O tempo Vida !

O tempo Vida !
Não se troca um amor velho por um amor novo.Banners original do blog
PageRank
"É preciso quebrar a concha para conseguir a pérola".





quinta-feira, 3 de julho de 2014

As aves de Angola II




Flamingo Rosa  

Os flamingos são aves pernaltas, de bico encurvado, que medem entre 90 e 150 cm.
A sua plumagem pode ser bastante colorida em tons de rosa vivo. São animais que se alimentam de algas e pequenos crustáceos através de filtração. Os flamingos são aves gregárias, que vivem em bandos numerosos junto a zonas aquáticas. Algumas espécies conseguem inclusivamente habitar zonas de salinidade extrema, como os lagos africanos do Vale do Rift. Em Angola aparecem com frequência junto à faixa costeira, em salinas e em mangais. É frequente vê-los nas salinas do Lobito e de Moçâmedes.
 Nalguns lagos africanos do Vale do Rift os bandos de flamingos são tão grandes e numerosos que observados de longe, formam manchas avermelhadas muito compactas.
Os flamingos possuem uma grande envergadura e são capazes de percorrer em voo milhares de quilómetros.     A sua armadura bucal (bico semi recurvado e grande) está idealmente preparada para filtrar águas onde abundem micro crustáceos e algas que são a fonte principal da sua alimentação. São aves muito graciosas e decorativas. Possuem muito poucos inimigos naturais.
No Quénia, no Rift os seus predadores principais são os babuínos que os apanham quando estão concentrados e começam a levantar voo.

http://sitiodopicapauangolano.wordpress.com/2011/11/21/as-aves-de-angola/

As aves de Angola

As paisagens exuberantes da África incluem florestas que margeiam as regiões sul, leste, oeste e parte do norte do continente.
 A vegetação rasteira e as árvores grandes e densas dessas florestas tornam-nas o lugar ideal para aves de todas as espécies.
 De grandes papagaios coloridos a pequenos pássaros tecelões, as florestas africanas apresentam variadas espécies de aves, muitas das quais são endêmicas em determinadas areas:








Águia Preta de bico vermelho, óco óco serpentário

   Trata-se de uma águia muito bela, com asas em castanho muito escuro, o corpo preto e as patas e o bico vermelho laranja.
É uma águia extremamente robusta e de grande envergadura, que paira longamente a grandes altitudes. 
Tem uma vista apurada, capaz de detectar as suas presas no solo, sobre as quais se lança em mergulho vertiginosamente rápido. 
As suas presas favoritas são as cobras, os lagartos e os pequenos roedores, entre os quais os coelhos e as lebres.

http://sitiodopicapauangolano.wordpress.com/2011/11/21/as-aves-de-angola/

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Tipos e aves de rapina

O que são aves de rapina?


Os mais conhecidos são as águias, os gaviões e os falcões, mas também fazem parte do grupo algumas espécies de corujas e abutres


Pega, Mata e Come!
O que são aves de rapina?
Os mais conhecidos são as águias, os gaviões e os falcões, mas também fazem parte do grupo algumas espécies de corujas e abutres.
Assim são chamados todos os pássaros carnívoros e caçadores. Os mais conhecidos são as águias, os gaviões e os falcões, mas também fazem parte do grupo algumas espécies de corujas e abutres. Os rapinantes representam cerca de 10% das aves do planeta, concentrados em sua maioria na América Latina – só no Brasil existem 83 espécies (36% do total mundial). Predadores perfeitamente equipados para matar, esses animais têm visão aguçadíssima: enxergam, em média, duas vezes mais que o homem. Assim, são capazes de avistar sua presa a dezenas de metros de altura e mergulhar diretamente sobre ela. São também as aves mais velozes que existem, atingindo até 268 km/h no caso do falcão peregrino. E, como se não bastasse, ainda possuem duas armas letais: o bico afiado e as garras em forma de foice. “Graças a esses atributos, elas quase sempre pegam sua vítima na primeira tentativa”, afirma o ornitólogo Luis Sanfilippo, da Fundação Zoológico de São Paulo, especialista em rapinantes.
As presas favoritas variam de répteis, como cobras e sapos, a pequenos mamíferos, especialmente roedores, desde ratinhos a cotias.
Rainha do céu
A águia, símbolo de poder adotado pelas legiões romanas, pelo exército de Napoleão e pelos Estados Unidos, é o tema de um e-mail que tem circulado pela internet dizendo que, aos 40 anos de idade, essa ave troca o bico, as garras e as penas. “Também recebi a mensagem e fui pesquisar se havia nela alguma verdade, mas tudo não passa de invenção”, diz Luis Sanfilippo, do Zoológico de São Paulo, especialista em aves de rapina.

Potência nacional
A ave de rapina mais forte do planeta é o brasileiro gavião-real, que não poupa nem animais maiores, como cachorros-do-mato, preguiças e até filhotes de veado. Há 50 anos, esse pássaro podia ser encontrado em quase todo o país, mas acabou quase extinto fora da Amazônia.

Estrela da MPB
O rapinante brasileiro mais famoso só pode ser o carcará, celebrado na canção de João do Vale com versos como “Os burrego novinho não pode andá/Ele puxa o umbigo inté matá/Carcará!/Pega, mata e come!” Se precisar, o bicho come até carniça e, assim, sobrevive em condições tão adversas quanto a seca no sertão.
Vôo assassino
Falcão mata sua presa em pleno ar
1 - Os falcões são os rapinantes mais velozes, atingindo em média 230 km/h

2 - Ao avistar seu prato predileto, o pombo, o falcão dispara em sua direção

3 - O choque contra a presa é suficiente para quebrar todos os seus ossos

4 - O pombo despenca no chão, quase sempre já morto. O falcão vai buscá-lo, para arrancar suas vísceras e com elas alimentar também os filhotes
Caçadora noturna
Corujas de rapina atacam na escuridão
1 - Além de enxergarem no escuro, as corujas são as aves com a audição mais aguçada. Na hora de caçar, ficam empoleiradas, à escuta de uma presa

2 - Ao perceber a presença de um rato, sua comida favorita, a coruja dá o bote certeiro. Suas asas são tão leves que não fazem barulho

3 - A menos de 1 metro da presa, a ave acelera o vôo (que pode chegar a 60 km/h) e ataca com as garras abertas

4 - A coruja não perde tempo: seu bico engole o jantar todo de uma só vez

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Reprodução de Belgas







A reprodução dos canários acontece entre os meses de agosto a dezembro.
 Normalmente faz-se o acasalamento na segunda quinzena de Julho para que, no início de agosto, já possam ser observadas as primeiras posturas. 

O ninho adequado é aquele em forma de taça, com forro de espuma ou flanela.
 Na hora de escolher os casais, certifique-se de que o macho esteja cantando vigorosamente e de que a fêmea esteja ( pronta ). 
Assim evitará posturas de ovos não fertilizados e perda de tempo.
 Para as fêmeas confeccionarem seus ninhos indico o ( Saco de Batata ).

 ( ATENÇÃO ): CUIDADO COM UM TIPO DE ( SACO DE BATATA ) QUE É UM POUCO AMARELO PARECE DE NAYLON ESSE NÃO SERVE, PODE CORTAR OS PES DAS AVES.
 Tem que ser do tipo de um pano, pode ser adquirido em Mercados.








Postura : Normalmente uma canária põem de 3 a 4 ovos em dias seguidos, as vezes pode ocorrer intervalo de um dia entre um ovo e outro. Entre 6 e 7 horas da manhã a canária realiza a postura, não é conveniente entrar no criadouro muito cedo. A medida que os ovos são postos devem ser retirados e substituídos por "ovos indez" ( ovos plásticos ) e colocados em um pequeno recepiente em plástico, louça, contendo mistura de sementes, ou algodão, servirá para acondicionar os ovos recolhidos e que devem ser virados diariamente devendo ser recolocados ao final da postura. A finalidade de tal procedimento é simplesmente permitir que a eclosão ocorra simultaneamente, evitando discrepância de desenvolvimento entre os filhotes. Geralmente, os nascidos por último morrem, quando não se utiliza tal conduta. 



Incubação : O período de incubação dura 13 dias, contados à partir da data em que os ovos são recolocados no ninho. Podem ocorrer atrasos de 1 ou 2 dias quando as fêmeas não são assíduas ao ninho. Os ovos são incubados exclusivamente pelas fêmeas, que deixam o ninho por breves períodos com a finalidade de se alimentarem e mesmo para defecar. Alguns machos costumam substituí-las nesse espaço de tempo. Nesse período o ambiente deve ser tranquilo e a manipulação da gaiola deve ser rápida para não incomodar a canária. Verificar se os ovos foram fertilizados é tarefa simples e pode ser realizada de várias maneiras: olhar os ovos contra a luz do sol, ou com lanterna, fazendo com que o facho de luz atravesse o ovo, ou ainda, utilizar uma pequena caixa dotada de lâmpada no seu interior e furo suficiente para receber o ovo para inspeção. Ao acender a lâmpada verifica-se por transparência o conteúdo do ovo. Por volta do 6º dia já se percebe a mancha avermelhada contendo vasos no seu interior e que ocupa quase a metade do ovo. Caso se perceba apenas a presença da gema, diz-se que o ovo está "branco". Quando, por qualquer razão, o criador deixa a inspeção para mais tarde - 11º - 12º dia - já encontrará um ovo totalmente opaco e que não permitirá a passagem de luz. Sua casca apresentará brilho e a superfície mais lisa ao tato. Retirar os ovos não fecundados é boa praxe. Se ocorrer de todos estarem brancos retira-se inclusive o ninho por 3 - 4 dias de modo a incentivar que a fêmea faça nova postura. 



Eclosão : Completados 13 dias de incubação, os filhotes começam a nascer, um após o outro ou todos ao mesmo tempo. É comum que o nascimento ocorra à noite e pela manhã já se encontram todos os filhotes no ninho. Se o período de 13 dias for superado aguarde mais um ou dois dias. 




Entre o 15º e 20º dias os filhotes começam a deixar o ninho. Porém, a pemanência no ninho até 20 dias é normal. A saída prematura é indesejável e representa algum tipo de problema: o menor deles é quando o filhote se assusta e salta fora do ninho. Recomenda-se não trocar o ninho após o 12º dia. Filhotes quando mal nutridos tendem a sair precocemente do ninho em busca de alimentação ( atrás dos pais ). Nestes casos não há muito o que fazer e tentar recolocá-los de volta é perda de tempo. Por outro lado, os bens criados, deixam o ninho de modo tranqüilo, completamente emplumados e sem mostrar desespero por alimentação. 

Acontece que, de um modo geral, tende a ocorrer a debicagem dos filhotes. Algumas fêmeas deixam completamente desnudos seus filhos o que representa uma tragédia para o futuro: dificilmente se formará uma plumagem normal. Ao se perceber os primeiros sinais de debicagem o criador deve interferir seja separando os filhotes com uma grade divisória, seja fornecendo material para confecção do novo ninho. Sugerimos que os filhotes passem a metade do dia com o macho e a outra metade sozinhos. Colocando-se a farinhada de ambos os lados tanto a fêmea quanto o macho tratarão dos filhotes e, ainda estaremos proporcionando a oportunidade para que o macho fertilize, quando estiverem juntos. 
Quando os filhotes estiverem comendo sozinhos é chegada a hora da separação.


Fonte(s):


http://br.geocities.com/firmino99
Imagem do web picassa
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...