O tempo Vida !

O tempo Vida !
Não se troca um amor velho por um amor novo.Banners original do blog
PageRank
"É preciso quebrar a concha para conseguir a pérola".





sábado, 24 de outubro de 2009

tico-tico


QUEM NÃO O CONHECE?

Ele é muito confundido com o pardal. Mas, além das diferenças de plumagem o Tico-tico traz um topete na testa, que o identifica à primeira vista.

Encontrado em todas as regiões do país, o Tico-tico não anda em bandos grandes e presta inúmeros serviços ao homem e a outros pássaros, como ao Chopim, a quem serve de ama seca.
Além dos países latino-americanos de língua espanhola, o "Core por Suelo"está na América Central e até nos EUA, onde o chamam "sparrow". Em todos estes lugares, de idiomas tão diferentes, a Ciência o batiza com mesmo nome : Zonotrichia Capensis.
É claro que existem diferenciações físicas. Um "sparrow" não é exatamente igual a um Tico-tico do Rio Grande do Sul. Embora sejam todos da mesma espécie, nas várias regiões surgem subespécies diferentes. Um se distingue do outro por sutis alterações na coloração das penas. Mesmo dentro do território nacional são conhecidas três subespécies. O Z.C. matutina vive na região amazônica (Brasil e também Bolívia); o Z.C. tocantins também prefere a amazônia; e o Z.C. subtorquata está no Brasil inteiro, sendo o mais popular do país.




Há pessoas que confundem o Tico-tico com o Pardal, choca inclusive nos telhados das residências. Como marca registrada, o Tico-tico carrega um topete na teste, que suspende a toda hora, a qualquer sinal de alerta; a cabeça é branca com riscas pretas, mas o tom castanho predomina. O papo é esbranquiçado, o peito branco amarronzado e as costas, castanhas, têm listras pretas. A subespécie Subtorquata traz um risco branco na altura do peito. Nenhuma destas características existem no Pardal, que é maior, tem a cabeça castanha escura com manchas pretas, e o corpo de uma marrom acinzentado, mais escuro que o do Tico-tico.

O seu nome veio do pio: "tic...tic..."Mas o macho canta, com quatro ou cinco notas diferentes, compondo uma melodia. Enquanto a fêmea choca o canto é muito mais freqüente.

Imagem e texto pesquisas via internete

Garrincha

A menor espécie da família e a mais conhecida, por habitar áreas urbanas, inclusive no interior das maiores cidades do país. Emprestou seu nome comum a um dos maiores jogadores de futebol do Brasil. Vive em casais ou grupos com os filhotes da última reprodução.

Comum no hotel em Porto Cercado, seu habitat original são os cerrados das partes central e norte da RPPN, onde pode ser vista nos capões dominados por gravateiros (Bromelia balansae). O canto é alto e forte, longo e com notas rápidas, emitidas em seqüências aceleradas e variadas, sendo usado pelo macho o ano todo. No período reprodutivo, canta ao longo de todo o dia; no restante do ano, na madrugada e no final da tarde. Ao contrário das outras espécies da família no Pantanal, não faz dueto. A fêmea possui um chamado grave de resposta.

Constrói um ninho com gravetos e palhas em forma de tigela funda. Ao contrário das outras espécies da família, procura ocos a pouca altura ou áreas com vegetação muito densa, para nidificar no chão, entre as plantas.

Postura de 4 ovos levemente avermelhados e com grande quantidade de pontos marrons. As fêmeas chocam, mas o casal cuida dos filhotes junto. Quando há outra postura em seguida, os filhotes mais velhos ajudam a tratar dos irmãos mais novos.

Além do tamanho, caracteriza muito bem a espécie o forte estriado das costas pardas. Bico e caudas longas, mantendo-a ereta ou semi-ereta em suas andanças no meio da vegetação. As partes inferiores são levemente amarronzadas nas laterais, característica mais destacada logo após a muda (foto).

Pesquisas via internte

Imagnes google

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Pica-pau II


O Pica-pau é uma ave da ordem Piciformes, família Picidae, de tamanho pequeno a médio com penas coloridas e na maioria dos machos com uma crista vermelha. Vivem em bosques onde fazem seus ninhos abrindo uma cavidade nos troncos das árvores. Alimentam-se principalmente de larvas de insetos que estão dentro dos troncos de árvores, alargando a cavidade onde se encontram as larvas com seu poderoso bico introduzindo sua língua longa e umedecida pelas glândulas salivares. Os ninho são escavados em troncos de árvores mais auto possível para proteção contra predadores. Os ovos, de 4 a 5 são chocados pela fêmea e também pelo macho durante até 20 dias dependendo da espécie.




Texto de pesquisas via internet
Imagens do google pesquisas

Pica-pau I

Pica-pau-benedito



O pica-pau-do-Parnaíba encanta os pesquisadores por suas características peculiares e de aparições raras. Ela foi vista no Piauí antes de passar 80 anos sem nenhuma aparição. Dado o número baixo de indivíduos, e o isolamento das populações, o pica-pau-do-Parnaíba está ameaçado de extinção. A carência de estudos e a rápida perda de habitat, pelo desmatamento e pela expansão da agroindústria, tornam a preservação da espécie, principalmente por meio da conservação dos ambientes onde vivem.
Trata-se do pica-pau-doparnaíba, de nome cietífico Celeus obrieni, que foi descoberto pelo naturalista Emil Kaempfer. Além de prestar uma homenagem ao Estado, do diretor regional dos Correios, José Rosa de Almeida, explica que o selo é uma forma educativa de despertar na população a consciência ambiental.
Pica-pau-da-parnaiba

Imagens do google pesquisas
Textos via Internete
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...