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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Pássaro-Preto

Pássaro-Preto



Passaro preto
Muito sociável e companheiro, o Pássaro Preto (Gnorimopsar chopi) é uma ave nativa muito conhecida no país. Vale ressaltar que, apesar de seu nome científico, este pássaro não é o Chupim ou Chopim (Molothrus bonariensis), cujo macho é preto azulado e a fêmea amarronzada.
Também conhecido por Melro e Graúna, encontram-se distribuídos por todo Brasil, menos na região Amazônica. Habitam campos, cerrados e outras regiões de mata. Assim como ocorre com todos os animais pertencentes à fauna brasileira, sua comercialização só é permitida junto aos criadores

Imagem e textos pesquisas via internet



segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Rouxinol do Japão


O Rouxinol do Japão é uma ave mantida em cativeiro há mais de um século. O primeiro animal desta espécie a ser importado para a Europa, chegou à Alemanha em 1860s. Apesar do seu nome, esta ave é sobretudo encontrada no Sudeste Asiático, na zona dos Himalaias, mas flocos pequenos podem ser encontrados no Japão.

O nome científico do Rouxinol do Japão, Leiothrix lutea, significa, traduzido à letra, pena amarela suave. Em Grego, “leios” significa "suave2, “thrix” significa "pena" e "luteus" significa "amarelo".

Gostam de regiões bastante arborizadas. Vivem perto do chão em arbustos São bastantes comuns a dois mil metros de altitude, mas podem ser encontrados mais acima, a praticamente seis mil metros. São avistados geralmente em grupos ou em pares, sobretudo na época de reprodução.

O Rouxinol do Japão não se encontra ameaçado em estado, mas está listado no CITES, o que implica que a venda deva ser acompanho pelo número CITES
Imagem google
Pesquisas via internet

Bengalim do japão



O Bengalim do Japão
é uma ave desenvolvida em cativeiro por criadores japoneses. Não se sabe ao certo qual o ponto de partida do seu desenvolvimento, mas existem duas teorias dominantes: é o produto do cruzamento de várias espécie de aves silvestres do mesmo género Louchura; ou resulta da selecção a partir da espécie silvestre Louchura Striata. O que sabe ao certo é que o Bengalim do Japão é uma ave totalmente doméstica, nunca tendo existido na natureza. São por isso óptimas aves de estimação que podem ser alojadas tanto em aviários como em gaiolas, mas que, tal como os outros tentilhões, não gostam particularmente de ser manuseados.
O Bengalim do Japão é sobretudo conhecido por ser o progenitor perfeito. O seu instinto materno é tão aguçado, que é o melhor pai/mãe adoptivo entre as aves.



Calmos e sociáveis, são óptimas escolhas para um aviários comum. Não devem partilhar o alojamento com aves conflituosas. Gostam de viver em grupo em vez de estarem em pares ou sozinhos.

Texto de pesquisas internet
Imagens google

domingo, 25 de outubro de 2009

Pelicano


Nome popular: Pelicano

Nome em inglês: Great White Pelican

Nome científico: Pelecanus onocrotalus

Distribuição geográfica: Migram no inverno do noroeste da África e Iraque até norte da Índia. Reside na África, sul do Saara até Noroeste da Índia e Sul do Vietnã.

Habitat: Na Eurásia ficam em águas frescas ou paradas de lagos, deltas, lagoas, requerem lugares amplos para reprodução. Na África ficam em águas frescas ou alcalinas de lagos ou mar.

Hábitos alimentares: Alimentam-se de peixes, tais como carpas, tainhas e tilápias. Peixes grandes podem compor 90% da sua dieta, no entanto, também podem sobreviver alimentando-se de uma grande quantidade de peixes pequenos.

Reprodução: O ano todo na África, na Índia iniciam o período reprodutivo entre fevereiro e abril, na primavera reproduzem-se das zonas temperadas do leste Europeu até o oeste da Mongólia, na África. Fazem ninhos nos chão, normalmente em grande colônias; o ninho é normalmente composto por pilhas de junco e galhos.Põem de 1 a 3 ovos, sendo que a incubação ocorre de 29 a 36 dias. Atinge a maturidade sexual entre 3 e 4 anos.


Período de vida: Em cativeiro podem viver aproximadamente 40 a 52 anos.
No Brasil apenas uma espécie aparece com relativa freqüência, a Pelecanus occidentalis ou pelicano pardo. Esta espécie atinge até dois metros de envergadura e é uma das que convivem mais próximas ao homem. Pescam se atirando à água ao avistar um peixe, e saindo com ele dentro da sua “bolsa” para que não seja roubado por outras aves marinhas.

Texto de pesquisas via internet
Imagens google
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