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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Criação...Ser ou não ser um criador.


O que deve ter em conta para ser bem sucedido


Saúde

Não sendo a única, a maior preocupação é que as aves destinadas à criação sejam saudáveis, o que em muito se deve a uma alimentação equilibrada, um ambiente adequado e pacífico.

Idade
As aves não devem procriar nem prematura nem tardiamente, pois tanto as muito jovens como as muito velhas podem comprometer bons resultados. A idade a que as aves atingem a maturidade sexual varia bastante de espécie para espécie, podendo umas estar aptas ao cabo de alguns meses de vida e outras apenas ao fim de anos. Sabê-lo previamente é fundamental.

Espaço
Gaiola ou aviário. Seja qual for a opção ou a necessidade — em função da espécie a criar ou do número de aves para esse propósito —, tem de ser assegurada uma área espaçosa, bem localizada, confortável, com um ambiente apaziguador, seguro e tranquilo, onde as aves se sintam à vontade e sem stress.

Sozinhos ou acompanhados
Também este fator depende da espécie. Algumas apenas acasalam sozinhas no seu espaço, enquanto outras gostam de nidificar em grupo, mesmo em espaços exíguos. Há que respeitar as diferentes naturezas.

Ninhos

Cada espécie implica um tipo diferente de ninho. Para muitas, uma caixa com as dimensões apropriadas serve na perfeição, enquanto outras preferem nidificar em troncos de árvores, o que implica outro tipo de construção, em altura, com rampas ou escadas de acesso apropriadas. Outras há, ainda, que expõem os ovos em estruturas abertas e outras que os colocam no chão. Papelão, barro, materiais barrentos, pastos, algodão, folhas, pelo de animais, musgo… Tudo pode ajudar a preparar um ninho confortável, importante é que estude as características de cada espécie e que os ninhos que sejam fechados possam ser abertos no topo, para que acompanhe e supervisione a evolução da postura e, mais tarde, das crias.

Localização

Devem ser colocados vários ninhos nas zonas mais abrigadas tanto da zona exterior como na área interior, onde, no caso dos aviários, as aves passam a noite, e devem ser em número superior ao de casais, para evitar disputas desnecessárias.

Humidade
Manter um certo grau de humidade na zona do ninho, pois a desidratação pode ser fatal para os ovos. Musgo ou aparas de madeira são bons a absorver e manter bons níveis de água.

Quantas vezes?
Há espécies que apenas procriam ou devem procriar uma única vez por ano, enquanto outras conseguem colar uma ninhada à outra. Importa perceber os limites de cada espécie e não permitir que se esgotem na stressante e desgastante tarefa da paternidade. Evitar a todo o custo que uma nova ninhada se sobreponha à anterior sem que esta seja já autónoma, sob o risco de ambas correrem sério risco de sobrevivência. É bom que haja um tempo de intervalo entre ninhadas.

Quando
A Primavera é, por excelência, o início do período fértil e as posturas devem terminar antes do Outono, para que o bom tempo acompanhe as primeiras semanas de vida das crias. Se as aves teimarem em continuar a aumentar a família, retire todos os ninhos da gaiola ou separe o casal.

Supervisão
É necessária. Não basta deixar as aves entregues a si próprias. Há que vigiar os ovos, garantir que não se danificam; que haja comportamentos canibais por parte dos progenitores; certificar-se de que os ovos são incubados e que as crias estão a ser bem alimentadas e bem tratadas pelos pais. Há casais que se revelam pais zelosos, enquanto outros… nem por isso. Mantenha-os debaixo de olho e em boas condições de higiene.

http://bloggerbirds.blogspot.com/2011/02/criacao-de-aves-revista-instinto.html

Parceria e Fonte da informação: http://www.instinto.pt/

sábado, 20 de agosto de 2011

Espanhola(Cara de Palhaço)


Raça de origem espanhola, médio porte, boa produção de ovos brancos
http://www.recantodaserrinha.com.br/Espanhola.html

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Aves em extinção





O Brasil é o quarto país do mundo em número de espécies de aves ameaçadas. No mundo, uma em cada oito espécies de aves está ameaçada de extinção.

Poluição, desmatamento, aquecimento global e a caça predatória são as principais atividades humanas responsáveis pela situação que coloca várias espécies de aves em risco de extinção. Os dados são da BirdLife International.

Uma das regiões mais afetadas no Brasil é o Cerrado, em virtude do cultivo da soja. Grande parte das espécies ameaçadas vivem em áreas agrícolas.

87 % de todas as espécies sofrem algum grau de ameaça em função do avanço das fronteiras agrícolas e do uso de novas tecnologias no meio rural.

O Cerrado ocupa 21 % do território brasileiro e abriga cerca de 935 espécies de aves, quase 10 % do total de espécies que existem em todo mundo. As espécies de aves não conseguem se adaptar às transformações ambientais decorrentes do avanço do limite das fronteiras agrícolas.

O Brasil possui 40 espécies de aves ameaçadas; desde 1500, cerca de 153 espécies de aves foram extintas, no fim do século XX, 18 espécies desapareceram. Desde 2000, a ararinha-azul é considerada extinta da Caatinga brasileira, e grande parte de várias espécies de aves extintas são da Mata Atlântica, local de grande incidência de endemismo no Brasil.

A disseminação de espécies invasoras e a monocultura são outras causas de extinção.

Por Fernando Rebouças
http://www.infoescola.com/animais/extincao-das-aves/
Imagem do google
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