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domingo, 20 de julho de 2025

Aves da Amazônia



A Amazônia ou Amazônia é uma região natural da América do Sul, definida pela bacia do rio Amazonas e coberta em grande parte por floresta tropical - a Floresta Amazônica (também chamada de Floresta Equatorial da Amazônia ou Hileia Amazônica) - a qual possui 60% de sua cobertura em território brasileiro. A bacia hidrográfica da Amazônia possui muitos afluentes importantes tais como o rio Negro, Tapajós e Madeira, sendo que o rio principal é o Amazonas, que passa por outros países antes de entrar em território brasileiro. O rio Amazonas nasce na cordilheira dos Andes e estende-se por nove países: Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela. É considerado o maior rio do mundo, em extensão e volume de águas.Ecossistemas

Amazônia é constituída pelos seguintes ecossistemas:


Floresta ombrófila densa (a chamada Floresta Amazônica);

Floresta ombrófila aberta;

Floresta estacional decidual e semi-decidual;

Campinarana;

Formações pioneiras;

Refúgios montanos;

Savanas amazônicas;

Matas de terra firme;

Matas de várzea;

Matas de igapós;

Flora e Fauna.

Estes ecossistemas estão distribuídos em 23 eco-regiões, abrangendo os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e parte do Maranhão, Tocantins e Mato Grosso. Inclui também zonas de transição com os biomas vizinhos, cerrado, caatinga e pantanal.


Floresta Amazônica

A Floresta Amazônica é a floresta tropical que forma a maior parte da Amazônia. É uma das três grandes florestas tropicais do mundo. A hileia amazônica (como a definiu Alexander von Humboldt) possui a aparência, vista de cima, de uma camada contínua de copas, situadas a aproximadamente 50 metros do solo.

A dificuldade para a entrada de luz pela abundância de copas faz com que a vegetação rasteira seja muito escassa na Amazônia, bem como os animais que habitam o solo e precisam desta vegetação. A maior parte da fauna amazônica é composta de animais que habitam as copas das árvores, entre 30 e 50 metros. Não existem animais de grande porte, como nas savanas. Entre as aves da copa estão os papagaios, tucanos e pica-paus. Entre os mamíferos estão os morcegos, roedores, macacos e marsupiais.

O solo amazônico é bastante pobre, contendo apenas uma fina camada de nutrientes. Apesar disso, a flora e fauna mantêm-se em virtude do estado de equilíbrio (clímax) atingido pelo ecossistema. O aproveitamento de recursos é ótimo, havendo mínimo de perdas. Um exemplo claro disso está na distribuição acentuada de micorrizas pelo solo, que garantem às raízes uma absorção rápida dos nutrientes que escorrem a partir da floresta, com as chuvas. Também forma-se no solo uma camada de decomposição de folhas, galhos e animais mortos que rapidamente são convertidos em nutrientes e aproveitados antes da lixiviação.

A diversidade de espécies, porém, e a dificuldade de acesso às altas copas, faz com que grande parte da fauna ainda seja desconhecida.

A fauna e flora amazônicas foram descritas no impressionante Flora Brasiliensis (40 volumes), de Carl von Martius, naturalista austríaco que dedicou boa parte de sua vida à pesquisa da Amazônia, no século XIX.

quarta-feira, 16 de julho de 2025

As aves migratórias e seu meio ambiente

Migração é o movimento direcional de indivíduos de uma determinada espécie que se desloca da área de reprodução para áreas de alimentação e descanso em uma determinada época do ano. Em outro momento, os animais retornam para a sua área de reprodução, repetindo esse ciclo todo ano. Esse fenômeno entre as aves tem como causa a oferta de alimento sazonalmente disponível. A aves que fazem esse deslocamento constantemente, são conhecidas como migratórias.

 Existem sete rotas migratórias no mundo, esses caminhos são conhecidos como "Flyways", e o Brasil é o único país a ter duas delas.

O processo de migração fascina os pesquisadores há séculos. A beleza dos movimentos de grupos de animais, juntamente com o feito de superar barreiras físicas impressionantes, como desertos e montanhas, fez com que a migração fosse alvo de muitos estudos, especialmente em relação às pequenas aves migratórias.

FLYWAYS BRASIL
Duas das mais importantes rotas migratórias de aves (Flyways) das Américas passam pelo Brasil: a central e a atlântica. Durante sua migração, as aves utilizam áreas específicas para descanso e alimentação. Para a efetiva conservação dessas áreas é necessário identificar quais espécies estão presentes naquele ambiente.

O projeto "Flyways Brasil" é uma parceria da SAVE Brasil com o Instituto Neoenergia e visa principalmente monitorar a população de aves limícolas na bacia potiguar do Rio Grande do Norte e, também, engajar atores sociais e a comunidade local na conservação dessas aves e promover a segurança de habitats importantes para elas.






Aves limícolas, apesar de poderem ser encontradas em diversos biomas estão geralmente associadas a zonas úmidas, essencialmente costeiras, como estuários, mangues e lagoas. Muitas dessas espécies são conhecidas pelas suas vastas migrações, em alguns casos desde o Ártico até ao sul dos continentes austrais.

Elas se alimentam de pequenos invertebrados que vivem no "límus" (lodo em latim). Grande parte dessas espécies, que estão distribuídas em 13 famílias da ordem Charadriformes, são migratórias. É dentro desse grupo que se encontram Maçaricos, Batuíras, Quero Queros, Piru Pirus, Pernilongos e Narcejas. Das 47 espécies que ocorrem no Brasil, 13 são residentes, quatro são migrantes do Cone Sul e 30 vem do Hemisfério Norte.


AVES AMEAÇADAS DE EXTINÇÃO
Segundo a SAVE Brasil, a lista vermelha de espécies ameaçadas em escala global é elaborada pela IUCN ( sigla em inglês para União Internacional para Conservação da Natureza). A lista vermelha divide as espécies em categorias; extinta, extinta na natureza, criticamente ameaçada, em perigo, vulnerável, quase ameaçada, pouco preocupante e deficiente em dado. São consideradas ameaçadas as espécies a partir da categoria vulnerável. O Brasil é o país com o maior número de espécies ameaçadas no mundo, com 173 espécies, globalmente ameaçadas de extinção. A SAVE Brasil vem trabalhando com ações conservacionistas para reverter esse quadro. Até hoje, 65 espécies de aves foram beneficiadas, direta ou indiretamente, pelos projetos da SAVE Brasil.

quinta-feira, 10 de julho de 2025

O periquito-de-colar






 É uma das aves ornamentais mais conhecidas do mundo, chamando atenção principalmente para suas cores profundas e garridas[5]. Graças ao seu tamanho e comportamento razoavelmente dócil tem vindo a ser domesticado. O periquito-de-colar muitas vezes consegue articular algumas palavras, tendo uma voz muito estridente que o diferencia das outras aves.


O periquito costuma ter uma cor verde muito brilhante e uniforme, as patas são cinzentas e o bico é vermelho na parte superior e preto na parte inferior. Os filhotes tem o bico rosa e pálido na ponta.


Quanto às suas dimensões, a ave possui em média quarenta centímetros de comprimento, sendo considerada de tamanho médio, embora tenha uma envergadura de asas que pode chegar aos cinquenta centímetros de uma ponta a outra.


A característica mais marcante dessa ave é o colar que lhe dá o nome. Trata-se de uma linha preta que lhe demarca o pescoço, um circulo que passa pela base do bico (o seu “queixo”) e pela “nuca” da ave. Este colar só aparece nos machos adultos ao atingir a idade reprodutiva. São pássaros resistentes, chegam a atingir até 30 anos de vida e excelentes reprodutores.






Diferenças entre as Subespécies Asiáticas e Africanas

Dentro da espécie Psittacula krameri,  há quatro subespécies, sendo que duas são africanas e duas são asiáticas. Entre elas há pequenas diferenças.


O colar das subespécies africanas é notavelmente mais marcante que os das subespécies asiáticas;

 Os bicos das subespécies africanas são pequenos e com a ponta preta.


https://pt.wikipedia.org/wiki/Periquito-de-colar#:~:text=%C3%89%20uma%20das,a%20ponta%20p


quinta-feira, 26 de junho de 2025

Aves de Minas Gerais

 


Siriema



Minas Gerais abriga uma rica variedade de aves, incluindo espécies como a seriema, ave símbolo do estado, e diversas outras aves nativas e migratórias. A região também é conhecida por abrigar aves como o beija-flor, o sabiá, o joão-de-barro e o bem-te-vi, entre outras. A Serra do Espinhaço, em particular, é um local de destaque para observação de aves, com espécies como o pica-pau-rei, tucano-de-bico-verde e sabiá-una

Aves Símbolo:

Seriema:

Ave típica do cerrado, conhecida por seu porte imponente e canto característico. 

Sabiá-laranjeira:

Cantor popular e comum em diversas regiões do Brasil, incluindo Minas Gerais. 

Bem-te-vi:

Ave facilmente reconhecida pelo seu canto e presença em áreas urbanas e rurais. 

João-de-barro:

Construtor de ninhos em forma de forno, também muito comum em Minas. 

Beija-flor:

Pequenas aves com cores vibrantes, apreciadas por sua beleza e habilidade em voar. 


Outras aves notáveis em Minas Gerais:

Pica-pau-rei: Encontrado na Mata Atlântica da Serra do Espinhaço. 

Tucano-de-bico-verde: Outra espécie da Mata Atlântica na Serra do Espinhaço. 

Sabiá-una: Encontrado na Serra do Espinhaço, onde também ocorrem outras espécies de sabiás. 

Arara-azul-grande: Espécie ameaçada, com registros em Minas Gerais. 

Jacupemba e Jacuguaçu: Espécies de aves da família Cracidae, com registros em Minas Gerais. 

Jandaia-de-testa-vermelha: Encontrada em Alfenas, Minas Gerais. 

Pica-pau-de-testa-pintada: Registro em Mariana, Minas Gerais. 

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