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quinta-feira, 6 de junho de 2013

takahe





A presença humana em ilhas do Oceano Pacífico pode ter levado à extinção de cerca de mil espécies de aves não voadoras, aponta um estudo publicado nesta segunda-feira (25) pela revista "PNAS", da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.
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A pesquisa analisou fósseis e dados de 41 ilhas no Pacífico para chegar ao resultado. Dois terços das populações de aves das ilhas do Havaí, Fiji e Samoa, entre outros arquipélagos, foram extintas no período entre a chegada dos primeiros humanos e a colonização europeia, sugere o modelo elaborado pelos cientistas.
As extinções ocorreram principalmente entre 3,5 mil e 700 anos atrás, devido ao desmatamento e à caça predatória realizada pelos humanos. Ilhas do arquipélago de Vanuatu, Tonga e Nova Caledônia também foram analisadas, segundo os pesquisadores.
O estudo foi realizado por cientistas da Universidade do Tennessee, dos EUA; pela Universidade de Camberra, na Austrália; e pela Sociedade de Zoologia de Londres, na Grã-Bretanha, entre outras instituições.
Nova Zelândia
Segundo o estudo, a taxa de extinção de espécies de animais na Nova Zelândia é baixa em comparação com a média das outras ilhas do Pacífico, apesar de o país ser um modelo de como a colonização e a caça destruíram espécies de aves mais recentemente.
A pesquisa aponta que a presença da população humana nativa não foi tão devastadora para a fauna neozelandesa quanto a chegada dos europeus. Após a vinda de populações de ingleses e de outros países da Europa, aves como o takahe, o kakapo e o kiwi passaram a figurar entre as que sofrem risco de
extinção.


Takahe, ave da Nova Zelândia que está ameaçada de extinção (Foto: Divulgação/Tim Blackburn/"PNAS"



http://g1.globo.com/natureza/noticia/2013/03/acao-humana-pode-ter-extinguido-mil-especies-de-aves-em-ilhas-do-pacifico.html

sábado, 25 de maio de 2013

Cisne-mudo







As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades.

Identificação
Muito grande, totalmente branco, com um longo pescoço geralmente em forma de S. O bico é alaranjado, 
com uma protuberância preta.
Apenas se pode confundir com o cisne-bravo e com o cisne-pequeno, ambos muito raros em Portugal.




Até final de 2010 foram homologadas 18 observações deste cisne:
2000, 23-Mar, estuário do Tejo, CC Moore (Anuário 1)
2000, 18-Nov, Barrinha de Mira, F Almeida, J Manuel (Anuário 1)
2002, 27-Mar, 3-Nov e 28-Dez, estuário do Tejo, CC Moore e outros (Anuários 2 e 3)
2003, 21-Out, a 25-Dez, estuário do Cávado, até 6 inds.(5 ad. + 1 juv.), P Mota, F Campinho (Anuário 3)
2004, 14-Nov a 8-Dez, estuário do Cávado, 2 ad., F Campinho, G Elias, R Brito, M Sousa (Anuário 4)
2004, 26-Nov, Lagoa de Óbidos, G Elias, R Guerreiro (Anuário 4)
2004, 28-Dez, estuário do Cávado, 6 inds, L Reino e J Santana (Anuário 5)
2006, 18-Mar, Benavente, adulto, CC Moore (Anuário 6)
2006, 6-Set a 30-Dez, lagoa de Santo André, adulto, R Marcão, R Tomé e outros (Anuário 6)
2007, 19-Mai, lagoa de Albufeira, adulto, J. Rodrigues e J. Côxo (Anuário 6)
2007, 29 e 31-Jul, Vilamoura e lagoa dos Salgados, adulto, J. Hardacre (Anuário 6)
2007, 8-Out e 11-Dez, lagoa de Santo André, adulto, A Leitão e H Costa (Anuário 6)
2007, 28-Dez, sapal de Corroios, estuário do Tejo, adulto, M Estevens (Anuário 6)
2008, 27-Jan, baía do Seixal, estuário do Tejo, adulto, H. Costa (Anuário 7)
2008, 15-Mar, lagoa dos Salgados, adulto, N. Fonseca e L. Campina (Anuário 7)
2008, 16-Nov, paul da Barroca, 1º Inverno, J. Meneses (Anuário 7)
2009, 21-Abr, lagoa de Albufeira, P. Fernandes (Anuário 7)
2010, 31-Mar a 2-Abr, Évora, albufeira de Lucefécit , 2 adultos., F. Barata, C. Rodrigues (Anuário 8)


http://www.avesdeportugal.info/sommol.html

Gralha-calva Corvus frugilegus







Identificação
Tamanho semelhante a uma gralha-preta, distinguindo-se
desta espécie pelo bico esbranquiçado e pela ausência de
penas na base deste. As vocalizações também são um
pouco diferentes.


As observações desta espécie encontram-se sujeitas a
homologação pelo Comité Português de Raridades desde
1995. Desde essa data não foi homologada qualquer
observação.

Conhece-se, contudo, uma observação

http://www.avesdeportugal.info/sommol.html

andorinhas-do-mar-inca








Os visitantes do Oceanário de Lisboa podem observar dois novos moradores do habitat do Antárctico: duas andorinhas-do-mar-inca, reproduzidas em cativeiro. É a primeira vez que o Oceanário tem sucesso na reprodução destas aves raras, com estatuto de conservação "quase ameaçado". O desenvolvimento dos pintos foi acompanhado desde o nascimento, em Julho, pela equipa de biologia, que não precisou de intervir. As andorinha-do-mar-inca, aves migradoras endémicas das costas influenciadas pela corrente do Peru, chegaram ao Oceanário em 1999, vindos do zoo de Oregon, nos EUA.
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