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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

CARDINALÍCIOS







CARDINALÍDEOS  Reúnem cardeais, bicudos e afins, pássaros de porte médio e aparência variada, em geral com bicos robustos. Há controvérsias quanto aos gêneros abrangidos pela família.





Os CARDEAIS (Paroaria) são pássaros de colorido vistoso e  encontramos na beira d’água ou no entorno de sedes de fazendas. Ocorrem três espécies, todas com cabeça vermelho-brilhante, que estão entre as aves mais bonitas da região.




CAVALARIA   Paroaria capitata

Comum, fácil de detectar na beira de brejos, lagoas e rios, no Pantanal. Cabeça vermelha com babador preto, bico laranja vivo. Preta por cima, com meio colar branco; branca por baixo. Jovem com cabeça marrom, “babador” pardo, partes superiores enegrecidas.
Cinza por cima, colar na nuca e partes inferiores brancos.  jovem com castanho em vez de vermelho, partes superiores enegrecidas. Bonito, inconfundível; compare com a cavalaria, menor, sem crista, preta por cima. Geralmente em casal ou grupinho, pode formar grandes bandos fora da reprodução; cobiçado como ave de gaiola, em outras regiões sofre declínio populacional pela captura ilegal para cativeiro, que talvez ocorra também no Pantanal. Alimenta=se no chão, de sementes e insetos. Canto, uma sequencia rítmica e variada de frases curtas, um pouco ásperas, mas melódicas.

http://marcelobugre.blogspot.com.br/

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

CATATAU Campylorhynchus tudius



Razoavelmente comum, em cerradão, mata de galeria e bordas, no Pananal e arredores. Pardo em cima, escamado com mais escuro; sobrancelha branca. Por baixo branco, às vezes com algum salpicado cinzento. A maior curruíra da região.
Em geral vive em grupos familiares com até 6-8 aves, que saltitam e esacalam a ramaria a altura variável. Costuma Sr audacioso, e muitas vezes é visto na folhagem de árvores e moitas em sedes de fazendas. Canto potente e musical, ouvido com frequência, muitas vezes em dueto. Em geral inclui frases rítmicas e repetidas como “tchucadadu, tcho, tcho” e “thuc-tchu-tchu”,


Fonte de pesquisas http://marcelobugre.blogspot.com.br/

MAÇARICOS, NARCEJAS e PISA-N’ÁGUAS (Escolopacídeos)

MAÇARICOS, NARCEJAS e PISA-N’ÁGUAS (Escolopacídeos)







MAÇARICOS, NARCEJAS e PISA-N’ÁGUAS (Escolopacídeos) Vivem no mundo todo (exceto Antártida). Na região são escassos e quase todas as espécies criam na América do Norte, que deixam no inverno boreal para passar aqui o verão austral. A maioria vive perto da água, mas algumas frequentam áreas mais secas. Podem ser difíceis de identificar, pois muitas só estão presentes em plumagem não reprodutiva.

O GÊNERO TRINGA reúne maçaricos elegantes, de pernas logas e bico delgado.





MAÇARICO-SOLITÁRIO Tringa flavipes

Migrante boreal escasso, de ampla ocorrência á beira de água rasa, em geral sozinho. Bico longo e delgado, quase todo preto, pernas oliva.
Marrom por cima, pontilhado de preto e branco, anel ocular branco; branco por baixo, laterais de pescoço e peito salpicadas de marrom, plumagem reprodutiva, mais salpicada de branco por cima, cabeça e pescoço estriados de branco. Em voo, asas escuras; cauda com centro escuro, lados barrados de branco e marrom. Costuma saudar com a cabeça, em geral ao alarmar-se. Voa com batidas de asa amplas e rápidas, que podem lembrar uma andorinha. Sá um “pi-tuit” agudo e nítido, sobretudo em voo.


Fonte de pesquisas:


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CORRUÍRAS (Trogloditídeos)









CORRUÍRAS (Trogloditídeos) Ocorrem no continente americano, com uma única espécie no Velho Mundo. Pequenas e compactas, tem cor geral marrom, muitas vezes com barrado escuro nas asas e cauda. Algumas são bem conhecidas e fáceis de ver, enquanto outras vivem ocultas na folhagem. Todas cantam muito. Na região há poucas espécies.

O GÊNERO THRYOTHORUS  inclui corruíras de tamanho médio. Ocultam-se na vegetação e, apesar das vocalizações fortes e frequentes, são pouco conhecidos pelas pessoas. As espécies que ocorrem aqui são ferrugíneas por cima e pardas ou cinzentas por baixo.

GARRINHÃO-DO-OESTE Thryothorus guarayanus

Razoavelmente comum, em sub-bosque de mata, sobretudo perto d’água. Marrom-ferrugíneo, no S do Pantanal.




Fonte de pesquisas: http://marcelobugre.blogspot.com.br/
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