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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Araras Posts Especial

Existem muitas espécies de aves lindas, porém, como a Arara Azul é difícil, pois se trata de uma ave com proporções perfeitas e composta de penas de um tom de azul que não é visto em outras espécies. Tanta beleza, além de lhe conferir um status especial dentre as demais aves, também a coloca na lista de animais ameaçados de extinção.


Quando falamos sobre Araras Azuis, temos muito mais assunto do que simplesmente a sua beleza, pois essa ave é um dos principais artigos de contrabando da Amazônia. Saiba mais sobre a espécie e também a evolução do status de ameaça a que ela está exposta.
A Ave Arara Azul



O nome científico da Arara Azul é Anodorhynchus hyacinthinu e pode ser encontrada em 11 estados brasileiros. Dentre os locais em que é possível encontrar essa ave estão os estados de Goiás, Amapá, Bahia, Minas Gerais, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí, Pará, São Paulo, Tocantins e Amazonas.
Essa é uma espécie que se caracteriza por viver em biomas como o cerrado e a Floresta Amazônica. A sua plumagem é azul e a pele que não é recoberta por penas (o entorno dos olhos e um risco na mandíbula) é amarela. O bico dessa Arara é o que é conhecido como desmesurado dando a nítida impressão de que é maior do que o próprio crânio da ave.
Quando medida da ponta do bico até a ponta da sua cauda pode chegar a medir 1 m. O seu peso pode chegar até 1,3 kg. A família da espécie da Arara Azul é a Psittacidae, que também conta com espécies de outras araras, papagaios, periquitos e maritacas.





A alimentação dessas aves é quase toda baseada em castanhas que são retiradas dos cocos de palmeira. As duas espécies de cocos que esses animais utilizam em sua alimentação são acuri e bocaiuva.
O acuri ainda apresenta uma facilidade a mais para as Araras uma vez que elas encontram no solo alguns já ruminados pelo gado, ou seja, mais fácil para elas ingerirem. O coco da Bocaiuva é colhido diretamente da árvore e comido.

A Vida das Araras Azuis







A vida dessas aves é essencialmente em grupo, pois elas gostam de voar em pares. Uma coisa bem curiosa na vida desses animais é que eles são fiéis ao mesmo parceiro a vida toda e ainda dividem as tarefas domésticas relativas aos cuidados com os filhotes.
Quando o dia acaba, essas aves se reúnem em grupos e dormem todas juntas numa árvore. Como podemos perceber se trata de uma espécie que gosta da companhia de outras aves para passar o seu dia a dia.






A idade em que a Arara Azul começa a sua própria família é os 7 anos, a partir dessa idade a ave se sente preparada para ter o seu ninho e os seus filhotes. A média é dois filhotes reprodução, porém, quase sempre apenas um sobrevive.
As fêmeas da Arara Azul passam grande parte do seu tempo no ninho incubando os ovos e os machos têm a responsabilidade de buscar alimentos para os filhotes. Essas aves sofrem ameaça de extinção porque são bastante caçadas para venda ilegal e também porque não nascem muitos filhotes. A metade dos ovos costuma ser predado por tucanos e gralhas, além de alguns mamíferos. O ovo leva em torno de 28 dias para eclodir.
Os Filhotes de Arara Azul





Quando o ovo da Arara Azul eclode, de lá sai um filhote bastante frágil que depende, e muito, dos pais. Durante aproximadamente uns 06 meses, os filhotes precisam ser alimentados pelos pais. Até completarem 45 dias essas aves correm risco de morte, pois realmente são muito frágeis.
Além disso, as baratas, aves e formigas que tentam invadir o ninho são uma grande ameaça, uma vez que as ararinhas são muito pequenas. Uma ave dessas demora, mais ou menos, uns três meses depois de seu nascimento para se arriscar nos seus primeiros voos. A partir do terceiro mês de vida essas aves passam a ter o corpo coberto por penas. Geralmente, de toda a ninhada apenas um filhote consegue sobreviver, aquele que é mais forte.





http://animais.culturamix.com/informacoes/aves/araras-azuis-belas-e-raras

domingo, 21 de julho de 2013

Aves - Ordem Musophagiformes















Musophagiformes é uma ordem de aves com 23 espécies de turacos (ou tauracos), classificadas nos cinco géneros da família Musophagidae. A distribuição dos turacos está limitada à África sub-sahariana, onde habitam savanas e florestas abertas.
Alimentam-se essencialmente de frutos, podem consumir insectos e outros pequenos invertebrados. As asas são curtas e arredondadas, a cauda é comprida e a cabeça é coroada com uma crista

Estas aves são boas voadoras, mas preferem correr entre os ramos das árvores. A plumagem é especialmente colorida em algumas espécies em tons de verde e vermelho. Formam casais monogâmicos que constroem os seus próprios ninhos nas árvores, onde chocam dois a três ovos.
Turaco Guiné  também conhecido por Tauraco persa -  Encontram-se nos céus do Senegal até à Libéria e vivem em florestas das terras baixas. São aparentemente sedentária e territorial. No ritual de acasalamento têm por hábito de se alimentarem mutuamente, perseguirem-se entre ramos, erguerem a crista e abrir as asas, mostrando a cor escarlate das mesmas.


Alimentam-se essencialmente de frutos, flores e rebentos e medem entre 40 e 43 centímetros. A espécie foi primeiramente documentada por Carl Linnaeus e 1758.



O Knysna Turaco ( Tauraco corythaix ) - Na África do Sul , Knysna Lourie , é um grande turaco , um de um grupo de africanos quase passeriformes aves . É um reprodutor residente nas florestas verdes maduras do sul e do leste da África do Sul e Suazilândia . Antigamente, era por vezes considerado uma subespécie do Turaco verde da África Ocidental.



Tauraco fischeri  - Pode ser encontrada nos seguintes países: Quénia, Somália e Tanzânia.
Os seus habitats naturais são: florestas subtropicais ou tropicais húmidas de baixa altitude, regiões subtropicais ou tropicais húmidas de alta altitude e terras aráveis. Está ameaçada por perda de habitat.




Tauraco bannermani - Endémica dos Camarões. O seu habitat são as florestas húmidas subtropicais de montanha, estando a espécie ameaçada de extinção por perda de habitat. O seu nome científico homenageia o ornitologista David Armitage Bannerman.



O Tauraco erythrolophus, (Tauraco-de-crista-vermelha) - É um pássaros frugívoro endémico de Angola. Pertence ao género tauraco um grupo muito semelhante aos passeriformes de África e pertence à família dos Musophagidae. Vive nas florestas e savanas de Angola, Zaire e do sudoeste africano.




Tauraco hartlaubi -  Pode ser encontrada nos seguintes países: Quénia, Tanzânia e Uganda



Tauraco leucotis - Pode ser encontrada nos seguintes países: Eritreia, Etiópia e Sudão.


Imageens google

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Turaco Violeta





Nome Popular: Turaco Violeta
Científico: Musophaga violacea
Ordem: Cuculiformes
Família: Musophagidae
Nome popular: Turaco violeta
Nome inglês: Violet turaco
Nome científico: Musophaga violacea
Distribuição geográfica: África Habitat Florestas densas, savanas e próximo a regiões urbanas
Hábitos alimentares: Frugívoro
Reprodução: Postura de dois ovos, incubação de 26 dias

Período de vida: Aproximadamente 10 anos

O nome Turaco violeta (Musophaga violacea), foi dado devido à coloração de sua plumagem azul olivácea, com exceção das extremidades das penas das asas e da cabeça possuir coloração escarlate. Apresentam ainda uma risca ocular de cor branca, o bico e ao redor dos olhos de cor laranja, e também possuem um escudo frontal de cor amarela que se estende do bico até a o topo da cabeça.
Originário da África, desde do Sul do Senegal, Gâmbia até Nigéria, Camarões e Costa do Marfim. São encontrados preferencialmente em florestas densas, ao longo dos rios, próximo as savanas e também habitam parques em zonas urbanas.
Abrigam-se em galhos de árvores altas, onde também procuram por alimento. Sua dieta consiste basicamente de frutas e sementes mas ocasionalmente podem se alimentar de alguns invertebrados. Medem aproximadamente 45 cm e pesam cerca de 300 g, não apresentando nesta espécie dimorfismo sexual.
Vivem em grupos de 5 a 10 sendo altamente territorialistas. Não percorrem grandes distâncias, mais há registros de serem vistos à 1000m de altitude.
Na época reprodutiva os dois defendem o ninho contra intrusos. Durante o namoro o casal alimenta-se ao mesmo tempo e movimentam-se pelos galhos exibindo suas asas de penas cor escarlate.
O ninho é uma pequena plataforma construída com galhos, camuflada entre folhagens. A postura é de dois ovos, que são incubados durante 25 a 26 dias pelo casal. Os filhotes são totalmente dependentes dos pais nos primeiros dias de vida, e a plumagem de adulto só estará completa a partir do primeiro ano de vida.
Mesmo sendo esta espécie considerada fora do risco de extinção, em algumas regiões ele já começa a desaparecer pela caça intensiva movida pelo tráfico ilegal de espécies exóticas.

Loris









Nome Popular: Loris Bailarino
Científico: Lorius Lory







Nome Popular: Loris Borneo
Científico: Eos Bornea
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