O tempo Vida !

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"É preciso quebrar a concha para conseguir a pérola".





quinta-feira, 15 de maio de 2014

Reprodução de Belgas







A reprodução dos canários acontece entre os meses de agosto a dezembro.
 Normalmente faz-se o acasalamento na segunda quinzena de Julho para que, no início de agosto, já possam ser observadas as primeiras posturas. 

O ninho adequado é aquele em forma de taça, com forro de espuma ou flanela.
 Na hora de escolher os casais, certifique-se de que o macho esteja cantando vigorosamente e de que a fêmea esteja ( pronta ). 
Assim evitará posturas de ovos não fertilizados e perda de tempo.
 Para as fêmeas confeccionarem seus ninhos indico o ( Saco de Batata ).

 ( ATENÇÃO ): CUIDADO COM UM TIPO DE ( SACO DE BATATA ) QUE É UM POUCO AMARELO PARECE DE NAYLON ESSE NÃO SERVE, PODE CORTAR OS PES DAS AVES.
 Tem que ser do tipo de um pano, pode ser adquirido em Mercados.








Postura : Normalmente uma canária põem de 3 a 4 ovos em dias seguidos, as vezes pode ocorrer intervalo de um dia entre um ovo e outro. Entre 6 e 7 horas da manhã a canária realiza a postura, não é conveniente entrar no criadouro muito cedo. A medida que os ovos são postos devem ser retirados e substituídos por "ovos indez" ( ovos plásticos ) e colocados em um pequeno recepiente em plástico, louça, contendo mistura de sementes, ou algodão, servirá para acondicionar os ovos recolhidos e que devem ser virados diariamente devendo ser recolocados ao final da postura. A finalidade de tal procedimento é simplesmente permitir que a eclosão ocorra simultaneamente, evitando discrepância de desenvolvimento entre os filhotes. Geralmente, os nascidos por último morrem, quando não se utiliza tal conduta. 



Incubação : O período de incubação dura 13 dias, contados à partir da data em que os ovos são recolocados no ninho. Podem ocorrer atrasos de 1 ou 2 dias quando as fêmeas não são assíduas ao ninho. Os ovos são incubados exclusivamente pelas fêmeas, que deixam o ninho por breves períodos com a finalidade de se alimentarem e mesmo para defecar. Alguns machos costumam substituí-las nesse espaço de tempo. Nesse período o ambiente deve ser tranquilo e a manipulação da gaiola deve ser rápida para não incomodar a canária. Verificar se os ovos foram fertilizados é tarefa simples e pode ser realizada de várias maneiras: olhar os ovos contra a luz do sol, ou com lanterna, fazendo com que o facho de luz atravesse o ovo, ou ainda, utilizar uma pequena caixa dotada de lâmpada no seu interior e furo suficiente para receber o ovo para inspeção. Ao acender a lâmpada verifica-se por transparência o conteúdo do ovo. Por volta do 6º dia já se percebe a mancha avermelhada contendo vasos no seu interior e que ocupa quase a metade do ovo. Caso se perceba apenas a presença da gema, diz-se que o ovo está "branco". Quando, por qualquer razão, o criador deixa a inspeção para mais tarde - 11º - 12º dia - já encontrará um ovo totalmente opaco e que não permitirá a passagem de luz. Sua casca apresentará brilho e a superfície mais lisa ao tato. Retirar os ovos não fecundados é boa praxe. Se ocorrer de todos estarem brancos retira-se inclusive o ninho por 3 - 4 dias de modo a incentivar que a fêmea faça nova postura. 



Eclosão : Completados 13 dias de incubação, os filhotes começam a nascer, um após o outro ou todos ao mesmo tempo. É comum que o nascimento ocorra à noite e pela manhã já se encontram todos os filhotes no ninho. Se o período de 13 dias for superado aguarde mais um ou dois dias. 




Entre o 15º e 20º dias os filhotes começam a deixar o ninho. Porém, a pemanência no ninho até 20 dias é normal. A saída prematura é indesejável e representa algum tipo de problema: o menor deles é quando o filhote se assusta e salta fora do ninho. Recomenda-se não trocar o ninho após o 12º dia. Filhotes quando mal nutridos tendem a sair precocemente do ninho em busca de alimentação ( atrás dos pais ). Nestes casos não há muito o que fazer e tentar recolocá-los de volta é perda de tempo. Por outro lado, os bens criados, deixam o ninho de modo tranqüilo, completamente emplumados e sem mostrar desespero por alimentação. 

Acontece que, de um modo geral, tende a ocorrer a debicagem dos filhotes. Algumas fêmeas deixam completamente desnudos seus filhos o que representa uma tragédia para o futuro: dificilmente se formará uma plumagem normal. Ao se perceber os primeiros sinais de debicagem o criador deve interferir seja separando os filhotes com uma grade divisória, seja fornecendo material para confecção do novo ninho. Sugerimos que os filhotes passem a metade do dia com o macho e a outra metade sozinhos. Colocando-se a farinhada de ambos os lados tanto a fêmea quanto o macho tratarão dos filhotes e, ainda estaremos proporcionando a oportunidade para que o macho fertilize, quando estiverem juntos. 
Quando os filhotes estiverem comendo sozinhos é chegada a hora da separação.


Fonte(s):


http://br.geocities.com/firmino99
Imagem do web picassa

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Aves do pantanal


“Ficamos por dias acampados na margem do Rio Aquidauana sem perceber que acima de nossas cabeças havia o raro pica-pau-de-testa-branca (Melanerpres cactorum)” conta Renato Rizzaro, fotógrafo e proprietário, junto com a esposa Gabriela Giovanka, da Reserva Rio das Furnas. “Os birders estrangeiros o procuram avidamente, e raros têm sucesso. Quem nos mostrou a pequena ave, no último dia, foi o Fabiano da Pousada Aguapé, nosso guia por dois dias seguidos”.

O pica-pau-de-testa-branca está no novo pôster de Aves do Pantanal, que acaba de ser lançado pela Reserva Rio das Furnas em sequência ao sucesso de 2011, o pôster das aves da Floresta Atlântica. Ele foi feito em parceria institucional com a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) e teve revisão científica de Vítor Piacentini, do Museu de Ornitologia da USP. Entre as mais de 70 aves retratadas estão o Canário-do-campo, a Arara-canindé e a Tesourinha.


Veja aqui detalhes do pôster:












Tanto o pôster das aves do Pantanal quanto a edição revisada do pôster das aves da Floresta Atlântica estarão à venda no Avistar 2012, que será realizado em São Paulo de 18 a 20 de maio. Cada um custa 30 reais, mas comprados em conjunto saem por 50 reais. A verba arrecadada é aplicada na preservação da Reserva e no projeto de confecção dos futuros pôsteres dos biomas brasileiros.

http://www.oeco.org.br/fauna-e-flora/25991-guia-as-aves-do-pantanal

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Aves dos Açores





O continente europeu tem vindo a sofrer, ao longo dos tempos, uma enorme transformação na sua paisagem natural. Desde as zonas mais recônditas da Russia até às planicíes de Portugal é possível encontrar uma grande biodiversidade. Assim como a fauna e a flora variam do Norte para o Sul da Europa, da Europa Ocidental para a Europa de Leste, assim também há uma jurisdição não uniforme nos vários países europeus. Cada país tem as suas próprias leis de conservação e protecção da vida animal. Estas leis são insuficientes e muitas vezes omissas o que levou à extinção. Em alguns países europeus.

Ameaçados de extinção estão também muitas especies  que  outrora abundantes em toda a floresta mediterrânica, mas que só se encontram agora em algumas reservas naturais portuguesas e espanholas.










Nome popular: Águia-real
Nome Científico: Aquila chrysaetos
Distribuição geográfica: A águia-real distribui-se geograficamente por grande parte do Hemisfério Norte. Na Europa encontra-se relativamente bem distribuída. Actualmente, a população europeia estima-se entre os 5000 e os 7200 casais nidificantes. A população nacional encontra-se estimada entre 56 e 63 casais nidificantes, devendo estar a aumentar ligeiramente. A maior parte da população nidifica no Nordeste transmontano e Alto Douro. Os demais casais distribuem-se nas serras da Peneda, Gerês, região do Tejo Internacional, Marão, troço médio do Guadiana e pontualmente noutras áreas.
Habitat natural: Espécie que essencialmente nidifica em habitats rupícolas (rochosos), no entanto, se estes meios escassearem pode construir os seus ninhos em árvores. Na Península Ibérica aproximadamente 90% dos casais constroem os seus ninhos em meios rupícolas. Pode nidificar desde o nível do mar até altitudes superiores aos 2000 metros. Contudo, na Península prefere claramente as áreas montanhosas e com menor pressão humana. Florestas, serras e montanhas da Europa.
Hábitos alimentares: Alimenta-se de mamíferos, aves e répteis de tamanho médio, podendo recorrer de igual modo a animais mortos. Na maior parte das situações, as principais presas consumidas são coelhos, lebres e várias espécies de galiformes. Captura com alguma frequência outras espécies de predadores, como raposas ou genetas. Geralmente, captura as suas presas no solo, caçando preferencialmente em áreas abertas, evitando zonas muito arborizadas. Alimenta-se de sementes e frutas. Em cativeiro, é comum comer amendoim, girassol, milho verde e frutas.
Tamanho: 95 cm de comprimento e até 2m de envergadura (é a maior das águias).
Peso: De 3 kg até 6,125 kg.
Período de gestação: A águia-real é uma espécie monogâmica, que realiza apenas uma postura por ano, sendo normalmente constituída por 2 ovos (por vezes, pode apresentar 1 ou 3 ovos). As aves incubam os ovos durante 43-45 dias. Este trabalho é feito por ambos os elementos do casal, contudo a fêmea permanece mais tempo no ninho. O ninho é constituído por uma pilha de ramos e outro tipo de materiais vegetais.
Número de crias: 1 a 3 ovos.
Tempo médio de vida: Máximo de 32 anos em liberdade; máximo de 46 anos em cativeiro.
Estado de conservação da espécie: Está em vias de extinção porque o homem destruiu o seu habitat e teima em roubar-lhe a sua fonte de alimento: a caça.


http://animaisdomundo.com.sapo.pt/europa.html

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

maçaricos







Os maçaricos  são ratites para que eles tenham um longo, pernas finas esverdeados. A ave cresce até 46 centímetros. Os olhos são grandes e amarelo e bico curto. A parte superior, cabeça e peito são marrom escuro e garganta e barriga são brancos. As sobrancelhas são brancas e cercada com um recurso de linha preta.

Comportamento

Eles andam sozinhos, em pares ou em pequenos grupos soltas. Pelo tamanho de seus olhos pode-se deduzir que as aves são noturnos e normalmente ocupado. Mas eles também podem ser ativo durante o dia. Eles são bons corredores e fazem rápido para curtas distâncias. Elas alimentam-se de uma variedade de materiais orgânicos. Eles tendem a adotar uma posição agachada no chão, a fim de passar despercebida.

Alcraván
Reprodução

Aparentemente raça durante a estação seca. Em um ninho no chão colocar 2 ovos na cor verde-oliva.

Importância

Eles se livrar de matéria orgânica. Status: Amplamente distribuída.
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