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segunda-feira, 18 de abril de 2022

Outono adaptação e mudança das aves

 


O mês de março, além de ser lembrado pelo período de chuvas intensas, é marcado também pela chegada de uma nova estação. Nessa terça-feira (20/03) começa o equinócio de outono, o que significa que dias e as noites terão a mesma duração. A partir desta data, os dias ficarão mais curtos e o Hemisfério Sul vai esfriar pouco a pouco. Mas o que isso representa?


Para os homens a chegada do outono indica que as chuvas vão diminuir e a temperatura ficará mais amena. Mas no mundo das aves esta estação tem um significado ainda mais relevante.



É neste período que o passaredo passa por um momento importante: o da conclusão da muda de penas. Geralmente as aves realizam pelo menos uma mudança completa da plumagem durante o ano, e esta fase é concluída após o período reprodutivo. É importante ressaltar que algumas espécies podem ter outra muda de partes específicas da plumagem antes do período de reprodução, mas é geralmente no outono que as aves ficam com os trajes “renovados”.

Além disso, o outono indica uma fase de adaptação para os bichos, afinal, os dias mais frios e curtos se aproximam e são indicativos para as espécies começarem a se preparar para o inverno. A floresta, em geral, fica mais quieta, as aves passam a cantar menos. O motivo é simples: elas precisam economizar energia.



Com o fim da temporada reprodutiva nas regiões sudeste e sul do Brasil, espécies como o bigodinho, bem-te-vi-rajado e andorinhão-do-temporal se preparam para migrar para regiões no norte do país. Lá encontrarão clima mais ameno e abundância de alimento.


Outras aves têm pela frente uma jornada muito maior. Para diversas espécies de maçaricos e batuíras, o outono significa que é o momento de abandonar as praias tropicais e voltar para as áreas de reprodução no Hemisfério Norte, onde quem vem surgindo é a primavera.


As aves que não são migratórias encaram os dias mais frios como podem e se resguardam ao máximo, poupando qualquer tipo de esforço. Admiradores da natureza já devem estar notando uma diminuição nas atividades das aves, especialmente no cantar. Mas isso não significa que será difícil avistar ou registrar os pássaros. O encontro com as aves é certeiro, por exemplo, em comedouros e bebedouros. Afinal, a falta de oferta de alimento na natureza faz com que os pássaros aumentem a procura por fontes alternativas de comida.


Uma dica, portanto, é aproveitar o momento para criar o seu próprio comedouro e, assim, admirar as aves no quintal, ou ainda, para se programar e visitar pousadas e locais que já praticam essa atividade e costumam colocar alimento para atrair várias espécies.


https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/especiais/noticia/outono-indica-fase-de-adaptacao-e-mudanca-para-as-aves.ghtml

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

MIGRAR PARA O CORAÇÃO

Em pleno outono, constatamos a ausência de muitas aves em nosso País. Se lembramos da primavera percebemos um “silêncio” ao nosso redor. A maioria das aves para de cantar, entra em muda de penas e muitas migram.


A migração de várias espécies é um dos fenômenos mais impressionantes no mundo das aves. Alguns consideram até mesmo um mistério. Graças à capacidade de voar, as aves conseguem realizar proezas ao cruzarem grandes distâncias. Nessa época, a população de biguás vindos da Argentina aumenta no Pantanal. E as andorinhas-azuis, que passaram parte da primavera e do verão no Brasil, já estão de volta ao Hemisfério Norte em franca reprodução no Canadá e Meio-Oeste dos Estados Unidos.


https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/especiais/noticia/cronica-especial-traz-reflexoes-sobre-a-migracao-das-aves.ghtml

Passagem para aves migratórias

 






Segundo coordenadoria de Gestão da Fauna do Daae, todos os anos são observados espécies migratórias continentais na cidade

Com a proximidade da primavera e, logo depois, do verão, algumas espécies de aves migratórias passam por Araraquara e utilizam nosso município como área de alimentação e descanso.


De acordo com o biólogo João Henrique Barbosa, coordenador de Gestão da Fauna, do Departamento Autônomo de Água e Esgostos (Daae), todos os anos, são observados em nosso território espécies migratórias continentais. “São aves como: o maçarico-solitário (Tringa solitária), o papa-lagarta-de-asa-vermelha (Coccyzus americanus) e o falcão-peregrino (Falco peregrinus), que se deslocam da América do Norte até o sul da Argentina. Além delas, encontramos por aqui também, aves migratórias regionais como: o príncipe (Pyrocephalus rubinus), a tesourinha (Tyrannus savana), a peitica-de-chapéu-preto (Griseotyrannus aurantioatrocristatus) e o bem-te-vi-rajado (Myiodynastes maculatus).


Barbosa explica que a migração é um movimento coordenado onde diversas espécies de aves viajam milhares de quilômetros em busca de melhores áreas de alimentação e de temperaturas mais adequadas. “Nesse movimento, as rotas (caminhos) são bem definidas e são realizadas respeitando uma periodicidade, ou seja, as aves utilizam sempre as mesmas rotas e na mesma época do ano. Na maioria das migrações, as aves saem de locais onde o inverno é rigoroso e a disponibilidade de alimento diminui e vão até locais mais temperados e com maior oferta alimentar. No período pré-migratório, ocorrem mudanças hormonais significativas nesses animais que também percebem os dias se tornando mais curtos, o que indica que é hora de migrar”.


As migrações podem ser continentais, onde as aves migram de um continente a outro, como por exemplo, maçaricos que viajam do Canadá à Argentina e regionais, onde migram dentro do mesmo continente, como o príncipe, que migra do sudeste do Brasil até a Amazônia. O processo de migração, bem como suas rotas e os locais de descanso e alimentação, são ensinadas pelos pais aos filhos.


“Locais como a nossa cidade, que servem como áreas de descanso e alimentação, são de vital importância para as aves migratórias pois são pontos fixos, utilizados todos os anos. Se esses locais desaparecem ou são alterados, as aves não reconhecem mais o ambiente ficando totalmente perdidas e acabam morrendo por desnutrição e exaustão. Por isso a importância de conservar os nossos remanescentes de mata e nossas áreas verdes urbanas”, alertou o biólogo.


A Unidade de Gestão de Fauna realiza o monitoramento destas espécies e observa todos os anos a presença destes animais que passam por nosso município. Para saber mais sobre as aves do município entre no site: https://www.wikiaves.com.br/municipio_3503208

http://www.araraquara.sp.gov.br/noticias/2019/agosto-1/19/araraquara-e-passagem-para-aves-migratorias

terça-feira, 14 de setembro de 2021

Quetzal II

 Quetzal é uma ave com plumagem de bonitas cores da família Trogonidae, que pode ser encontrada nas zonas tropicais da América Central


Quetzal e Suas Características, Alimentação e Reprodução. Além disso, Nas florestas montanhosas do sul do México no Panamá esses pássaros amam sua liberdade – Quetzal (Latin Pharomachrus mocinno) é o símbolo do Estado da Guatemala, bem como o símbolo nacional da liberdade.


Nos dias do império asteca era considerado uma ave sagrada, e ela representava o deus do ar. Hoje no blog Passaro.org vamos detalha tudo sobre o Quetzal, tais como Características, Alimentação e Reprodução!


As pessoas daquela época usavam as penas longas do Quetzal para uma variedade de rituais. Vale ressaltar que os astecas nunca mataram os Quetzal divinizados: arrancavam as penas e eram soltos na natureza.



Após a derrota do Império em 1521, os Quetzal foram impiedosamente exterminados, colocando uma espécie ameaçada de extinção. Hoje, a situação continua dramática, e acrescentou mais um problema – a destruição dos únicos habitats, a floresta tropical.


https://www.passaro.org/quetzal/

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