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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Cerrado & Fauna Brasileira





Sendo considerado uma sava, a savana brasileira, o cerrado ocupa a região central do Brasil, da qual existe a milhares de anos. Servindo de interligação entre os biomas Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica e Pantanal.
 É a segunda maior formação vegetal brasileira.
 Estendia-se originalmente por uma área de 2 milhões de km², abrangendo dez estados do Brasil Central.
 Hoje, restam apenas 20% desse total.
Típico de regiões tropicais, o cerrado apresenta duas estações bem marcadas: inverno seco e verão chuvoso.
 Com solo de savana tropical, deficiente em nutrientes e rico em ferro e alumínio, abriga plantas de aparência seca, entre arbustos esparsos e gramíneas, e o cerradão, um tipo mais denso de vegetação, de formação florestal.
A presença de três das maiores bacias hidrográficas da América do Sul (Tocantins-Araguaia, São Francisco e Prata) na região favorece sua biodiversidade .
Estima-se que 10 mil espécies de vegetais, 837 de aves e 161 de mamíferos vivam ali.
 Essa riqueza biológica, porém, é seriamente afetada pela caça e pelo comércio ilegal.
O cerrado é o sistema ambiental brasileiro que mais sofreu alteração com a ocupação humana.
Atualmente, vivem ali cerca de 20 milhões de pessoas.
 Essa população é majoritariamente urbana e enfrenta problemas como desemprego, falta de habitação e poluição, entre outros.
 A atividade garimpeira, por exemplo, intensa na região, contaminou os rios de mercúrio e contribuiu para seu assoreamento.
A mineração favoreceu o desgaste e a erosão dos solos.
Na economia, também se destaca a agricultura mecanizada de soja, milho e algodão, que começa a se expandir principalmente a partir da década de 80.
Nos últimos 30 anos, a pecuária extensiva, as monoculturas e a abertura de estradas destruíram boa parte do cerrado.
Hoje, menos de 2% está protegido em parques ou reservas.
  Pequenas árvores de troncos torcidos e recurvados e de folhas grossas, esparsas em meio a uma vegetação rala e rasteira, misturando-se, às vezes, com campos limpos ou matas de árvores não muito altas – esses são os Cerrados, uma extensa área de cerca de 200 milhões de hectares, equivalente, em tamanho, a toda a Europa Ocidental.
 A paisagem é agressiva, e por isso, durante muito tempo, foi considerada uma área perdida para a economia do país.
Entre as espécies vegetais que caracterizam o Cerrado estão o barbatimão, o pau-santo, a gabiroba, o pequizeiro, o araçá, a sucupira, o pau-terra, a catuaba e o indaiá.
 Debaixo dessas árvores crescem diferentes tipos de capim, como o capim-flecha, que pode atingir uma altura de 2,5m.
Onde corre um rio ou córrego, encontram-se as matas ciliares, ou matas de galeria, que são densas florestas estreitas, de árvores maiores, que margeiam os cursos d’água.
Nos brejos, próximos às nascentes de água, o buriti domina a paisagem e forma as veredas de buriti.
Os Cerrados apresentam relevos variados, embora predominem os amplos planaltos.
Metade do Cerrado situa-se entre 300 e 600m acima do nível do mar, e apenas 5,5% atingem uma altitude acima de 900m.
 Em pelo menos 2/3 da região o inverno é demarcado por um período de seca que prolonga-se por cinco a seis meses.
Seu solo esconde um grande manancial de água, que alimenta seus rios.
A presença humana na região data de pelo menos 12 mil anos, com o aparecimento de grupos de caçadores e coletores de frutos e outros alimentos naturais.
 Só recentemente, há cerca de 40 anos, é que começou a ser mais densamente povoada.
O cerrado é a segunda maior região biogeográfica do Brasil, se estende por 25% do território nacional, cerca de 200 milhões de hectares (4), englobando 12 estados. Sua área "core", ou nuclear, ocupa toda a área do Brasil central, incluindo os estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso do Sul, a região sul de Mato Grosso, o oeste e norte de Minas Gerais, oeste da Bahia e o Distrito Federal. Prolongações da área "core" do cerrado, denominadas áreas marginais, estendem-se, em direção ao norte do país, alcançando a região centro-sul do Maranhão e norte do Piauí, para oeste, até Rondônia, existem ainda fragmentos desta vegetação, formando as áreas disjuntas do cerrado, que ocupam 1/5 do estado de São Paulo, e os estados de Rondônia e Amapá.
Podem ser encontradas ainda manchas de Cerrado incrustadas na região da caatinga, floresta atlântica e floresta amazônica.
Devido a sua localização, o cerrado, compartilha espécimes com a maioria dos biomas brasileiros (floresta amazônica, caatinga e floresta atlântica). devido a esse fato possui uma biodiversidade comparável a da floresta amazônica.
 Contudo devido ao alto grau de endemismo, cerca de 45% de suas espécies são exclusivas de algumas regiões (4), e a ocupação desordenada e destrutiva de sua área o cerrado é hoje o ecossistema brasileiro que mais sofre agressões por parte do





"desenvolvimento". Fonte: http://www.portalbrasil.net/cerrado.htm Fotos: http://commondatastorage.googleapis.com/static.panoramio.com/photos/original/9079371.jpg http://www.pirenopolis.com.br/imagens/bicho1.jpg http://spintravel.blogtv.uol.com.br/img/Image/Spintravel/2007/Novembro/guapore8.jpg http://www.brasilescola.com/upload/e/cerrado-fauna.jpg http://www.biologo.com.br/plantas/cerrado/fauna-cerrado.jpg http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/arquivos/File/imagens/4geografia/bio_cerrado.jpg

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