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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Curió - Oryzoborus angolensis


Curió - Oryzoborus angolensis
Taxonomia
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Super Classe: Tetrapoda
Classe: Aves
Sub Classe: Carinatae
Ordem: Passeriformes
Sub Ordem: Passeri
Super Família: Passeroidea
Família: Emberizidae
Gênero: Oryzoborus
Espécie: O. angolensis
Nome Popular: Curió, Avinhado
Distribuição
Em todo Brasil.
Habitam beira de mata e pântanos.
Características
Mede em torno de 13 cm de comprimento, com macho apresentando plumagem preta no dorso e castanha na parte inferior. A fêmea possui plumagem pardacenta mais escura no dorso. Bico cheio e corpo robusto.
Hábitos Alimentares
Sementes de tiririca (Cyperus rotundus).

Colaborador:
Luis A. Florit - Fotografo
http://w3.impa.br/~luis/photo
Fonte do Texto
http://riodejaneiroambiental.blogspot.com/2009_10_01_archive.html

Cambaxirra - Troglodytes musculus


Cambaxirra - Troglodytes musculus

Taxonomia
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Super Classe: Tetrapoda
Classe: Aves
Sub Classe: Carinatae
Ordem: Passeriformes
Sub Ordem: Passeri
Super Família: Certhiodea
Família: Troglodytidea
Gênero: Troglodytes
Espécie: T. musculus
Nome Popular: Cambaxirra, Corruíra
Distribuição
Toda America do Sul
Habitam bordas de matas, cerrados, caatinga, áreas alagadas, campos e áreas verdes urbanas, próximo a residências.
Características
Pássaro muito comum e fácil de ser encontrado. Mede 12 cm de comprimento tendo plumagem parda escura na parte dorsal ferrugínea na parte ventral, com bico delgado.
Hábitos Alimentares
Alimentam-se de pequenos frutos, sementes e insetos.

Colaborador:
Luis A. Florit - Fotografo
http://w3.impa.br/~luis/photo

Fonte Do Texto
http://riodejaneiroambiental.blogspot.com/2009_10_01_archive.html

Bico de Lacre





Esta pequena ave tem uma beleza ímpar,para seu castigo e canta muito também.
Isto faz com que seja caçado para o comercio ilegal.
A semana passada eu mesmo vi em uma feira livre gaiolas cheias desta ave.
Que é vendida ao preço de 5,oo reais.Para você ver o seu valor na natureza é de milhões e em uma gaiola um garoto vindo da roça para tirar seu sustento vende a preço de quase nada.
Precisamos acabar com egoísmo de querer trazer a natureza para dentro de nossa casa.
Passáro em gaiola não canta é um lamento de dor seu grito em pró a liberdade.*O Tempo Vida*





Imagem do google
Video You tube

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Mosaico vermelho


VERMELHO MOSAICO LIPOCROMO
Uma opinião para uma base prática de criação
Carlos Lima
Juiz Internacional / O.M.J.
Fones: 212952957 / 212599075 / 9365974576
Revista SPCO 2002
Arquivo Editado em 02/Out/2004
Como criador e Juiz de canários de cor, desde muito jovem dedico a minha atenção a este maravilhoso canário, que tantas paixões suscita.
Muitos criadores do factor mosaico, são constantemente confrontados com diversas situações, não conseguindo obter respostas.
Muitos juizes (nacionais ou internacionais) têm um critério diferente de avaliação nas exposições que participam.
Como exemplo os criadores belgas e holandeses, apreciam um canário mosaico, que apresente um manto muito branco, luminoso, não dando tanta importância à intensidade do vermelho nas zonas de eleição (máscara grande e cheia - ombros e rabadilha, com um vermelho intenso e remiges completamente brancas).
Em contrapartida os criadores italianos especialistas no factor mosaico e muito mais avançados apreciam uma ave com uma cor mais profunda o que permite um maior contraste (combinação do vermelho intenso, luminoso nas referidas zonas de eleição com um branco imaculado).
Considerando que o gene mosaico (m) está influenciado pelo sexo e não ligado ao sexo.
O gene mosaico alelo (gene que determina o mesmo carácter) a saber dos genes intensos e nevados ao qual o gene mosaico determina a distribuição do pigmento amarelo ou vermelho, em determinadas zonas do corpo (zonas de eleição).
- Cabeça
- Ombros (com intensidade máxima)
- Rabadilha
Os genes intenso e nevado (são alelos entre si) pois determinam a distribuição do lipocromo nas penas do canário.
Dito isto, facilmente compreendemos como alguns canários mosaicos, apresentam nevadura nas zonas de eleição, outros o inverso são mais intensos, pelo que são mais valorizados nas exposições.
Quando um canário apresenta uma simples dose do gene nevado (uniformidade lipocromica) ou do gene mosaico (distribuição localizada) o fenótipo que apresenta é intermédio, já que os
genes são codominantes (pois têm igual força genética) produzem no entanto um fenótipo mesclado entre ambos os caracteres.
As fêmeas apresentam um fenótipo de machos mosaicos (máscara na cabeça) e os machos em fenótipo de fêmeas (máscara partida).
MODELO MOSAICO
Na criação de canário mosaico, é difícil estabelecer prioridades.
Como exigência do criador, torna-se necessário estabelecer um modelo de mosaico completo (máscara cheia - intensa, peito muito marcado) para os machos, ao contrário a fêmea deve Apresentar, lipocromos intensos e uma bela linha ocular (fêmea de exposição).
Uma cabeça bem redonda, para fazer realçar a máscara.
A presença dum factor "óptico" que determina a intensidade do lipocromo e o factor "craie" que determina um manto branco opaco, luminoso e sedoso.
Presentemente os especialistas deste factor, possuem conhecimentos profundos exigindo do criador uma orientação certa para a linha que pretendem criar, a saber:
- Linha Macho
- Linha Fêmea
- Linha intermediária Significa que teremos 3 linhas distintas
CRUZAMENTOS

Linha Macho tipo 2

Macho máscara cheia e lipocromos intensos X Fêmea com máscara e lipocromos intensos
Deste cruzamento apenas resultam machos para as exposições, pois apresentam as características referenciadas.
As Fêmeas apresentam lipocromo intenso na cabeça (máscaras umas maiores outras menores) não servem para exposições mas são de grande utilidade para produzirem bons machos.

Linha Fêmea tipo 1

Macho com máscaras reduzidas ao mínimo sem lipocromo sob o bico idênticos as fêmeas, que são utilizadas no cruzamento n° 1.
X
Fêmea apenas com uma bela linha ocular (exposição) mas sempre com um lipocromo intenso.
Deste cruzamento resultam belas fêmeas, para serem expostas em concurso.
Quanto aos machos, apresentam as características idênticas às fêmeas referenciadas no cruzamento n° 1 não servindo para as
exposições.


Linha Intermediária

Macho com máscara intensa, mas com menos intensidade de lipocromos (zona de eleição da cabeça delimitada na sua extensão)
X
Fêmea apenas com uma bela linha ocular, ou com máscara.
Deste cruzamento resultam:
Machos intermédios
Fêmeas de exposição
Fêmeas com máscara mais ou menos intensa
Nota importante:
O mosaico é um verdadeiro canário de desenho, sendo o contraste de cores, de grande importância na sua seleção.
- Ao contrário do que muitos criadores de idéias tradicionais pensavam e diziam, que era benéfica a introdução do factor marfim em possíveis acasalamentos, este conceito é totalmente errado.
- O factor marfim introduzido nos canários com factor mosaico (vermelho ou amarelo) diminui a qualidade da cor de fundo, conduzindo-nos automaticamente a um modelo de canário, menos colorido (intensidade diminuída) e como conseqüência uma perda enorme do contraste do vermelho ou amarelo intenso com a cor branca.
- No entanto o factor marfim, têm outra característica importante, conduzindo-nos ao melhoramento da plumagem o que é bem positivo neste acasalamento.
- Quanto à coloração destas belas aves, é idêntica aos demais canários de cor (factor vermelho), iniciando-se a partir do 45° dia:
70 gr de Carofil Red
30 gr de Bogena intensif.
Total -100 gr
Desta mistura por cada Kg de papa húmida adiciona-se 5 a 7 gr de colorante.



http://serranoecarvalhuco.blogspot.com/2010_10_01_archive.html
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