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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Aves em extinção





O Brasil é o quarto país do mundo em número de espécies de aves ameaçadas. No mundo, uma em cada oito espécies de aves está ameaçada de extinção.

Poluição, desmatamento, aquecimento global e a caça predatória são as principais atividades humanas responsáveis pela situação que coloca várias espécies de aves em risco de extinção. Os dados são da BirdLife International.

Uma das regiões mais afetadas no Brasil é o Cerrado, em virtude do cultivo da soja. Grande parte das espécies ameaçadas vivem em áreas agrícolas.

87 % de todas as espécies sofrem algum grau de ameaça em função do avanço das fronteiras agrícolas e do uso de novas tecnologias no meio rural.

O Cerrado ocupa 21 % do território brasileiro e abriga cerca de 935 espécies de aves, quase 10 % do total de espécies que existem em todo mundo. As espécies de aves não conseguem se adaptar às transformações ambientais decorrentes do avanço do limite das fronteiras agrícolas.

O Brasil possui 40 espécies de aves ameaçadas; desde 1500, cerca de 153 espécies de aves foram extintas, no fim do século XX, 18 espécies desapareceram. Desde 2000, a ararinha-azul é considerada extinta da Caatinga brasileira, e grande parte de várias espécies de aves extintas são da Mata Atlântica, local de grande incidência de endemismo no Brasil.

A disseminação de espécies invasoras e a monocultura são outras causas de extinção.

Por Fernando Rebouças
http://www.infoescola.com/animais/extincao-das-aves/
Imagem do google

sexta-feira, 20 de maio de 2011

KIWI


Os kiwis são animais nativos da Nova Zelândia, são as menores aves ratitas vivas (não voadoras não nadadoras). O palavra kiwi tem significado em Maori, significa "de origem imitativa", porém os pesquisadores acreditam que a palavra venha de uma língua ainda mais antiga, provavelmente o Neozealandes Arcaico, e que seu significado original seja diferente.




Um kiwi adulto pode sofrer de graves problemas psicológicos, embora sejam conhecidos por seus hábitos noturnos e timidez, há relatos de ataques e abuso onde relata Kiwis que mataram uma ovelha e molestaram cachorros. Os kiwis também sofrem por serem aves que não voam, esse sofrimento já foi inspiração para vários artistas conteporâneos, confira o vídeo abaixo.Os ovos de uma Kiwi são dez vezes maior que de uma galinha, pesam em média 450 gramas. Alguns ovos podem ter o volume maior que o volume da Kiwi que o botou. Os kiwis botam seus ovos apenas uma vez por ano.
Cientistas, por meio de testes de DNA, verificaram que seus parentes mais próximos são os Emus. Todavia Kiwis conservadores acham essa afirmação uma blafêmia, uma vez que pelo livro do Gênesis dos Kiwis eles foram criados a partir do caos pela Kiwi-Fênix.
"Havia o caos, e a partir dele a Kiwi-Fênix gerou todos os ovos que seriam os Kiwis." Gênesis dos Kiwis capítulo 2 parágrafo 1.
Uma das seitas dos kiwis acredita que eles podem ascender como uma Fênix e dominam os céus quando isso ocorre. Outras acreditam que apenas a original pode ser a Fênix e os outros Kiwis apenas são tocados pela suas chamas.
Os kiwis estão em perigo de extinção,

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Zenaida MelodaTschudi


Zenaida meloda Tschudi
Família: Columbidae;
Estatuto de conservação da espécie: "Pouco-preocupante;
Distribuição: Desde o Equador até ao Chile, ao longo da costa do Pacífico;
Designação noutros idiomas: Pacific Dove e West Peruvian Dove (Inglês); Tourterelle côtière (Francês); Tortola Melódica (Espanhol); Paloma de alas blancas (Chile); Cuculi (Peru).
Não se conhece designação em português, pelo que, tendo em conta a sua distribuição geográfica, suponho que lhe assentará bem a designação de Pomba-do-pacífico. Aqui fica a sugestão.

Fonte do texto e Imagem
http://aves-birds-oiseaux.blogspot.com/

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Macucu



MACUCO (Tinamus solitarius)


Características – é o maior dos representantes meridionais da familia Tinamidae medidno 52 cm de comprimento. O macho pesa de 1200 g a 1500 g e a fêmea de 1300 g a 1800 g. Ave inconfundível pela coloração do dorso pardo azeitonado e ventre cinza-claro.
Habitat – floresta, mas pode ser encontrada em áreas como córregos e grotas de difícil acesso.
Ocorrência – por todas as regiões florestadas do Brasil Oriental, indo de Pernambuco ao Rio Grande do Sul, incluindo Minas Gerais, Sul de Goiás e Sudeste de Mato Grosso. Ocorre também no Paraguai e Argentina.
Hábitos – desconfiados, imobilizam-se instantaneamente de pescoço ereto, parte posterior do corpo levantada ou deitam-se; algumas vezes. Quando assustados e perseguidos, fingem-se de mortos. Escondem-se ocasionalmente em buracos. Levantam vôo apenas como último recurso pois são muito pesados e retilíneos, o que dificulta evitar os obstáculos. Gostam de tomar banho de poeira além de banhos de sol. A sua plumagem freqüentemente adquire, por estar impregnada, a cor da terra local. Sob chuva adquirem forma ereta (sua silhueta então assemelha-se à de uma garrafa) deixando a água escorrer sobre a plumagem. Empoleira-se para dormir e andam em casais.


Alimentação – frutos caídos, folhas, sementes duras e também de alguns pequenos artrópodes e moluscos.
Reprodução – cor do ovo verde-turquesa ou azul. A fêmea põe os ovos no intervalo de três a quatro dias, completando a postura com seis ovos. O macho se incube da tarefa de chocar e criar filhotes, sistema de reprodução que envolve a poligamia. Não se empoleiram enquanto se dedicam a essa tarefa.
Predadores naturais – gato-do-mato, raposa, guaxinins, furões, gambás e iraras, além dos gaviões e corujas. Também os ninhos podem ser saqueados por cobras, macacos e outros carnívoros.
Ameaças – estão ameaçados pela destruição ambiental e pela caça indiscriminada. Um novo perigo são as caçadas noturnas facilitadas pelas modernas e possantes lâmpadas que não tem dificuldade em localizar a ave no poleiro.




Fonte de Pesquisas
www.vivaterra.org.br
Imagens do google

sábado, 19 de dezembro de 2009

Pomba Goura




Classe: Aves
Ordem: Columbiformes
Família: Columbidae
Nome científico: Goura cristata
Nome em inglês: Common-crowned pigeon
Comprimento: 73 a 83 cm
Plumagem: azul e verde-brilhante
Ovos: geralmente 2
Período de incubação: 17 dias

Mais um condenado à extinção. Agora que o pombo gigante chamado dodó se extinguiu, a pomba-goura é o maior pombo do mundo. É uma ave de colorido brilhante, do tamanho de um peru pequeno. Há 3 espécies de goura, todas vivendo nas florestas na Nova Guiné. Geralmente andam pelos campos em pequenos grupos, apanhando frutos e sementes do chão. As penas do topo da cabeça formam uma crista semelhante a um leque. A ave pode erguer a crista à sua vontade, produzindo o efeito de uma bela coroa finamente rendada.
Imagens texto via internet

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Viúva-do-paraíso


Nome: Viúva-do-paraíso
Nome Científico: Vidua paradisaea orientalis
Família: Ploceidae
Classe: Aves
Tamanho: 26-50 cm.

O nome desta ave está relacionado com o facto de a plumagem habitual do macho desta espécie sofrer uma mudança surpreendente na época da reprodução. Mas mais surprendente ainda que a mudança de cor do habitual castanho para o preto e avermelhado, é a alteração da cauda do macho, que pode, nesta época, atingir mais de 40 cm. Este é um dos motivos pelo qual não se vê machos no chão na época da reprodução. Nesta altura é comum vê-los cortejando várias fêmeas com os seus espectaculares vôos acrobáticos. Não se sabe exactamente quantos ovos é que uma fêmea pode pôr, porque os indivíduos desta espécie não constroem ninhos. Põem os ovos em ninhos de algumas aves da família Estrildidae, que criarão também, além dos seus descendentes, alguns filhos adotivos.

Texto e imagem de pesquisas via internete

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Aves - Araraúna ou arara-azul

Aves - Anodorhynchus hyacinthinus
ordem: Psittaciformes; família: Psittacidae; gênero Anodorhynchus

A Araraúna ou Arara-Azul é encontrada no Pantanal, na região sul-amazônica, no oeste da Bahia, Tocantins, Piauí e sul do Maranhão. É a maior arara brasileira. São animais muito sedentários e gregários, cuja população está relacionada a existência de árvores para nidificação e aos cocos de poucas espécies de palmáceas. A falta de um destes fatores impede a sobrevivência da ave.

Hoje a população é diminuta por causa da destruição dos habitats, do tráfico e do baixo sucesso reprodutivo.

Na natureza, observam-se as araraúnas em famílias, pares ou bandos de até 63 indivíduos (no Pantanal, até julho de cada ano).

No Pantanal, é comum observar araraúnas próximas às sedes de fazendas; isto ocorre porque as sedes são contruídas nas partes mais elevadas e onde se localizam os acuris e as bocaiúvas ( palmáceas). O pisoteio do gado dificulta o crescimento e a manutenção da população da bocaiúva, o que dificultará a oferta de alimentos para a araraúna. O manejo da pastagem para o gado é feito através de queimadas, as quais se alastram e queimam as cordilheiras e capões, onde existem o alimento e os ninhos das araraúnas.

As árvores para a nidificação, no Pantanal, é a ximbuca (Enterolobium cortisiliquun), o angico-branco (Albizia niopoides) e, principalmente, o manduvi (Sterculia striata). São árvores de grande DAP (diâmetro na altura do peito) e por isso possuem ocos compatíveis com os ninhos ideais para a araraúna. Esta ave nunca inicia um oco, porém pode aumentá-lo.

O preparo do ninho, a postura e o cuidado com os filhotes são ações que demonstram a cooperação do casal. As araraúnas são fiéis a seus pares e na perda do macho ou da fêmea, seu par fica sozinho, não se compondo novamente com outro indivíduo.

Os ninhos são disputados com outras espécies de aves como: arara-vermelha (Ara chloroptera), gavião-relógio (Micrastur semitorquatus), urubu (Coragyps atratus) e pato-do-mato (Cairina moschata) e, mais raramente, por marreca-cabocla (Dendrocygma autumanalis), Falco refigulares e tucano (Ramphastos toco). Outros animais como porco-espinho (Coendou prehensilis) e abelhas (Melis apiphera) também podem ocupar os ninhos da araraúna.

Os prováveis predadores de ovos da A. hyacinthinus são: gralha (Cyanocorax sp), tucano (Ramphastos toco), carcará (Poliborus plancus), quati (Nasua nasua), irara (Eira barbara) e gambá (Didelphis albiventris). Os prováveis predadores de filhotes são: gavião-relógio (Micrastur semitorquatus), gavião-pernilongo (Geranospiza caerulesncens), gavião-preto (Buteogallus urubutinga) e irara.

Pesquisas de texto e imagem via internet

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