O tempo Vida !

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"É preciso quebrar a concha para conseguir a pérola".





quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Bengalim-da-India


Nome: Bengalim-da-Índia
Nome Científico: Amandava amandava





Esta é a única espécie de tentilhão exótico em que os machos apresentam uma plumagem especial, exibida apenas durante época de casalamento. Nesta altura a cabeça e o peito do macho tornam-se vermelhos com pintas brancas. Fora desta época, machos e fêmeas assemelham-se. É das poucas espécies de estrildídeos que não são originárias de África, mas sim da Índia, Sudoeste da Ásia e Indonésia, onde vive em zonas húmidas, como arrozais, ou zonas de arbustos existentes perto de cursos de água. Fora da época de acasalamento é vulgar vê-los em bandos numerosos, junto ao chão a recolher sementes. Regra geral, os bengalins-da-Índia reproduzem-se na segunda metade da época de monção ou na estação seca, altura em que abundam os insectos, o que assegura um bom desenvolvimento da prole. Os ninhos, com forma arredondada, são construídos com ervas sobre arbustos e neles serão postos 4 a 7 ovos. A incubação dura cerca de 12 dias.



Foto de:
Juhani Kyyrö (www.virtual-birds.com)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Malhação penosa


Veja as dicas de exercícios para deixar as aves sempre ativas e livres do estresse do confinamento

Malhar faz bem, inclusive para as aves. Muito inteligentes, nossas amigas de penas precisam de estimulação mental prara ficar sempre em forma. Para isso, brinquedinhos especiais ou mesmo improvisados podem e devem ser oferecidos para que elas distraiam o bico e exercitem a cuca.




Aves da espécie psistacídeos - cacatuas, papagaios, araras, maritacas, tucanos, agapórnis, calopstitas, entre outras - , são as que mais precisam dessa estimulação mental. “Elas têm bico curvado e o utilizam como apoio, tanto para pegar alimentos quanto para se movimentar no viveiro ou nos galhos das árvores”, explica o adestrador de aves e criador Eduardo Augusto Melo Dias.
Os brinquedos que as aves mais gostam vão desde os mais simples, como chapinhas de refrigerantes, argolas e balanço de madeira e arame, aos mais sofisticados, em forma de playground, encontrados nas lojas de animais. “Os psistacídeos gostam muito de se pendrar em brinquedos em que possam dar giros, cambalhotas, subir e descer á vontade”, ensina. Os brinquedos não devem ter pontas afiadas, que possam causar danos ao bico, boca e olhos, nem partes pequenas, que possam ser ingeridas.



Os pássaros de canto, como curió, trinca-ferro, currupião e canário-belga, não precisam se exercitar com brinquedos por usarem o canto como forma de se manter ocupados. “Aves canoras fazem exercício durante o canto, pulando de um poleiro para o outro”, conta Eduardo.
Variar a localização da gaiola no ambiente também ajuda na estimulação mental. “Por ficar confinada na gaiola, qualquer ave pode ficar estressada e demonstrar através de gritos e auto-mutilação, arrancando as penas”,


Fonte de Pesquisase Imagens
http://odia.terra.com.br/blog/

FAÇA VOCÊ MESMO O BALANCINHO PARA AVES


MATERIAL: Arame fino galvanizado, alicate, tampinhas de metal ou plástico (refrigerante, maionese, requeijão), argolas de latinhas, poleiros ou pedacinhos de madeira e miçangas
1- Para laterais do balanço, corte 40 cm de arame. Divida-o ao meio com alicate
2 - Pegue um pedaço roliço de madeira (tipo poleiro). Com uma serrinha, corte 10 cm de poleiro
3 - Fure as tampinhas com um prego para passar o arame. Incremente o poleiro com tampinhas, miçangas e argolas
4 - Pegue os pedaços de arame e dê uma volta em cada ponta do poleiro. Deixe o nó bem justo com o alicate
5 - Faça um gancho em cada ponta do arame e pendure o balanço na gaiola


Fonte de Pesquisas e Imagem

http://odia.terra.com.br/blog/

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Cabecinha-vermelha (BM), Joaninha .


Além de ser uma das aves mais coloridas do Pantanal, também é das mais comuns ao longo dos rios, corixos e baías de toda a planície. Forma grupos de até algumas dezenas em comedouros, como no hotel em Porto Cercado e sobre as mantas de carne salgadas secando ao sol. Habita os saranzeiros da beira dos rios e, à noite, é possível vê-los dormindo nesses arbustos sobre o rio, alguns cobertos pelos bandos maiores. Durante o período de cheias, acompanham a subida das águas, atingindo locais distantes dos rios. Colonizam casas de fazenda e outras estruturas criadas pela ação humana, permanecendo o ano todo no local, quando há alimentação.
Apanham insetos, outros invertebrados e sementes no chão. Vivem em grupos durante todo o ano, embora haja forte disputas entre eles por espaço ou alimento.
Macho e fêmea são idênticos, com o característico vermelho da cabeça contrastando com o restante das cores e com o bico amarelo alaranjado. As aves juvenis saem do ninho com as costas e o babador acinzentados. Cabeça parda. Os filhotes estão com os pais nos bandos a partir de dezembro. Nos meses seguintes, começam a mudar e aparecem penas com as cores definitivas. Entre janeiro e julho, os juvenis estão com uma mescla de plumagem, parecendo estar “sujos”.


www.avespantanal.com.br
Imagem do google
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