pulando de um poleiro para o outro”, conta Eduardo.
Variar a localização da gaiola no ambiente também ajuda na estimulação mental. “Por ficar confinada na gaiola, qualquer ave pode ficar estressada e demonstrar através de gritos e auto-mutilação, arrancando as penas”,


Fonte de Pesquisase Imagens
http://odia.terra.com.br/blog/

FAÇA VOCÊ MESMO O BALANCINHO PARA AVES


MATERIAL: Arame fino galvanizado, alicate, tampinhas de metal ou plástico (refrigerante, maionese, requeijão), argolas de latinhas, poleiros ou pedacinhos de madeira e miçangas
1- Para laterais do balanço, corte 40 cm de arame. Divida-o ao meio com alicate
2 - Pegue um pedaço roliço de madeira (tipo poleiro). Com uma serrinha, corte 10 cm de poleiro
3 - Fure as tampinhas com um prego para passar o arame. Incremente o poleiro com tampinhas, miçangas e argolas
4 - Pegue os pedaços de arame e dê uma volta em cada ponta do poleiro. Deixe o nó bem justo com o alicate
5 - Faça um gancho em cada ponta do arame e pendure o balanço na gaiola


Fonte de Pesquisas e Imagem

http://odia.terra.com.br/blog/

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Pássaros -cetim





O resultado de uma curiosa pesquisa foi publicado nesta última semana pela revista científica Animal Behaviour. Cientistas da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, afirmam que a inteligência é um grande atrativo nos pássaros-cetim, espécie de ave que vive na Austrália! De acordo com o estudo, as fêmeas tendem a escolher machos que tem inteligência cognitiva superior, observando o comportamento do ‘pretendente a namorado’ enquanto ela a corteja. Aliás os pássaros-cetim são conhecidos pelas artimanhas elaboradas na hora de arranjar uma namorada, com direito a dança e a construção de ninhos! Entre os pássaros, ele é, com certeza, o marido ideal!


Pássaros inteligentes atraem mais fêmeas, diz estudo
Pássaros-cetim que se mostram mais inteligentes atraem um número maior de parceiras, segundo um estudo da Universidade de Maryland publicado pela revista científica Animal Behaviour.

Pesquisas via internete

Os pesquisadores aplicaram uma série de testes cognitivos a machos da espécie para avaliar sua capacidade de resolução de problemas.

Os pássaros que tiveram melhor desempenho também foram os que procriaram com mais fêmeas, em comparação com os pássaros menos inteligentes.

Este é o primeiro estudo a mostrar que os machos que se saem melhor na resolução de problemas também têm maior número de parceiras.

Os cientistas estudaram os pássaros-cetim (Ptilonorhynchus violaceus) que vivem na floresta ao sul de Brisbane, na Austrália.

Os pássaros-cetim são conhecidos por seu complexo sistema de cortejar as fêmeas e a construção de elaborados ninhos, na forma de caramanchões.

Os machos passam horas construindo o ninho, que decoram por dentro com objetos coloridos e até flores. As fêmeas visitam os ninhos antes de escolher os machos.

“Os pássaros-cetim são o tipo de pássaro que faz você pensar que a expressão ‘cérebro de passarinho’ deveria ser usada como um elogio”, disse Jason Keagy, que liderou o estudo.

Os cientistas desconfiaram que, por conta do complexo sistema para cortejar as fêmeas, os pássaros mais inteligentes teriam vantagens.

Teste

Para descobrir o quão inteligente os pássaros eram, os cientistas desenvolveram uma série de testes envolvendo resolução de problemas.

“Os pássaros-cetim machos não gostam de objetos vermelhos dentro de seus ninhos e imediatamente tentam removê-los”, disse Keagy.

“Nós criamos situações em que os machos tinham que remover um obstáculo para remover os objetos vermelhos. O primeiro teste consistia em um pote transparente colocado sobre três objetos, e os machos tinham que encontrar um meio de derrubar o pote para retirar os objetos ofensivos.”

“Os melhores em resolução de problemas conseguiram remover o pote mais rapidamente”, disse ele.

A equipe de cientistas ainda desenvolveu um segundo teste em que os pesquisadores fixaram um azulejo no chão, que o pássaro-cetim não poderia remover. Os pássaros mais inteligentes perceberam isso mais rapidamente e cobriram o azulejo com folhas e gravetos.

Quando os cientistas avaliaram o sucesso dos pássaros junto ao sexo oposto, descobriram que os que se saíram melhor nos testes também tinham maior número de parceiras.

Cérebro sexy

Há várias razões potenciais para a o sucesso dos machos inteligentes, explica Keagy.

“Ajuda se pensarmos no cérebro como uma vitrine da qualidade genética de um macho por conta da complexidade do cérebro”, disse ele.

Por exemplo, diz Keagy, outros estudos mostram que indivíduos doentes, com muitos parasitas, em geral não se saem bem em testes cognitivos. Esses mesmos machos geralmente têm parasitas por causa de um sistema imunológico deficiente.

“Se você for fêmea, esses não são os tipos de genes que você quer encontrar no pai de seus filhos.”

“Além disso, se você está falando de fêmeas de uma espécie em que o macho também assume responsabilidade sobre os filhos, os machos mais ‘inteligentes’ podem se sair melhor na procura de comida e em cuidar dos filhos e, portanto, ser uma escolha melhor de parceiro”, diz ele.

Escolha

“Neste momento, não sabemos com certeza como as fêmeas estão escolhendo parceiros mais ‘inteligentes’, mas há duas hipóteses básicas de como isso pode ocorrer”, afirma Keagy.

“As fêmeas podem ter evoluído para escolher machos que tem inteligência cognitiva superior e observam o comportamento deles durante a corte que indicam o quão ‘inteligente’ eles são.”

O complexo sistema de cortejar dos pássaros-cetim, que envolve dança, e a construção dos ninhos permite às fêmeas ter uma idéia de seu desempenho cognitivo.

Outra possibilidade, sugere Keagy, é que os machos usem seus cérebros para convencer as fêmeas a não deixá-los. Eles podem fazê-lo ao responder efetivamente aos sinais das fêmeas, já conhecidos na espécie.

“O mais provável é que esteja ocorrendo uma espécie de combinação dessas duas coisas”, diz Keagy.

O cientista espera que o estudo levante a discussão sobre como a seleção sexual pode influenciar a evolução cognitiva.

“Normalmente, quando a evolução do cérebro é discutida, a gente supõe que deve ter sido um tipo de seleção natural, como melhor desempenho em procurar comida ou se integrar em grupos sociais”, diz o cientista.

“Mas nós não podemos ignorar que, a menos que um macho consiga se reproduzir com uma fêmea, ele não vai passar seus genes adiante. Se o animal carrega algo tão grande e valioso como um cérebro, por que não usá-lo para aumentar suas chances de procriar

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Aves canoras


Estudo publicado na «Science» diz que os passarinhos balbuciam como bebés
Cientistas do MIT investigam mecanismos de aprendizagem



As aves canoras praticam incessantemente
As aves canoras jovens balbuciam como bebés antes de conseguirem imitar um adulto. A conclusão é de um estudo conduzido por cientistas do MIT que descobriram que, afinal, o primeiro momento de aprendizagem não é assim tão diferente entre aves e humanos. No artigo publicado ontem pela revista científica "Science", a equipa revela que as aves canoras jovens e as adultas utilizam caminhos cerebrais diferentes no que diz respeito ao canto.

"O balbuciar durante a aprendizagem do canto exemplifica um comportamento de exploração ubíquo mas que é essencial para aprendizagem por tentativa e erro", explica Michale Fee, autor sénior do estudo e neurocientista no Instituto McGovern do MIT, nos Estados Unidos.

Segundo os investigadores, as aves canoras praticam incessantemente até conseguirem produzir o som estereotipado dos adultos. "Esta variação inicial é necessária para que haja aprendizagem. Quisemos determinar se era produzida por um caminho cerebral adulto imaturo ou por um circuito diferente", sublinhou o Fee.

Os cientistas analisaram o mandarim, uma ave de pequeno porte que pode ser avistada em Portugal. Estudos prévios tinham revelado que esta espécie tinha dois circuitos cerebrais distintos dedicados ao canto, um associado à aprendizagem e outro, conhecido por circuito motor, dedicado à reprodução do som aprendido.

Segundo os investigadores, se ocorressem algum problema no primeiro circuito enquanto a ave estivesse em processo de aprendizagem, o canto ficaria para sempre na fase de imaturidade. No entanto, desactivar o circuito de aprendizagem numa ave adulta não teria qualquer efeito na capacidade de canto.

Os cientistas partiram do pressuposto de que o circuito motor teria uma importância semelhante na produção do canto mas não havia até aqui nenhum estudo que demonstrasse esta teoria. Na investigação agora divulgada, a equipa adaptou técnicas já existentes para desactivar temporariamente partes do cérebro do mandarim e registar actividade neuronal num espécime adulto.

Resultados surpreendentes


Quando a equipa desactivou a parte do circuito motor conhecida por HVC nos espécimes jovens, os passarinhos continuaram a cantar, o que queria dizer que tinha de haver outra região do cérebro responsável pelo balbuciar.

Os investigadores suspeitaram então que uma componente chave no circuito de aprendizagem, designado por LMAN, tivesse uma função desconhecida ao nível da função motora e demonstraram-no ao verificar que, desactivando-o, os pequenos mandarins paravam de balbuciar. "Isto diz-nos que o canto é conduzido por dois circuitos motores diferentes, nas diferentes fases do desenvolvimento", explicou Dmitriy Aronov, primeiro autor do estudo.

Os cientistas perguntaram então o que aconteceria ao LMAN na idade adulta, depois de as aves terem aprendido o canto. Ao contrário do que se pensava, os autores do estudo descobriram que este mantém a capacidade de produzir o balbuciar mesmo quando a ave já apreendeu os comportamentos adultos.

Para Michale Fee, este estudo pode aplicar-se a outros comportamentos imaturos, tanto em aves como nos humanos. "Nas aves, a fase exploratória termina quando a aprendizagem fica completa", disse. "Mas nós, humanos, podemos estar sempre a invocar o nosso equivalente ao LMAN, o córtex pré-frontal, para ser inovadores e aprender novas coisas", acrescentou.

Fonte Pesquisas e Imagem
http://www.cienciahoje.pt

terça-feira, 17 de novembro de 2009

A Morte-A dor de uma Perda!

Aconteceu numa praça, no Japão.
Não se sabe como o pássaro morreu.
Ele estava ali no asfalto, inerte, sem vida.

Seria um fato corriqueiro, mas o fotógrafo fez a grande diferença.



A Solidariedade
Segundo o relato do fotógrafo, uma outra ave permanecia próxima àquele corpo sem vida e ficara ali durante horas. Chamando pelo companheiro, ela pulava de galho em galho, sem temer os que se aproximavam, inclusive sem temer ao fotógrafo que se colocava bem próximo.


A Solicitação
Ela cantou num tom triste. Ela voou até o corpinho inerte, posou como querendo levantá-lo e alçou vôo até um jardim próximo. O fotógrafo entendeu o que ela pedia e, assim, foi até o meio da rua, retirou a ave morta e a colocou no canteiro indicado.
Só então a ave solidária levantou vôo e, atrás dela, todo o bando.




A Despedida

As fotos traduzem a seqüência dos fatos e a beleza de sentimentos no reino animal.




Uma Questão de Amor e Carinho

Segundo o relato de testemunhas, dezenas de aves, antes de partirem, sobrevoaram o corpinho do companheiro morto. As fotos mostram quanta verdade existiu naquele momento de dor e respeito.


Um Grito de Dor e Lamento
Aquela ave que fez toda a cerimônia de despedida, quando o bando já ia alto, inesperadamente voltou ao corpo inerte no chão e, num grito de não aceitação da morte, tenta novamente chamar o companheiro à vida. Desesperada, mas com amor e carinho, ela se despede do companheiro, revelando o seu sentimento de dor.



Mas, agora, me respondam: Serão os animais realmente os irracionais?

Creio que inrracional somos nós que agimos com total deprezo para com o outro ser humano(A.D).dono do Blog

Fonte da Pesquisa

http://www.clubedocriador.co



Papagaio Inteligente

Papagaio perdido diz seu nome e endereço


papagaio_africanoUm papagaio doméstico que tinha se perdido no Japão foi devolvido a sua casa pela polícia depois de conseguir comunicar o nome de seu dono e onde ele vivia. As autoridades da Província de Chiba (centro) capturaram no dia 6 de maio um papagaio cinza africano que foi levado posteriormente a uma clínica veterinária.

O papagaio repetia incessantemente o nome “Nakamura Yosuke-kun”, que recebeu de seu dono, Yoshio Nakamura, e o endereço onde vivia, incluindo o número da residência, segundo as autoridades policiais que cuidaram do caso. Os responsáveis da clínica veterinária informaram à polícia no último dia 19 de Maio que o papagaio tinha fornecido esses dados e, pouco depois, as autoridades localizaram Nakamura e lhe devolveram seu animal de estimação. O papagaio cinza africano é uma das espécies de aves mais inteligentes do mundo e é bastante utilizado por pesquisadores.

Pesquisas via Internete

domingo, 8 de novembro de 2009

Casaca -de -couro

O Casaca-de-couro é uma ave passeriforme da família Furnariidae. Conhecido também como carrega-madeira-do-sertão, carrega-madeira-grande (Bahia) e joão- de-moura(Ceará).

Jackson do Pandeiro tem gravado uma bonita canção nordestina de Rui de Morais e Silva na qual descreve com precisão os hábitos dessa ave.

pesquisa e imagem do google

domingo, 18 de outubro de 2009

Gralhas


(Pyrrhocorax pyrrhororax)
Um macho atencioso
A fêmea dessa gralha choca seus ovos durante três semanas. Nesse período, durante o dia, O macho passa gritando a cada quarenta e cinco minutos em frente ao ninho e pousa num rochedo. A fêmea vai encontrá-lo e ele alimenta-a regurgitando uma papa de insetos em seu papo. Em seguida, ambos voam juntos por um minuto, para que ela "desenferruje as asas", antes de voltar para cima dos ovos, até a pausa seguinte.
A gralha de bico vermelho é encontrada nas montanhas e também nas costas rochosas, desde as ilhas Canárias até a China, mas não é uma ave muito comum. Mais pesada e robusta que o corvo, ela também tem a plumagem negra, mas os pés e o bico são vermelhos. É uma grande acrobata, capaz de se deixar cair de grandes alturas e frear bem rente ao chão. Alimenta-se de insetos, aranhas e vermes, que apanha cavando o chão com o bico
O casal permanece junto à vida toda. Na primavera, cada casal constrói seu ninho, geralmente num local inacessível. O ninho é um buraco forrado de crina e fios de lã. Onde a fêmea põe 4 a 5 ovos pintados.


FILO: Chordata
CLASSE: Aves
ORDEM: Passeriformes
FAMÍLIA: Corvidae

Pesquisas internete imagem google

sábado, 17 de outubro de 2009

COMBATENTE


NOME COMUM: Combatente

NOME CIENTÍFICO: Philomachus pugnax


O mais forte tem mais fêmeas

O combatente é um tipo de maçarico europeu. Na época de acasalamento, os machos se reúnem numa área própria, que dividem em territórios. Ali eles se exibem, cada um mostrando sua plumagem exuberante. Eles são capazes de inflar a plumagem do pescoço, formando um colar majestoso e multicolorido. As fêmeas não têm a crista e o colar próprio dos machos. Reúnem-se em torno do local onde os machos se exibem e abaixam-se; Isso indica que estão prontas para o acasalamento. Sempre há um macho dominador que se acasala com a maior parte das fêmeasOs ninhos são escavados no chão. As fêmeas botam 3 ou 4 ovos e se sentam sobre eles durante 17 a 19 dias. Depois do choco os machos perdem a plumagem especial. Seu aspecto, então, fica bem semelhante ao de qualquer outro maçarico. Os indivíduos dos dois sexos vivem separados fora da época deacasalamento. Como acontece com a maior parte dos pernaltas, os maçaricos podem ser encontrados freqüentemente em pântanos e alagadiços. Alimentam-se de insetos, vermes e algas de água doce. No outono, migram para o sul. Alguns chegam à Austrália. A migração é feita principalmente à noite.

www.achetudoeregiao.com.br

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Japiim









Família: Emberizidae Subfamília: Icterinae
O japiim é um bicho interessante pois imita os sons de muitas outras aves, incluindo periquito, arara, tucano, capitão do mato, etc. Acho que deve ter a função de atrair a fêmea, a melhor imitação... sei lá...
Vive em bandos de tamanhos variáveis, alimentando-se principalmente de frutos e sementes.

























Ninhos de japiim

Faz ninho de folhas de palmeiras, com a forma de uma bolsa pendurada, relativamente curta e larga quando comparada ao dos japus. Os ninhos ficam agrupados em colônias, instaladas freqüentemente em árvores baixas, algumas vezes sobre a água, nos galhos em que haja a presença de formigueiros e de alguns vespeiros. Às vezes os ninhos podem estar na mesma árvore que os de japus, porém é mais comum estarem em uma árvore adjacente ou isolados. Põe ovos branco-azulados com manchas, pontos e listras marrom-escuras ou pretas. Apresenta uma série de cantos diferentes e é um excelente imitador de outras aves, hábito que o torna bastante apreciado. Conhecido também como xexéu, japim, japuíra, joão-conguinho e japiim-xexéu.

Imagem e pesquisas via internete

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Socó



A inteligência é quem manda

O socó é uma das aves com inteligência superior, pois usa ferramentas para pescar e sempre dá certo.

Que mugido estranho e inesperado é esse, que pode ser ouvido a mais de 500 m? Uma vaca atolada na lama? Não perca seu tempo olhando. O mugido é produzido por um SOCÓ ou abetouro macho, perfeitamente escondido entre os juncos. Essa ave parece uma garça pequena, com plumagem amarelada salpicada de negro. Ninguém sabe exatamente como é que ela produz, esse som tão estranho. Certamente não é enterrando o bico no lodo, como se acreditou por muito tempo.
O socó ou abetouro está distribuído por uma vasta área. A espécie européia mais comum é o socó ou abetouro estrela, que tem papo branco e o cocuruto da cabeça preto. A espécie americana tem as penas do papo pretas. Muitas espécies são migratórias, como a maioria das garças (das quais os socós são uma subfamília). Os socós vivem entre os juncais no meio dos pântanos e alagados.

O ninho é construído somente pela fêmea que também se ocupa sozinha da incubação dos ovos. Ao menor sinal de perigo, o socó imobiliza-se com o pescoço esticado e o bico apontado para o céu; assim mimetizado. ele passa despercebido pelo inimigo. O socó ou abetouro está distribuído por uma vasta área. A espécie européia mais comum é o socó ou abetouro estrela, que tem papo branco e o cocuruto da cabeça preto. A espécie americana tem as penas do papo pretas. Muitas espécies são migratórias, como a maioria das garças (das quais os socós são uma subfamília). Os socós vivem entre os juncais no meio dos pântanos e alagados.


Denominada ave noturna mas esta foto foi tirada durante dia!


Texto de pesquisas do google e imagem
http://carlosnader.blogspot.com
foto (1)

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Urubu Rei - II



Urubu-rei
(Sarcoramphus pap)Cabeça e pescoço nus (facilitando na higiene após seus banquetes repugnantes) violáceo-vermelhos, sobre a cera uma carúncula carnosa amarelo-alaranjada, maior e pendente no macho. Um denso colar de penas é geralmente interpretado como um obstáculo à descida do repasto meio líquido à plumagem. O imaturo tem cor de fuligem, sendo reconhecível pelo tamanho. Narinas vazadas. Bico e unhas menos possantes do que nas aves de rapina. O macho pode ser maior que a fêmea. Como consumidores de carne em putrefação desempenham importante papel saneador, eliminando matérias orgânicas em decomposição. São imunes, aparentemente, ao botulismo, doença que ataca o homem e outras aves por ingestão de alimentos enlatados, como patê, contaminado pela bactéria Clostridium botulinum. As toxinas botulínicas são proteínas, constituindo-se nos mais potentes venenos conhecidos. O suco gástrico dos urubus é bioquimicamente tão ativo que neutraliza as toxinas cadavéricas e bactérias, eliminando perigos posteriores de infecção. Quando são alimentados em cativeiro com carne fresca, são limpos e sem mau cheiro.


Pesquisas e imagens via internet

Urubu Rei - I


O maior e mais colorido de todos os urubus, recebe este nome por vários motivos: pela exuberante coloração, presente principalmente na cabeça, e de seu forte bico que lhe proporciona ser o único urubu a conseguir a abrir as partes mais difíceis de seu alimento, como a carcaça de um animal grande, e sendo capaz de rasgar o couro de um boi ou de um cavalo; como é um urubu sociável freqüenta carniça com outros urubuse assim que ele "abre" uma carcaça é seguido por outras aves necrófagas, que se aproveitam da carcaça já aberta para se alimentarem quando ele não encontra a carniça espera que outros urubus achem-na, para então ele se alimentar, essas espécies que o acompanham na alimentação ficam afastadas, devido ao seu tamanho, dando a ele o aspecto de ser o rei entre elas; essas espécies nunca disputam alimento com ele, esperam respeitosamente que ele se satisfaça para então comer o que sobra.
Tem até 3 vezes o tamanho das outras espécies, possui 85 cm de comprimento, pesando aproximadamente 3kg, podendo chegar a 5kg, mas é bastante pequeno quando comparado a outros rapinantes. Sua envergadura varia de 1,70 m a 1,98 m. De narinas vazadas, tem pernas cinza e garras longas e grossas, possui uma crista carnuda e laranja, pendente no macho. O urubu-rei é mudo, não possui siringe (laringe inferior das aves), sabe, porém bufar. A cabeça e o pescoço do urubu são implumes, isso quer dizer que não têm penas. Esta falta de penas é uma adaptação de higiene, a falta de penas previne bactérias da carniça, e expõe a pele aos efeitos esterilizantes do Sol.
Raramente ele voa mais alto que 400 metros e podendo enxergar uma presa de 30 centímetros no solo, mas prefere animais grandes
Destaca-se dos outros urubus pelo desenho branco e preto da asa e pela cauda muito curta, o que lhe dá uma aparência arredondada em vôo. Quando está sobrevoando uma área, chama a atenção o contraste entre o negro da cauda e asas com o corpo todo branco do adulto. Para diferenciá-lo do Cabeça-seca a grande altura, observe que a cabeça e pescoço são pequenos e pouco notáveis, bem como os pés não aparecem depois da cauda.
Ao contrário dos outros urubus, é todo negro até o sexto mês de idade. A partir daí, começa a adquirir plumagem branca amarelada do corpo; só às penas da cauda e as longas penas da asa continuam negras. É um processo de até 4 anos de duração. O pescoço é todo colorido, alaranjado ou vermelho. Essas cores fazem um intenso contraste com o olho branco, cor já exibida pela ave juvenil. O urubu-rei não possui muitas diferenças sexuais, o macho é levemente maior do que a fêmea. Ao nascer, está coberto com uma fina penugem branca, mantida nas primeiras semanas de vida.

Texto de pesquisas internete
Imagens google

domingo, 27 de setembro de 2009

Tetraz

Tetrazes da pradaria



Tetraz é o nome comum dado a um grupo de aves galiformes da família Phasianidae, que habita exclusivamente o hemisfério Norte e inclui muitas aves cinegéticas, caçadas por desporto ou para alimentação.

Os tetrazes alimentam-se sobretudo de sementes e bagas, mas também consomem insectos e outros pequenos invertebrados. Na maioria das espécies, o macho controla um grupo familiar composto por várias fémeas, que defende de potenciais rivais. Os tetrazes apresentam dimorfismo sexual significativo, sendo a plumagem dos machos mais elaborada e colorida. Tal como nos faisões, os machos de muitas espécies são adornados por penas sem utilidade prática que usam apenas nos rituais de acasalamento, para atrair potenciais parceiras.

O grupo dos tetrazes já foi classificado numa família separada (Tetraonidae) mas encontra-se actualmente integrado na família Phasianidae.

Texto de pesquisas Internet
Imagem google

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Curiosidades sobre aves


Os olhos das aves são ao lado da cabeça para que vejam rapidamente um possível predador.

O pica-pau pode dar cem bicadas por minuto numa árvore.
A cabeça do pica-pau tem pequenas bolsas de ar que amortecem o impacto das batidas no crânio.

O passarinho consegue sair do ovo porque ele nasce com um dentinho especial para quebrar a casca. Demora dois dias para ele quebrá-la. Depois disso ele perde esse dentinho.

Os pássaros fazem uma formação em V no céu para economizar energia. Aqueles que estão na frente reduzem a resistência do ar para os outros. Quando o líder se cansa, ele é substituído por outro mais descansado.

O beija-flor bate as asas noventa vezes por segundo, quatro vezes mais rápido que uma libélula. Ele voa de frente, de costas e até de ponta-cabeça. Procura néctar em 2 mil flores todos os dias.

Ao nascer, o galo canta bem alto para avisar o galinheiro que continua vivo e no comando. O “cocoricó” tem a função de assustar qualquer desafiante. É o jeito que ele encontrou para controlar seu território. Geralmente, o galinheiro tem um único galo, pois só um sobrevive á disputa pela liderança.

Num único dia, uma andorinha come 2 mil moscas.

Os cisnes entrelaçam os pescoços quando estão namorando ou brigando.

A avestruz pode medir 1,80 a 2,50 metros de altura – o mesmo tamanho de um camelo.

A avestruz é uma ave corredora que vive na África. Faz 80km/h. Outras aves que não voam: ema, pingüim e casuar.

O maior ovo é o da avestruz, que mede de quinze a vinte centímetros, pesa 1,2 quilo, o equivalente a duas dúzias de ovos de galinha. O menor ovo é o do beija-flor que pesa 1,2 centímetro.

O vocabulário do papagaio nunca chega a ter mais do que vinte palavras.

Lá vem a cegonha
Uma cegonha passa trinta dias chocando seus ovos. Ela bota de três a cinco ovos por vez. “Esperar a cegonha” é uma expressão bem conhecida e que usamos quando queremos dizer que um bebê está a caminho.

Alguns simbolismos das aves:

  • Águia – Representa coragem e resistência.
  • Cegonha – Traz boa sorte.
  • Coruja – Símbolo de sabedoria.
  • Corvo – |Consegue prever a morte e as pragas.
  • Fênix – Representa uma nova vida. Diz uma lenda egípcia que é um pássaro místico que morreu queimado e renasceu de suas próprias cinzas quinhentos anos depois.
  • Garça – Símbolo de vida longa.
  • Pomba – Simboliza a paz e o amor.

Algumas aves têm nomes diferentes conforme o país.

Texto e imagens de Pesquisas internete


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