sexta-feira, 17 de julho de 2009

Um falcão, amigo de São Francisco de Assis

Sobre o sentimento de piedade e como os seres que não têm razão pareciam ter afeto por ele.
Quando (São Francisco de Assis) chegou ao eremitério do Alverne para celebrar a quaresma em honra de São Miguel Arcanjo, aves de diversos tipos voavam ao redor de sua cela (local onde dormia), com um canto sonoro e gestos de alegria, como se estivessem contentes com a sua chegada, pareciam convidar e animar o piedoso pai a ficar.
Vendo isso, ele disse ao companheiro: “Estou vendo, irmão, que é da vontade divina que moremos aqui por algum tempo, tanto parece que nossos irmãos passarinhos se consolam com nossa presença”.
Como, por isso, fixou morada ali, um falcão, que lá tinha seu ninho, uniu-se a ele por uma aliança de amizade.
Pois sempre, na hora da noite em que o homem santo costumava levantar-se, avisava-o com seu canto e barulho.
O servo de Deus gostava muito disso, porque tanta solicitiude, que tinha por ele, sacudia-o de todo torpor de preguiça.
Mas quando o servo de Deus ficava mais doente do que de costume, o falcão poupava-o, e não marcava vigílias tão cedo.
Assim, como se fosse instruído por Deus, perto da aurora tocava de leve o sino de sua voz.
É certo que havia um preságio tanto na variegada exultação dos passarinhos quanto no canto do falcão, pois o louvador e cultor de Deus, levado pelas asas da contemplação, deveria ser sublimado nesse lugar pela aparição do Serafim
(Fonte de Pesquisas do Google)

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Araras Azuis

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