O tempo Vida !

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"É preciso quebrar a concha para conseguir a pérola".





quinta-feira, 3 de setembro de 2009

O Faisão, o rei dos galiformes


«Veja como é bonita. Até é uma pena comer-se».
Tinha uma cor de penas lindíssima e pensei igualmente que animais daqueles não deviam ser abatidos. Aproveitei e tirei-lhe fotografias.
Depois fui ler informações sobre o faisão e acabei por escrever sobre ele.
Percebi que é precisamente a beleza e o colorida das penas do faisão que o torna mais vulnerável aos olhos dos caçadores. Mas isso só acontece com os machos, porque as fêmeas são mais pequenas, têm as penas em tons castanhos, o que lhes permite uma maior camuflagem com a terra que lhes possibilita chocar os ovos nos ninhos com maior segurança. Esta diferença radical entre os dois sexos, referida como dimorfismo sexual, acontece nalgumas espécies e noutros elementos da sua família, a família Phasianidae, de que fazem parte os perus, os pavões e as galinhas.

Considera-se que o Faisão Comum (Phasianus colchicus) teve a sua origem na Ásia, mas foi trazido para a Europa pelos Gregos na antiguidade. Hoje, existem mais de 40 variedades de faisões .
Durante a Idade Média foram muito apreciados, a par de outras aves de grande beleza como os pavões e os grous. Mas se estas deixaram de ser comidas, o faisão manteve a sua presença nas mesas sofisticadas.
É fácil constatar que durante a Idade Média há várias referências que o mostram como um elemento importante.
A sua presença em iluminuras, como acontece, por exemplo, na margem inferior de um Breviário Franciscano, de cerca de 1430, feito na Itália do Norte para Maria de Sabóia, confirmam a sua distinção.
O mais famoso banquete medieval associado ao seu nome foi o que teve lugar em Lille, a 17 de Fevereiro de 1454 e que ficou conhecido como o «Banquete do juramento do faisão». Foi oferecido por Filipe de Borgonha e sua mulher Isabel de Portugal com o fim de promover uma cruzada contra os turcos que haviam conquistado Constantinopla. A cruzada nunca chegaria a ter lugar, mas o relato do banquete chegou até nós através das Memórias de Olivier de la Marche (1425 – 1502), que foi mestre de cerimónias de Filipe o Bom. No meio dos entremeses o Duque prestou o seu juramento sobre um faisão vivo, ornamentado com ouro e jóias a que se seguiram os votos dos nobres presentes. O banquete merece uma análise pormenorizada, que farei numa outra oportunidade.
Em Portugal, e apesar de o faisão existir na Europa há vários séculos, é ainda considerada uma espécie exótica e não está autorizada a sua introdução em zonas de caça.
Pelo contrário nos Estados Unidos só em 1733 foi introduzido o faisão, embora sem sucesso. Pessoas como George Washington, que esteve sempre à frente do seu tempo, teve faisões na sua casa de Mount Vernon.
Apesar dos esforços só em 1881 foi possível considerar que as aves, trazidas de Inglaterra, se encontravam adaptadas ao habitat americano.
O interesse desenvolvido pelo faisão manifestou-se, ainda no século XIX, em publicações como «An Interisting Bird; The Pheasant. Natural History, Shooting, Cooking» , escrito pelo Rev. H.A. Macpherson. A.J. Stuart-Wortley e Alexander Innes Shand e publicado em Nova York em 1895.

Ao longo dos séculos o faisão tem mantido a sua fama merecida como ave de qualidade apreciada pelos gastrónomos.
No meu caso comia-a estufada com castanhas, acompanhada de pão frito e cherovias fritas. Uma delícia que me fez esquecer a sua beleza natural





Texto e imagens de pesquisas blog citado abaixo
http://garfadasonline.blogspot.com

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Faisão



O faisão faz parte da numerosa família Phasianidae, a mesma dos Perus, Pavões e Galinhas. Dependendo da espécie, o preço pode ser acessível, 40 reais, ou até bem salgado, 8 mil.
Sua criação pode ser em viveiro ou solta no jardim.
Todas as espécies se dão bem no nosso clima, do norte ao sul do país.
Resistente, não requer grandes cuidados.
É preciso apenas que a comida fique em local coberto, abrigada da chuva; além do corte das penas de uma das asas e um muro de cerca de um metro e meio para ele não fugir pulando.
Não é necessário a vacinação e vermifugação, pois vermes e viroses raramente aparecem nos faisões.


Imagem e texto pesquisas internete

Carta de uma ave

Carta de uma galinha que
pôs o maior ovo do mundo


O fato


Meu cocópanheiro galo Hermes,

Cisco essas mal traçadas linhas - mal traçadas, porque tô até agora me cocóçando toda e me tremendo cocóm me aconteceu -, no intuito de avisar que tô arrasada. Arrasada com o que você meu esposo, me escreveu duvidando de minha fidelidade. Eu esperava tudo, menos que você duvidasse de mim.

O que acocónteceu foi que botei um ovo diferente aqui em Cuba. Só. Depois dele, não sei porquê, cocó-mecei a cacarejar diferente. O pessoal do galinheiro diz vou sair no livro dos Re-cocó-rdes.

Eu não imaginava que para ser famosa, precisava tamanho sacrifício. Ai como doeeu!... Mas fique tranquilo que o doutor Saracura já me deu um cocó-comprimido.

No mais, lembranças para todos aí do galinheiro.

Saudações, Galinha Cubanacan

P.S.: meu novo vizinho aqui, 'seu' Avestruz, manda-te recomendações.

texto e imagem pesquisas google

terça-feira, 1 de setembro de 2009

O Pavão



Chama-se pavão a aves dos géneros Pavo e Afropavo da família dos faisões (Phasianidae). Os pavões preferem alimentar-se de insectos e outros pequenos invertebrados, mas também comem sementes, folhas e pétalas. Os pavões exibem um complicado ritual de acasalamento, do qual a cauda extravagante do macho tem um papel principal. As características da cauda colorida, que chega a ter dois metros de comprimento e pode ser aberta como um leque, não têm qualquer utilidade quotidiana para o animal e são um exemplo de selecção sexual. Quando o processo é bem sucedido, a pavoa põe entre 4 a 7 ovos, que chocam ao fim de 28 dias.

A cauda dos pavões gerou o interesse de várias culturas, pela sua exuberância de cores e beleza das penas, e justificou a sua criação em cativeiro. Já foram criadas diversas variedades por selecção artificial que apresentam plumagem branca, negra, púrpura, entre outras cores.










Imagem e pesquisas do google
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