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quarta-feira, 7 de março de 2012

A Conservação das Aves



As aves são elementos fundamentais dos ecossistemas, sendo o grupo de espécies mais bem estudado e o que mais atenção atrai, pela sua beleza e facilidade de observação. São, por isso, um porta-estandarte da conservação da biodiversidade.

A conservação da Natureza afigura-se como imprescindível para manter equilibrios ecológicos vitais e para assegurar a manutenção, num sentido mais lato, da biodiversidade global. Neste contexto, e à medida que o futuro das espécies de aves se vai tornando mais precário e incerto, vai-se afirmando a necessidade da conservação desse grupo animal.

O interesse pelas aves
O número crescente de observadores e investigadores de aves, e de instrumentos legais para a protecção da avifauna, atesta um grande empenho por estas espécies. Mas porquê tanto interesse pelas aves? As motivações para tal podem ser de ordem distinta, indo desde de natureza estética, a interesse científico ou valor económico.

As aves são, desde tempos imemoriais, símbolos de liberdade, força, alegria, sabedoria, vitalidade e morte. O prazer proporcionado pelo seu contacto e proximidade é traduzido pelo grande número de observadores de aves, numa actividade que ocorre em todos os continentes como diversão da pressão do dia a dia.
Vários aspectos do nosso conhecimento actual, da visão ao comportamento, vôo, migração e fisiologia obtiveram-se a partir do estudo das aves. A teoria da selecção natural como mecanismo de evolução, inegável referência científica, foi formulada por Darwin a partir da observação dos tentilhões das Galápagos. As aves permitem ainda reconhecer os efeitos das nossas actividades no ambiente, sendo consideradas como úteis bioindicadores das alterações ambientais. O acentuado declínio de diversas espécies de aves alerta-nos para o impacto ambiental das nossa actividades e para o prejuízo ambiental que estamos a causar através da destruição e fragmentação dos habitats, poluição e introdução de espécies.
As aves são também valorizadas pela sua importância económica. Movimentam somas não negligenciáveis em torno da sua observação e da actividade cinegética, quer através do turismo como dos materiais e actividades associadas. Para dar uma ideia da popularidade da observação de aves e da sua expressão, pode-se adiantar que se estima que entre 1983 e 1997 o número de observadores de aves norte-americanos tenha aumentado de 21 milhões para 63 milhões de pessoas, que gastam actualmente cerca de 20 biliões de dólares por ano nessa actividade.

Por outro lado, as aves apresentam inegável valor ecológico e ao funcionarem como agentes de polinização, predadores de insectos e controladores de roedores, prestam ao homem benefícios relevantes. Está calculado que as aves destroem cerca de 98% da forma larvar de uma das maiores pestes dos pomares de maçã que ocorre à escala mundial. O significativo papel de controladores das populações de insectos desempenhado pelas aves em certas florestas americanas foi estimado em cerca de 2000 dólares/ano/km2.

Importa ainda referir que há custos enormes associados à não protecção das aves. Com efeito, a recuperação de espécies ameaçadas importa geralmente somas avultadas. A recuperação de uma coruja americana, por exemplo, orçou ate 1995 em 18,5 milhões de dólares.

Por todas estas razões, a perda das espécies de aves para além de constituir um motivo de tristeza é também um acontecimento dispendioso.
A diversidade de aves

Considera-se actualmente a existência de cerca de 11 000 espécies de aves em todo o mundo, que representam uma componente importante da diversidade biológica terrestre.

Em Portugal, registamos a ocorrência de mais de 400 espécies de aves, sendo cerca de 200 as nidificantes. Estes números representam uma fracção significativa da avifauna europeia, mas uma parcela muito reduzida das aves do mundo: com efeito, alguns países da América do Sul apresentam valores quase 10 vezes superiores. Distinguem-se as espécies migradoras - entre as quais as que por cá passam apenas o Inverno, as que só ocorrem durante a Primavera e as que transitam de passagem no decurso das suas migrações de grande distância - das espécies residentes, que prefazem todo o seu ciclo anual no nosso território.

Entre as aves têm ainda merecido um destaque particular as cinegéticas, que em Portugal são 31 espécies. Verifica-se que, a nível mundial, a maior parte dos esforços de conservação foi dirigido para este tipo de espécies devido ao enorme interesse na sua caça.

Quais os requisitos básicos das aves?

Todas as espécies de aves têm necessidades, mais ou menos específicas, de determinadas condições de habitat para se reproduzirem e para sobreviverem. Genericamente, precisam de habitat adequado para alimentação e para nidificação e muitas espécies necessitam ainda de locais favoráveis à paragem migratória. A estes habitats adequados correspondem determinadas características, qualitativas e quantitativas.

Entre as características quantitativas contam o tamanho e a configuração. Com efeito, para uma área suportar uma determinada espécie, tem de ser suficientemente grande. Uma das razões óbvias porque uma área pequena pode ser pobre em espécies é simplesmente porque não tem tamanho suficiente para os animais lá poderem satisfazer as suas necessidades de alimentação e nidificação. Mas outros efeitos fazem-se sentir também. Como exemplo, sabe-se que à medida que o habitat se fragmenta e reduz em área, se intensifica o denominado efeito de orla, que inclui alterações na temperatura, níveis de humidade e pressão de predação que podem atingir o interior do habitat.

Várias espécies, como as migradoras, dependem da existência do tamanho adequado de vários habitats, que podem explorar em fases diferentes do seu ciclo anual. Por exemplo, o Grou-comum necessita para nidificar de zonas húmidas, mas durante o inverno depende de zonas agrícolas como as de cerealicultura e dos montados de azinho.
O habitat com qualidade fornece locais de nidificação adequados, comida em abundância para adultos e crias, e ainda locais de abrigo. Apesar de suficientemente grande, se um habitat não for adequado à reprodução e sobrevivência, a espécie não permanece nele. A qualidade do habitat é produto de vários factores físcos, como o tipo de solo e hidrologia, e bióticos, como as espécies presentes e a estrutura da vegetação.

Mas as causas do declínio das aves incluem ainda, para além da perda e degradação de habitat, poluição, efeito de estruturas humanas construídas e o impacto de espécies invasivas.

Nas últimas 2 décadas, demonstrou-se a necessidade de compreender a ecologia das espécies com problemas de conservação e de aplicar o método científico para determinar o PORQUÊ de as espécies estarem a ser conduzidas à extinção e o COMO se podem inverter esses declínios. Com os contributos da genética, dos conhecimentos sobre as consequências do tamanho reduzido de uma população e das implicações da biogeografia insular no desenho das reservas, surgiu um novo corpo teórico - a Biologia da Conservação - a apoiar os passos práticos, por vezes hesitantes, dados no sentido de reduzir os factores que conduzem as espécies à extinção e as tentativas da sua recuperação.
O que se faz para conservar as aves?

A legislação constitui uma ferramenta imprescíndivel para assegurar a protecção das aves e particularmente para a recuperação de espécies gravemente afectadas. Várias Convenções Internacionais e Directivas Comunitárias dão enquadramento legal à conservação das Aves. Destacam-se a Convenção de Ramsar, relativa à conservação e uso racional das zonas húmidas, a Convenção de Berna, relativa à conservação da vida selvagem, a Convenção de Bona, relativa à conservação das espécies migradoras e a Directiva Aves, relativa à conservação das aves selvagens na Europa. Ao abrigo desta última, os estados membros da União Europeia têm a obrigação de declarar Zonas de Protecção Especial, que garantam a conservação de espécies de aves que requerem medidas rigorosas de conservação do seu habitat. Em Portugal, foram declaradas 48 ZPE´s que correspondem a cerca de 8% do território nacional.

A proteção e a gestão do habitat, conseguidas através de Áreas Protegidas e outras Àreas Classificadas ou por vezes asseguradas através da compra de terrenos, são as formas normalmente mais significativas de concretizar a conservação das aves. O aumento de tamanho das manchas do habitat e a sua ligação através de corredores, por exemplo, são duas formas utilizadas para inverter os efeitos negativos da perda e fragmentação de habitat. O ordenamento cinegético é também fundamental para a conservação da avifauna. Mas é através de um correcto ordenamento do território, integrando a salvaguarda dos requisitos fundamentais das aves no planeamento global, que se atinge plenamente esse objectivo.

Por outro lado, as acções de conservação não podem ser desenvolvidas sem investigação sobre os requisitos das espécies, as ameaças sobre elas pendentes e as medidas efectivas de conservação. Por todo o mundo, universidades, grupos não governamentais e agências estatais desenvolvem investigação com o objectivo de responder a questões fundamentais como os ciclos de vida das espécies, as suas necessidades de habitat, o seu comportamento e estado de conservação.

A monitorização dos efectivos das espécies e da sua distribuição é outro mecanismo fundamental na implementação de acções de conservação. Os programas de monitorização acentam frequentemente em participação voluntária; permitem aferir o sucesso daquelas acções e, como tal, aumentar a sua eficácia. Também os Atlas são instrumentos preciosos, pois permitem sistematizar informação sobre a distribuição das espécies.
Hoje em dia, cada vez mais se impõe como um objectivo prioritário, para além da recuperação das espécies já em declíneo alarmante, manter as espécies comuns muito abundantes, protegendo agora o seu habitat e garantindo a satisfação das suas necessidades para evitar declínios mais tarde.


Fonte Texto e Imagens:
Autora do texto :Júlia Almeida

http://naturlink.sapo.pt/Natureza-e-Ambiente/Fauna-e-Flora/content/A-Conservacao-das-Aves/section/3?bl=1&viewall=true#Go_3

terça-feira, 6 de março de 2012

Tecelões Mascarados (Ploceus velatus)




Ninhos de Pássaros
Tecelões Mascarados (Ploceus velatus) ::: A arte de fazer ninho



Um estudo desenvolvido por cientistas das universidades de Edinburgh, St Andrews e Glasgow, na Inglaterra, concluíram que os pássaros não nascem sabendo construir ninhos, e sim adquirem habilidades com experiências no decorrer na sua vida.

Foram observados Tecelões-Mascarados do Sul (Ploceus velatus), pássaros que habitam Botsuana (África), sendo constatado que estas aves constroem ninhos de gramas durante a estação do acasalamento, porém esses ninhos têm diferentes técnicas de construção; destacou-se que alguns pássaros constroem seus ninhos da direita para esquerda e outros da esquerda para a direita.
Foi escolhida esta espécie de pássaro devido à complexidade na estrutura de seus ninhos e por construir dezenas de ninhos por estação, permitindo monitorar as construções com diferentes estruturas feitas por um mesmo animal. Sugere-se que pássaros adquirem experiências na construção dos ninhos, usando para isso o aprendizado no desenvolvimento de suas habilidades.
Este estudo ajudará a entender melhor os pássaros, tornando quem sabe possível responder a seguinte questão: Os pássaros possuem capacidade de aprender ou suas habilidades são desenvolvidas por meio de repetições?
Patrick Walsh, da Universidade de Edinburgh, um dos autores da pesquisa comenta, “se os pássaros construíssem os ninhos de acordo com o modelo genético, os ninhos seriam construídos do mesmo jeito em todas as oportunidades.” Mas baseando-se nos resultados do estudo o próprio Patrick Walsh conclui, “os Tecelões-Mascarados do Sul mostraram variações fortes na construção de ninhos, revelando uma influência clara da experiência; mesmo para pássaros, a prática leva à perfeição”, em entrevista a BBC.


Ninhos de Pássaros

Ninhos de Pássaros

Ninhos de Pássaros

Ninhos de Pássaros

Ninhos de Pássaros



Ninhos de Pássaros

Ninhos de Pássaros

Ninhos de Pássaros



Ninhos de Pássaros


Ninhos de Pássaros

Ninhos de Pássaros

Ninhos de Pássaros

fontes pesquisadas::: google.com.br, hypescience.com, fottus.com



quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Pica-Paus




Pica-Paus



O pica-pau é uma ave da ordem Piciformes, família Picidae, de tamanho pequeno a médio com penas coloridas e na maioria dos machos com uma crista vermelha. Vivem em bosques onde fazem seus ninhos abrindo uma cavidade nos troncos das árvores. Alimentam-se principalmente de larvas de insetos que estão dentro dos troncos de árvores, alargando a cavidade onde se encontram as larvas com seu poderoso bico e introduzindo sua língua longa e umedecida pelas glândulas salivares. Os ninhos são escavados em troncos de árvores o mais alto possível para proteção contra predadores. Os ovos, de 4 a 5, são chocados pela fêmea e também pelo macho durante até 20 dias, dependendo da espécie.






Pica-Pau-de-Barriga-Vermelha

O bendito ou pica-pau-de-barriga-vermelha (Melanerpes cruentatus) é um pica-pau florestal e amazônico. Os indivíduos machos de tal ave possuem cabeça, peito e manto negros, vértice vermelho, enquanto a sobrancelha amarela que pode atingir a nuca, ventre vermelho e flancos estriados de branco e negro são características presentes em ambos os sexos. Também é conhecida pelo nome de ipecumirim, sua dieta se baseia em grãos e pequenos insetos, um dos grandes contribuidores para o reflorestamento da Mata atlântica e Floresta amazônica.







Pica-Pau-Branco

O pica-pau-branco (Melanerpes candidus) é um pica-pau campestre, presente em quase todo o Brasil, Bolívia, Argentina, Paraguai e Uruguai. Tal pica-pau possui a cabeça e partes inferiores brancas, asas e cauda negras, e ventre amarelado. Também é conhecido pelos nomes de bilro, birro, birro-branco e cricri.

Ficheiro:Melanerpes candidus.jpg



Pica-Pau-Malhado

O pica-pau-malhado-grande (Dendrocopos major) é um membro da família dos pica-paus (Picidae).

Tem a sua distribuição na Europa e norte da Ásia. É residente, com excepção das regiões mais frias da sua área de distribuição.
No Verão, a sua alimentação consiste de larvas de traças e escaravelhos que habitam o interior da madeira das árvores da floresta.

Ficheiro:Dendrocopos major 2 (Marek Szczepanek).jpg




Pica-Pau-do-Campo


O pica-pau-do-campo (Colaptes campestris) é um grande pica-pau sul-americano, campestre e terrícola.
Tal ave mede cerca de 32 cm de comprimento, com costas e asas marrons listradas de branco, peito e laterais do pescoço amarelos, boné preto e garganta preta ou branca, de acordo com a raça geográfica. Também é conhecido pelos nomes de chanchã, chanchão, pica-pau-de-manga e pica-pau-malhado.
Habita zonas de pastagens, savanas e matagal e pode ser encontrado na Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai, Suriname e Uruguai.

Ficheiro:Colaptes campestris-2.jpg





Pica-Pau-Carijó

O Pica-pau-carijó (Colaptes melanochloros) é um grande pica-pau da América do Sul. Tais aves possuem cerca de 26 cm de comprimento, com plumagem verde barrada de preto e cabeça preta com as laterais brancas e a nuca vermelha. Também são chamadas de pica-pau-verde-barrado.

Ficheiro:PICA-PAU-VERDE-BARRADO (Colaptes melanochloros).jpg





Pica-Pau-de-Cabeça-Amarela

O pica-pau-de-cabeça-amarela (Celeus flavescens) é uma ave ave piciforme pertencente à família Picidae.
Mede em média 27 cm. Está presente desde a margem norte do baixo Rio Amazonas até o Rio Grande do Sul, sendo encontrado também no Paraguai e Argentina. Habitam bordas de florestas altas, florestas de galeria e pomares. Alimenta-se de frutos no alto das árvores, descendo ao solo para comer formigas e cupins. O macho apresenta uma faixa vermelha nas laterais da cabeça, próximo a base do bico.
Seus outros nomes comuns são joão-velho, cabeça-de-velho e pica-pau-velho. No Rio Grande do Sul também é chamado de bico-chã-chã.

Ficheiro:Blond-crested Woodpecker.jpg





Pica-Pau-Amarelo

O Pica-pau-amarelo (Celeus flavus) é uma ave da família Picidae comprimento de cerca de 25 cm. Presente em toda a Amazônia brasileira e de Alagoas ao Espírito Santo, sendo encontrados também nos demais países amazônicos. Habita florestas ralas, plantações de cacau, florestas de várzea, capoeiras e florestas em áreas pantanosas. Vive solitário, aos pares ou em grupos de 3 ou 4, principalmente à altura do estrato médio. Quebram formigueiros no alto de árvores para comer as formigas, eventualmente alimentando-se também de frutos. Às vezes desce ao solo para apanhar insetos. O macho apresenta uma faixa vermelha nas laterais da cabeça, próximo à base do bico.






Pica-Pau-Rei

O pica-pau-rei (Campephilus robustus) é um pica-pau florestal, encontrado no Paraguai, Argentina e Brasil, do estado de Goiás e Bahia até o Rio Grande do Sul, sendo o maior pica-pau brasileiro. Tal ave mede cerca de 36 cm de comprimento, cabeça e pescoço vermelhos, asas e cauda negras e partes inferiores barradas. Também é conhecido pelos nomes de carpinteiro, pica-pau-de-cabeça-vermelha, pica-pau-galo, pica-pau-grande e pica-pau-soldado.

Ficheiro:Campephilus robustus -Argentina-3.jpg




Pica-Pau-de-Banda-Branca

O Pica-pau-de-banda-branca (Dryocopus lineatus) é um grande pica-pau encontrado do México à Argentina. Tal ave mede cerca de 33 cm de comprimento, com topete e estria malar vermelhos, asas e lados da cabeça pretos, faixa branca que se estende do bico às laterais do peito e barriga branca barrada de preto. Também é conhecida pelo nome de ipecuacamirá. Vive em pares ou em grupos familiares, com o macho e a fêmea tamborilando em seqüência longa e baixa. As fêmeas desta espécie de pica-pau põem em média de 2 a 3 ovos, e o macho participa dos cuidados com a prole.

Ficheiro:Dryocopus lineatus.jpg



Pica-Pau-de-Topete-Vermelho

O Pica-pau-de-topete-vermelho (Campephilus melanoleucos) é um grande pica-pau da ordem Piciforme e da família Picidae. Conhecido também como Pica-pau-de-garganta-preta. Encontra-se desde o sul do Panamá até o norte da Argentina e em Trinidad.
É um pica-pau grande e tem aproximadamente 36 cm de comprimento e 250 gramas. O macho possui a cabeça avermelhada, com uma mancha branca na base do bico e a fêmea apresenta o alto e a parte de trás da cabeça preta e uma larga faixa branca entre os olhos e a base do bico.
Alimentam-se de larvas de insetos que vivem escondidos atrás de cascas de árvores mortas. Também comem frutos.

Ficheiro:Crimson-crestewoodpecker.jpg



Pica-Pau-Anão
(Picumnus innominatus)

O pica-pau-anão é comum aos pequenos pica-paus do gênero Picumnus. Tais aves têm o comprimento do corpo variando entre 7 cm e 10 cm, bico curto, com pés muito grandes e cauda macia. Também são chamadas de picapauzinhos.






Pica-Pau-Dourado

O pica-pau-dourado (Piculus aurulentus) é um pica-pau florestal, encontrado no leste e sul do Brasil, bem como na Argentina e Paraguai. Tal ave mede cerca de 20 cm de comprimento, com dorso oliváceo, rêmiges barradas de castanho, cabeça com as laterais oliváceas, atravessadas por duas faixas amarelas horizontais e vértice vermelho. Também é conhecida pelo nome de pica-pau-doirado.




Pica-Pau-Fura-Laranja

O pica-pau-fura-laranja (Veniliornis affinis) é um pequeno pica-pau, encontrado na Amazônia e Leste do Brasil, especialmente nos estados da Bahia e do Espírito Santo. Tal ave mede cerca de 16,5 cm de comprimento e plumagem olivácea, com o manto, manchas nas asas e vértice vermelhos. Devido ao fato de eventualmente freqüentar pomares e se alimentar dos frutos, recebeu o nome de fura-laranjas.



Pica-Pau-Verde

O pica-pau-verde (Picus viridis) é uma ave da família Picidae. É o maior dos três pica-paus que ocorrem em Portugal. Caracteriza-se pela plumagem verde e amarelada, com o barrete vermelho.
Distribui-se por quase toda a Europa e pela Ásia Menor. Constrói o seu ninho em cavidades de árvores.
Em Portugal é uma espécie residente, que está presente durante todo o ano. Freqüenta zonas florestais, nomeadamente pinhais, de preferência com algumas clareiras.

Ficheiro:Grünspecht Picus viridis.jpg



Pica-Pau-de-Bico-de-Marfim

O Pica-pau-bico-de-marfim é a espécie do personagem de desenho animado Pica-Pau. No episódio "Dumb Like a Fox" ("Esperto contra Sabido", na versão brasileira), do desenho animado Woody Woodpecker, um museu oferece a recompensa de 25 dólares para quem capturar um "Campephilus principalis", o qual é o próprio Pica-Pau.


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Papagaio anacã













Nome Popular: Papagaio anacã

Nome em inglês: Red fan parrot

 Nome Científico: Deroptyus accipitrinus

 Peso: 200 a 300g


                                                                                                     Tamanho: 35 cm
                                                                             Expectativa de Vida: Podem atingir até 60 anos


Alimentação: 
Na natureza, alimentam-se de castanhas, frutas silvestres e sementes (principalmente de leguminosas). Em cativeiro são oferecidos, além da ração comercial, frutos, sementes e vegetais.


Reprodução: 
Em média, botam de 2 que são chocados por 24 a 29 dias.


Distribuição Geográfica:
Sua área de ocorrência inclui as Guianas, norte do Brasil, sul da Venezuela, sudeste da Colômbia, leste do Equador e nordeste do Peru.


Descrição:
São caracterizados por apresentarem um carijó branco-escuro próximo ao bico. Uma parte da cabeça também tem a mesma coloração. Depois, apresentam penas vermelhas com bordas azuis. Quando ficam irritados, levantam essas penas localizadas atrás da nuca, formando uma espécie de cocar indígena nas cores vermelho e azul. A parte do peito também possui a mesma coloração do penacho, enquanto o resto do corpo e o rabo são verdes. Não é possível distinguir machos e fêmeas por características externas. Sofrem com a destruição de habitat e a captura ilegal destinada ao tráfico de animais. Dos psitacídeos, os Anacãs são os que apresentam maior dificuldade para a reprodução em cativeiro.

http://parrotpapagaios.blogspot.com/2010/04/papagaio-anaca-red-fan-parrot-deroptyus.html
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