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domingo, 27 de janeiro de 2013

jandaia-sol











**Ameaçada de extinção**

Também é conhecida pelos nomes de jandaia-sol, cacaué, nandaia, nhandaia, queci-queci e quijuba, a jandaia-amarela é uma ave da família Psittacidae encontrada na região amazônica.

Existem três espécies de jandaia bem distintas mapeadas no Brasil: a jandaia-verdadeira (Aratinga jandaya), que ocorre do Maranhão a Pernambuco e até o leste de Goiás; a jandaia-amarela (Aratinga solstitialis), típica da região amazônica, e a jandaia-de-testa-vermelha (Aratinga auricapillus), que ocorre desde a Bahia até o Rio Grande do Sul.

No estado de Roraima os registros compreendem a região do Bonfim próximo ao rio Tacutu, as localidades próximas ao rio Surumu e Contigo, em Boa Vista nas proximidades do Rio Branco sendo que o maior número de espécimes avistadas ocorreu na região do município de Normandia.

Tem grande demanda para cativeiro. A observação delas não é frequente nos limites de sua distribuição, por isso é considerada escassa, embora possa ser devido às migrações sazonais não serem bem documentadas.

Características

Frequentemente confundida por periquitos, a jandaia-amarela tem a plumagem das asas mais verde quando nova, com tons amarelos e de um alaranjado intenso, com penas verde-azuladas na cauda e nas asas e alaranjados distribuídos pela cabeça, o peito e a barriga. É uma ave da família dos psitacídeos, a mesma dos papagaios, araras, periquitos e maitacas, e mede cerca de 30cm. Tem o bico preto, adaptado para partir e triturar sementes duras.

Cacatua de Crista Amarela






Nome no Brasil: Cacatua de Crista Amarela
Nome em inglêsSulphur-crested Cockatoo
Nome científicoCacatua galerita
País de origemAustrália
Descrição

Sua plumagem é branca, destacando-se a crista de cor amarelada. As pernas, bico e olhos são pretos. Uma das características mais marcantes é sua exuberante crista que é erguida ou abaixada quando a ave está excitada ou alarmada.
Comprimento: 35 cm
Expectativa de vida: 70 anos
Características

Esta ave é inteligente e curiosa. Como todas as cacatuas é bastante barulhenta e grita enquanto voa. É um pássaro roedor de madeira e seu bico forte destrói pequenos troncos sem grandes problemas. Reservada, mas pode se acostumar com o dono se for tratada com paciência e carinho.
Cuidados básico

Alguns cuidados com as aves devem ser diários, como a troca da água e a limpeza do viveiro. Os comedouros devem ser limpos regularmente para evitar a formação de bolor, causada por restos de alimentos. Muitas aves adoram se banhar e essa prática faz bem à saúde do animal. Portanto, é recomendado deixar à disposição uma banheira com água sempre limpa, para que se refresque. Quando estiver calor, borrife água nas suas penas, pois na natureza esta ave vive em ambientes muito úmidos.
Alimentação

A ração para qualquer ave deve ser muito bem balanceada. Existe no mercado uma grande variedade de marcas e composições específicas para cada espécie. O armazenamento do alimento deve ser feito com cuidado mantendo as devidas condições de ventilação e higiene. Para esta espécie, é recomendado adicionar frutas e sementes à dieta.
Espaço para criação

Instalações adequadas são ideais para o bom desenvolvimento da espécie. Uma gaiola grande sem vigamento de madeira, para que não destrua o poleiro.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Aves e Pantanal






O que mais irradia exuberância são as aves em geral, encontradas por toda parte sempre em bandos numerosos, nas baías e corixos, nos ninhais ou em grandes armações de vôo.

     As aves são os animais que apresentam temperatura corporal mais elevada, mantida pela rápida circulação de seu sangue e por sua cobertura de penas que funciona como revestimento isolante, que é uma substância de que é composta a ceratina. O mesmo material córneo que forma as escamas dos répteis e as nossas unhas.

           As características que distinguem as aves dos outros animais estão quase sempre ligadas as penas. Na realidade, o simples fato de possuir uma pena é suficiente para definir uma criatura como ave.





      Todas as aves nascem de ovos, ricos em material nutritivo e envoltos em casca calcária resistente, são incubados em ninhos especialmente construídos, na época da reprodução. A incubação dos ovos - cujo número varia segundo as espécies - pode estar a cargo do casal, da fêmea ou do macho. Os filhotes podem nascer prontos para se locomoverem e se alimentarem sozinhos (nidífugos) ou os filhotes que nascem precisando permanecer no ninho por bastante tempo, sendo alimentados e cuidados pelos pais (nidícolas).



        O olfato pouco desenvolvido parece cumprir uma função secundária em quase todas as aves. A audição, ao contrário, é muito sensível e a visão é notavelmente eficaz, em geral com a percepção das cores (especialmente nas aves diurnas), grande campo visual e às vezes visão binocular.

        Seus hábitos alimentares e distribuição territorial são muito diversificados e intimamente ligados às modificações ocasionadas pelo regime das águas.









       De uma maneira geral, as aves da região não oferecem perigo e costumam a fugir com a excessiva proximidade dos observadores. Algumas se tornam agressivas quando estão procriando, como as gaivotas que podem atacar bicando quem se aproximar de seus ninhos feitos no chão, em bancos de areia, ou os quero-quero que avançam com as asas abertas, providas de esporões, contra quem representar ameaça à sua prole.



        No mundo existem cerca de 8.700 espécie de aves pertencentes a 25 ordens, e segundo alguns autores, este número pode ser maior. A maior concentração se dá na América do Sul, com aproximadamente 2.930 espécies. O Brasil conta com 23 ordens, representadas por 86 famílias e umas 1.590 espécies.

        Existem uma média de 650 espécies de aves na região do Pantanal.






        As aves especialmente as aquáticas, são as mais adaptadas às condições ambientais da região do Pantanal. Devido a sua grande facilidade de deslocamento podem aproveitar ao máximo os ciclos de "enchentes" e "vazantes". As variações climáticas e hidrológicas do Pantanal determinam o comportamento alimentar e reprodutivo, não apenas das aves, como de toda a fauna. Os fatores que condicionam o período da reprodução são principalmente a disponibilidade de recursos alimentares e de sítios de nidificação.



Fonte Texto e Imagens:http://www.pantanalms.tur.br/aves.htm





terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Aves em extinção


Fauna
Extrema importância para a conservação da biota aquática da Amazônia.
Os diversos lagos e várzeas são importante refúgio para as aves paludícolas como o socó-boi (Tigrissoma lineatum) e o arapapá (Cochlearius cochlearius) que já estiveram ameaçadas de extinção em diversos estados brasileiros, e mamíferos aquáticos como o peixe-boi (Trichechos inunguis), ameaçado de extinção






                                                 Francisco Enríquez/NBII Image Gallery



O papa-formiga-de-topete é uma das espécies que retornou à
Floresta Amazônia, depois de desaparecer do bioma por 20 anos



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