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quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Ameaçados de extinção.

Atualmente, é bem difícil que alguma classe de animais esteja fora das listas de ameaçados de extinção. 
Não é diferente com as aves, dentre os principais motivos que levam esses animais para essa lista estão o contrabando de aves, a caça predatória e destruição do seu meio ambiente natural.
















http://meioambiente.culturamix.com/ecologia/fauna/aves-em-extincao-no-brasil



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quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Outras espécie em Risco


corocochó_Carpornis cucullata



araponga-do-nordeste_Procnias averano

crejoá_cotinga maculata 

http://piobrasileiro.blogspot.com/

Família Cotingidae - (corta ramos)





                                                Família Cotingidae - Subfamília Phytotominae
O Corta-ramos vive preferencialmente em florestas naturais, mas pode ser encontrado também em áreas agrícolas, em bosques isolados e também em jardins. No inverno, eles formam pequenos grupos e as populações mais meridionais migram até o sul do Brasil. Costuma buscar o topo de uma árvore ou arbusto para vocalizar, faz sons que se assemelham a uma porta rangendo.
Encontrado, no Brasil, no extremo sudoeste do Rio Grande do Sul, principalmente na vegetação conhecida localmente como matos de espinilho, que são grupamentos de pequenas árvores espinhentas.


http://piobrasileiro.blogspot.com/

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Ararajuba (Guaruba guarouba)





De um amarelo vibrante, mas com as pontas da asa verdes, a pequena Ararajuba (Guaruba guarouba) tem as cores da bandeira brasileira. É considerada uma das aves mais belas da família Psittacidae. Justamente pela sua beleza, infelizmente, ela é vítima do tráfico de animais silvestres e corre risco de desaparecer das matas do Brasil, único lugar no mundo onde ela existe.

Mas agora, uma parceria entre a Fundação Lymington, de São Paulo, com o Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio) irá reintroduzir a espécie no Refúgio de Vida Silvestre Metrópole da Amazônia e no Parque Estadual do Utinga, situados na região metropolitana de Belém.

Especialistas das duas entidades visitaram as áreas recentemente para fazer o reconhecimento do local e se certificar das condições para que se possa respeitar a distribuição geográfica histórica da ararajuba e as exigências ambientais dos indivíduos a serem liberados. No Parque Estadual do Utinga serão montados viveiros.

“Para que a reintrodução aconteça, devemos determinar as estratégias de soltura, como a adaptação das espécies ao ambiente, treinamento comportamental, número de indivíduos, viveiros de reabilitação e escolhas de melhor pareamento genético em cativeiro para aumento da população”, explicou Nívia Pereira, gerente de Biodiversidade do Ideflor-bio.

A ararajuba é uma ave nativa da região Norte e habita florestas úmidas, do oeste do Maranhão ao sudeste do Amazonas, além do sul do rio Amazonas, leste do rio Madeira, no nordeste de Rondônia e ao extremo norte de Mato Grosso. Ela mede aproximadamente 35 centímetros e se alimenta de flores, frutas e sementes de coquinhos, jabuticaba, mamão, açaí, entre outras. Geralmente, a espécie vive em bandos, já que a Guaruba guarouba, é muito sociável e dócil.

Podendo viver até 30 anos, a ararajuba tem sua fase reprodutiva entre agosto e setembro. Fiel, sempre fica ao lado do mesmo
 companheiro. Seu nome na língua Tupi significa “arara-amarela” e também é conhecida no Brasil por guaruba, guarajuba e tanajuba.




Foto: Vismar Ravagnani/ Creative Commons/Flickr
http://conexaoplaneta.com.br/blog/ameacada-de-extincao-ararajuba-sera-reintroduzida-em-unidades-de-conservacao-do-para/
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