quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Gavião=Aves de rapina brasileiras



QUIRI-QUIRI








O gavião quiri-quiri é uma ave de porte médio pertencente a família dos falconídeos, sendo considerado um dos mais eficientes predadores alados da praia. Suas potentes garras e incrível habilidade de vôo o leva a apanhar as presas em rasante, estrangulando-as ainda no ar. Possui uma acuidade visual oito vezes superior à humana, controlando todos os movimentos no solo arenoso e ao redor do seu ponto no galho mais alto do arbusto da restinga.
(Falco sparverius)
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Pousado na ponta de uma cactácea, o gavião quiri-quiri espreita répteis e roedores, entre as ipomeas e o entorno dos brejais junto ao cordão arenoso da praia.
Fica esperando a oportunidade certa para se lançar ao ataque.

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O macho adulto mede 25 cm e pesa em torno de 110 g. Constrói o ninho em buracos nas árvores, aproveitando antigas moradias do pica-pau. A postura é de até 4 ovos marrons com manchas avermelhadas. Enquanto choca, a fêmea é alimentada pelo macho durante quase 30 dias, quando saem os pintos que também passam a disputar a comida.
Desde o ninho, as espécies de gavião já começam uma acirrada luta pela sobrevivência. Apenas o filhote mais capacitado sobrevive, visto que o alimento trazido logo é abocanhado pelo mais forte, matando de fome os menores que simplesmente são atirados para fora do ninho quando já estão debilitados.
Entretanto, o gavião é um pássaro bastante cuidadoso. Ele observa muito bem a área da restinga em que está vivendo; se existe fartura de alimento - coloca até três ovos; se a caça está sumida ou ocorreu alterações naquele seu habitat - apenas um ovo é gerado.
O período de reprodução do gavião da restinga é entre Dezembro e Março. Coincidentemente esse é o período das férias de verão e quando mais circulam pessoas junto ao seu habitat. Mas a espécie é capaz de atacar até mesmo pessoas que se aproximem do ninho, havendo casos de transeuntes receberem unhadas na cabeça.

Outro falconídeo que freqüenta a área das baixadas litorâneas é o gavião-pomba (Leucopternis lacernulata). Atualmente esta é uma das espécies de gavião mais ameaçadas de extinção em vista de ser endêmica à matas atlântica e de baixada, vindo utilizar as matas de restinga igualmente como refúgio, principalmente onde ainda existem corredores ligando os últimos manchões verdes ao longo do litoral brasileiro.
Uma das mais bem preservadas matas de restinga da baixada litorânea do Estado do Rio de Janeiro é a existente na área da Reserva Ecológica de Jacarepiá. Estima-se que no Brasil existam cerca de cinqüenta espécies de gaviões. Na área da APA de Massambaba são notadas a presença de seis espécies, a maioria ocorrendo na área dessa Reserva que fica localizada no município de Saquarema, região dos lagos fluminense. A APA de Massambaba abrange ainda Arraial do Cabo e a parte litorânea de Araruama.






.O gavião-carrapateiro (Milvago chimachima), habita as árvores mais altas onde também faz o ninho. Mas pousa em meio a pastagem para buscar seu alimento preferido: os carrapatos do gado bovino nas fazendas litorâneas. Antes da chegada dos rebanhos, este gavião mantinha um perfeito entrosamento com outro animal que anteriormente habitava às baixadas: a anta - que ao avistar a ave, se deitava de barriga para cima para que o gavião lhes livrassem dos incômodos carrapatos.
Os gaviões, juntamente com as outras aves de rapina, têm um papel muito importante na Natureza, controlando as populações de cobras e roedores. Algumas espécies, após perderem seu habitat natural, são capazes de viver na periferia das cidades. É o caso do gavião carijó (Buteo magnirostris) (foto abaixo). Entretanto, muitas espécies já desapareceram completamente devido a destruição de seu habitat.






O caracará também é conhecido como carancho. Mede em torno de 55 cm. Muda de cor de acordo com a idade, quanto mais velho mais colorida é a ave, principalmente em época do acasalamento.
Este gavião se alimenta de carniça, preferindo animais mortos e em início de decomposição, sendo muito feroz em relação a presas vivas.
Constrói o ninho na árvore mais alta do seu território, como eucaliptos, juntando pedaços de madeira numa forquilha depois recoberta com material mais fino, sobre os quais coloca 2 ou 3 ovos de cor parda com manchas marrom.
O casal se reveza na incubação que dura 28 dias, quando nascem os filhotes que logo começam a lutar pela comida vingando apenas um pinto




Pesquisas via nete imagem google

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Gavião carijó

Pesquisas via internet imagem google
www.adeja.org.br
SITE DE PESQUISAS

Um comentário:

  1. meu nome é elisangela,e sexta feira apareceu aqui perto de casa um gavião pega pinto,com suas asas cortadas e muito fraco.já tentei ligar para vários lugares e não consigo se quer uma pessoa que possa vir aqui em casa buscá-la. fico com pena do bichinho pois coloquei em uma gaiola e o espaço é pequeno para ela.me diz o que fazer por favor.aguardo retorno.

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Araras Azuis

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