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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Carta de uma ave

Carta de uma galinha que
pôs o maior ovo do mundo


O fato


Meu cocópanheiro galo Hermes,

Cisco essas mal traçadas linhas - mal traçadas, porque tô até agora me cocóçando toda e me tremendo cocóm me aconteceu -, no intuito de avisar que tô arrasada. Arrasada com o que você meu esposo, me escreveu duvidando de minha fidelidade. Eu esperava tudo, menos que você duvidasse de mim.

O que acocónteceu foi que botei um ovo diferente aqui em Cuba. Só. Depois dele, não sei porquê, cocó-mecei a cacarejar diferente. O pessoal do galinheiro diz vou sair no livro dos Re-cocó-rdes.

Eu não imaginava que para ser famosa, precisava tamanho sacrifício. Ai como doeeu!... Mas fique tranquilo que o doutor Saracura já me deu um cocó-comprimido.

No mais, lembranças para todos aí do galinheiro.

Saudações, Galinha Cubanacan

P.S.: meu novo vizinho aqui, 'seu' Avestruz, manda-te recomendações.

texto e imagem pesquisas google

terça-feira, 1 de setembro de 2009

O Pavão



Chama-se pavão a aves dos géneros Pavo e Afropavo da família dos faisões (Phasianidae). Os pavões preferem alimentar-se de insectos e outros pequenos invertebrados, mas também comem sementes, folhas e pétalas. Os pavões exibem um complicado ritual de acasalamento, do qual a cauda extravagante do macho tem um papel principal. As características da cauda colorida, que chega a ter dois metros de comprimento e pode ser aberta como um leque, não têm qualquer utilidade quotidiana para o animal e são um exemplo de selecção sexual. Quando o processo é bem sucedido, a pavoa põe entre 4 a 7 ovos, que chocam ao fim de 28 dias.

A cauda dos pavões gerou o interesse de várias culturas, pela sua exuberância de cores e beleza das penas, e justificou a sua criação em cativeiro. Já foram criadas diversas variedades por selecção artificial que apresentam plumagem branca, negra, púrpura, entre outras cores.










Imagem e pesquisas do google

"O pavão é um arco-íris de plumas"




Pavão misterioso, pássaro formoso, tudo é mistério nesse teu voar
Ah, se eu corresse assim, tantos céus assim
Muita história eu tinha prá contar
Pavão misterioso nessa cauda aberta em leque
Me guarda moleque de eterno brincar
Me poupa do vexame de morrer tão moço
Muita coisa ainda quero olhar
REFRÃO
Pavão misterioso, meu pássaro formoso
No escuro desta noite me ajuda a cantar
Derrama essas faíscas, despeja esse trovão
Desmancha isso tudo que não é certo não
Pavão misterioso, pássaro formoso
Um conde raivoso não tarda a chegar
Não temas minha donzela, nossa sorte nessa guerra
Eles são muitos, mas não podem voar.

Posted by Traduções Comerciais de Site

Aves de Rapina: Ameaças e Medidas para Conservação


Foto: Gavião de penacho (Spizaetus ornatus)

As aves de rapina correm sérios riscos de extinção por inúmeros fatores, algumas espécies são Endêmicas como é o caso do gavião pombo pequeno (Leucopternis lacernulata) ou seja só ocorre no Brasil, o que faz aumentar nossa responsabilidade para sua preservação. Espécies como a Harpia, necessitam de grandes territórios para obter alimento e se reproduzir, as populações da harpia tendem a declinar com a falta de remanescentes florestais com dimensões adequadas. Também podem sofrer deterioração genética em virtude da existência de poucos indivíduos nas áreas onde ainda ocorrem, ela é muito rara fora da amazônia, mas pelo fato de existir uma população razoavel na floresta Amazônica não entrou na das espécies ameaçadas de extinção do Ibama. O que particulamente acho lamentável, talvez uma revisão nessa lista resolveria isso.

Espécies como o gavião de penacho (Spizaetus ornatus), gavião-real-falso (Morphnus guianensis) São aves florestais que assim como a Harpia necessitam de grandes extensões de florestas bem preservadas para obter seu alimento e se reproduzir, sendo essas exigências cada vez mais difícil em decorrência das ações antrópicas, particularmente de modificação dos hábitats primários dos quais é dependente. Outra espécie muito eara e ameaçada no Brasil é a aguia cinzenta (Harpyhaliaetus coronatus) pois trata-se de uma águia que é naturalmente rara, é uma espécie de porte avantajado (75 - 85 cm), que precisa de presas grandes e significativas áreas para constituir territórios de alimentação e reprodução. Mas pelo fato de preferir hábitats abertos acaba se tornando alvo fácil de caça pelas Pessoas, pois consideram prejudicial à criação de certos animais domésticos, e pela falta de conhecimento dessas pessoas acabam matando uma Aguia muito rara contrubuindo para sua extinção.

As medidas mais importantes e urgentes para preservar a as aves de rapina consistem na proteção de seu hábitat, os campos naturais e o cerrado (para as Espécies de campos aberto como a aguia cinzenta), conservar os remanescentes de florestas para as espécies florestais, criar unidades de conservação, e também ampliar as UCs já existentes, seria uma medida louvável para a conservação, não só exclusivamente das Aves de Rapina, mas de muitos outros animais que dependem dessa fitofisionomia. A conectividade entre essas áreas das UCs permitirua também a permuta gênica entre populações anteriormente isoladas, assim como a colonização espontânea de locais onde eventualmente tenha se extinguido.

No entanto, tais medidas isoladamente não se justificam, senão com o desenvolvimento de estudos voltados à biologia e ecologia desta espécie e a busca intensiva de populações que permitam inferir sua distribuição, definir áreas prioritárias para a sua conservação e diagnosticar com maior precisão as ameaças e medidas para conservação. Estudos sobre a biologia reprodutiva de algumas espécies Raras no Sul do Brasil, conduzidos por D. Kajiwara, J. L. B. Albuquerque e L. G. Trainini na região de Urubici, Santa Catarina, permitiu diagnosticar com maior precisão as ameaças e medidas para a conservação das Aves de Rapina daquela região.

Além da criação e operacionalização de unidades de conservação, do aumento da fiscalização e da educação ambiental, as listas de espécies ameaçadas, em âmbito global ou regional, estão entre os instrumentos mais importantes e efetivos para promover a conservação da natureza. As aves, por si só, destacam-se dentre todos os outros organismos na elaboração dessas listas, uma vez que colaboram para sua sedimentação, em apelo e credibilidade, por se tratarem de autênticos “indicadores de conservação”, estabelecidos ao longo dos tempos por inúmeros aspectos. Dentre eles, exemplificam-se os grandes avanços científicos observados nas últimas décadas, que favoreceram a identificação de seu grande potencial para bio-indicação, da considerável riqueza de espécies e da fidelidade de uso de hábitats. Também se observa uma série de facilidades metodológicas para estudos em campo, além de literatura abundante, decorrente de um grande número de pesquisadores ativos nas mais variadas regiões. Adicionalmente, encontramos nas aves um forte apelo social que é notável no cotidiano, na cultura e no folclore. Nesse sentido, parece natural que estejam representadas em tão grande escala nas listas de espécies ameaçadas, fortalecendo o lastro para a proteção dos hábitats e, por conseqüência, dos organismos que deles dependem.

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