domingo, 21 de julho de 2013
Aves - Ordem Musophagiformes
Musophagiformes é uma ordem de aves com 23 espécies de turacos (ou tauracos), classificadas nos cinco géneros da família Musophagidae. A distribuição dos turacos está limitada à África sub-sahariana, onde habitam savanas e florestas abertas.
Alimentam-se essencialmente de frutos, podem consumir insectos e outros pequenos invertebrados. As asas são curtas e arredondadas, a cauda é comprida e a cabeça é coroada com uma crista
Estas aves são boas voadoras, mas preferem correr entre os ramos das árvores. A plumagem é especialmente colorida em algumas espécies em tons de verde e vermelho. Formam casais monogâmicos que constroem os seus próprios ninhos nas árvores, onde chocam dois a três ovos.
Turaco Guiné também conhecido por Tauraco persa - Encontram-se nos céus do Senegal até à Libéria e vivem em florestas das terras baixas. São aparentemente sedentária e territorial. No ritual de acasalamento têm por hábito de se alimentarem mutuamente, perseguirem-se entre ramos, erguerem a crista e abrir as asas, mostrando a cor escarlate das mesmas.
Alimentam-se essencialmente de frutos, flores e rebentos e medem entre 40 e 43 centímetros. A espécie foi primeiramente documentada por Carl Linnaeus e 1758.
O Knysna Turaco ( Tauraco corythaix ) - Na África do Sul , Knysna Lourie , é um grande turaco , um de um grupo de africanos quase passeriformes aves . É um reprodutor residente nas florestas verdes maduras do sul e do leste da África do Sul e Suazilândia . Antigamente, era por vezes considerado uma subespécie do Turaco verde da África Ocidental.
Tauraco fischeri - Pode ser encontrada nos seguintes países: Quénia, Somália e Tanzânia.
Os seus habitats naturais são: florestas subtropicais ou tropicais húmidas de baixa altitude, regiões subtropicais ou tropicais húmidas de alta altitude e terras aráveis. Está ameaçada por perda de habitat.
Tauraco bannermani - Endémica dos Camarões. O seu habitat são as florestas húmidas subtropicais de montanha, estando a espécie ameaçada de extinção por perda de habitat. O seu nome científico homenageia o ornitologista David Armitage Bannerman.
O Tauraco erythrolophus, (Tauraco-de-crista-vermelha) - É um pássaros frugívoro endémico de Angola. Pertence ao género tauraco um grupo muito semelhante aos passeriformes de África e pertence à família dos Musophagidae. Vive nas florestas e savanas de Angola, Zaire e do sudoeste africano.
Tauraco hartlaubi - Pode ser encontrada nos seguintes países: Quénia, Tanzânia e Uganda
Tauraco leucotis - Pode ser encontrada nos seguintes países: Eritreia, Etiópia e Sudão.
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quinta-feira, 11 de julho de 2013
Turaco Violeta
Nome Popular: Turaco Violeta
Científico: Musophaga violacea
Ordem: Cuculiformes
Família: Musophagidae
Nome popular: Turaco violeta
Nome inglês: Violet turaco
Nome científico: Musophaga violacea
Distribuição geográfica: África Habitat Florestas densas, savanas e próximo a regiões urbanas
Hábitos alimentares: Frugívoro
Reprodução: Postura de dois ovos, incubação de 26 dias
Período de vida: Aproximadamente 10 anos
O nome Turaco violeta (Musophaga violacea), foi dado devido à coloração de sua plumagem azul olivácea, com exceção das extremidades das penas das asas e da cabeça possuir coloração escarlate. Apresentam ainda uma risca ocular de cor branca, o bico e ao redor dos olhos de cor laranja, e também possuem um escudo frontal de cor amarela que se estende do bico até a o topo da cabeça.
Originário da África, desde do Sul do Senegal, Gâmbia até Nigéria, Camarões e Costa do Marfim. São encontrados preferencialmente em florestas densas, ao longo dos rios, próximo as savanas e também habitam parques em zonas urbanas.
Abrigam-se em galhos de árvores altas, onde também procuram por alimento. Sua dieta consiste basicamente de frutas e sementes mas ocasionalmente podem se alimentar de alguns invertebrados. Medem aproximadamente 45 cm e pesam cerca de 300 g, não apresentando nesta espécie dimorfismo sexual.
Vivem em grupos de 5 a 10 sendo altamente territorialistas. Não percorrem grandes distâncias, mais há registros de serem vistos à 1000m de altitude.
Na época reprodutiva os dois defendem o ninho contra intrusos. Durante o namoro o casal alimenta-se ao mesmo tempo e movimentam-se pelos galhos exibindo suas asas de penas cor escarlate.
O ninho é uma pequena plataforma construída com galhos, camuflada entre folhagens. A postura é de dois ovos, que são incubados durante 25 a 26 dias pelo casal. Os filhotes são totalmente dependentes dos pais nos primeiros dias de vida, e a plumagem de adulto só estará completa a partir do primeiro ano de vida.
Mesmo sendo esta espécie considerada fora do risco de extinção, em algumas regiões ele já começa a desaparecer pela caça intensiva movida pelo tráfico ilegal de espécies exóticas.
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segunda-feira, 1 de julho de 2013
Pinguins
Percorrer longas distâncias no gelo ou fugir de predadores seriam tarefas mais simples para os pinguins se eles pudessem voar, mas o resutado de milhões de anos de evolução mostra que, de alguma maneira, é melhor para eles nadar ou andar mesmo. Por quê? De acordo com uma das teorias mais aceitas sobre o tema, os ancestrais dos pinguins eram capazes de voar, mas havia mais alimentos debaixo d’água, e os melhores nadadores se sobressaíram na escala evolutiva – tornando o voo uma habilidade menos vantajosa. Um estudo recente dá força a essa teoria. Existe um pássaro conhecido como airo de Brünnich que usa suas asas tanto para mergulhar como para nadar. Um caso parecido é o do Phalacrocorax pelagicus, outro pássaro com as duas habilidades.
Acredita-se que os últimos ancestrais dos pinguins que ainda eram capazes de voar usavam mecanismos similares aos dessas duas espécies. Para entender melhor como eles dão conta de voar e nadar, os pesquisadores responsáveis pelo estudo avaliaram airos no Canadá e P. pelagicus na Antártica, injetando moléculas de oxigênio e hidrogênio marcadas, para medir o “custo” que o nado e o voo têm para essas aves. Além disso, colocaram aparelhos que gravavam movimentos, velocidade e outras informações importantes. “A hipótese é a de que [pinguins] evoluíram de um ancestral parecido com um airo”, explica o pesquisador John Speakman, da Universidade de Aberdeen (Escócia). “Isso envolveria uma redução progressiva no tamanho das asas, o que aumenta a eficiência do nado e diminui a do voo”.
Outra mudança que teria ocorrido ao longo da evolução foi o aumento da densidade óssea, que daria mais estabilidade ao nado mas, em contrapartida, dificultaria o voo. Os resultados apontam para um limite em que é possível conciliar habilidades de voo e nado – fora desse limite, uma das habilidades começa a ficar mais e mais comprometida e o gasto de energia deixa de compensar. No caso dos pinguins, “pressões evolutivas” (como a diminuição de alimentos em terra ou no ar, ou o aparecimento de outras espécies para competir por alimentos debaixo d’água) teriam favorecido animais com melhor habilidade de nado, deixando os ancestrais voadores em desvantagem. Contudo, como ainda não foram encontrados fósseis desses ancestrais, é difícil fazer afirmações mais concretas a respeito dessa transição – embora esse estudo, somado a evidências anteriores, reforce a hipótese mais aceita.
Fonte: http://news.nationalgeographic.com
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